Polícia investiga esquema de venda de diplomas escolares falsos em Belém

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07/08/2018

Um esquema de venda de diplomas escolares falsos é investigado pela Polícia Civil na Região Metropolitana de Belém. Conforme as investigações, os diplomas são vendidos pela internet, com a promessa de facilidades e rapidez na documentação. De acordo com a polícia, um homem já foi preso em flagrante pela venda dos documentos. Os policiais ainda buscam outros envolvidos no esquema. Segundo a polícia, o suspeito oferecia a documentação na rua. Ele foi preso por falsidade ideológica. Na casa do preso, a polícia também apreendeu históricos escolares, carimbos e modelos de diploma da rede estadual de ensino. “O diretor da escola cujo nome foi utilizado na falsificação já compareceu e informou que existem mais três casos de documentos falsos da escola nos mesmos padrões dos que foram apreendidos. Nós vamos continuar as investigações. Quem comprou o documento também deve responder processo”, afirmou o Diretor da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe). Como os diplomas eram de uma escola estadual, a corregedoria da Secretaria de Educação do Estado (Seduc) também investigará o caso. Quem compra diplomas falsos pode ser preso por falsificação de documentos públicos e falsidade ideológica. A pena varia de dois a seis anos de prisão para quem falsifica no todo ou em parte o documento. Para o crime de falsidade ideológica a pena é de um a cinco anos de prisão.

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Fonte: G1

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Fraude em cargos públicos com uso de diplomas falsos é investigada no ES

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25/07/2018

Nessa quarta-feira (25), o Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) cumpriu quatro mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão em Linhares e Rio Bananal, Norte do estado, para desarticular um esquema criminoso de obtenção de diplomas de curso superior sem graduação. Segundo o MP-ES, o objetivo do esquema era a nomeação em cargos públicos. Uma das prisões foi a de um professor, que foi localizado em casa no bairro Shell, em Linhares. Outra foi a de uma mulher, envolvida no esquema de falsificações de diplomas. Esta é a primeira fase da ‘Operação Mestre Oculto’ e é realizada em conjunto pela Promotoria de Justiça de Rio Bananal e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco-Norte). Nove malotes com documentos foram levados para a sede da promotoria em Linhares. Segundo o Ministério Público, as investigações começaram no município de Rio Bananal, onde nesta quarta-feira também foram cumpridos dois mandados de prisão. Até agora, de acordo com o órgão, já foram identificadas 150 pessoas que adquiriram diplomas falsos através do esquema investigado. A suspeita do Ministério Público é de que há mais casos em outros municípios da região. Por isso, as investigações irão continuar.

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Fonte: G1

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Polícia Civil investiga esquema de diplomas falsos em escolas no Maranhão

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26/07/2018

Um esquema de emissão de diplomas falsos em escolas da Região Metropolitana de São Luís é investigado pela Polícia Civil. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos, na terça-feira (24), em uma escola alvo da operação e na casa de um suspeito. Pelo menos cinco diplomas com indícios de falsificação foram apreendidos e várias pessoas foram identificadas como integrantes do esquema. A Superintendência Estadual de Combate à Corrupção (Seccor) não revelou os nomes dos envolvidos nem da escola com o argumento de não atrapalhar as investigações.

Os mandados de busca e apreensão foram executados em uma escola na qual o proprietário é um dos principais suspeitos de emitir os documentos falsificados, e na residência do mesmo. Pela investigação, o proprietário (e diretor) desta escola falsificou documentos em nome de outra instituição. As investigações começaram depois que o Ministério Público do Maranhão solicitou à polícia que apurasse a informação de que uma escola comunitária do bairro Anjo da Guarda, em São Luís, estava emitindo diplomas falsos. Segundo o delegado responsável, o preço informado em depoimento pelos investigados é bem abaixo do que a polícia acredita que de fato foi usado na compra do documento.

“Eles disseram que não identificariam a pessoa, mas que eles conseguiram por meio de contato nas redes sociais, principalmente em aplicativos de mensagens. Nos afirmaram que compraram por uma quantia irrisória de R$ 300, mas suspeitamos que seja bem mais, pois hoje pra uma pessoa cursar um ensino médio, ela vai gastar muito mais”, disse. As pessoas, entre alunos e seus respectivos responsáveis, que encomendaram o serviço criminoso estão sendo investigados e podem responder por crimes relacionados ao esquema. “Quem compra (o diploma) também está comentando o crime de falsidade ideológica. É um documento verdadeiro com uma informação falsa, pois o aluno de fato nunca cursou aquela série ou as vezes ficou reprovado. Aí ele consegue o diploma desta forma para se inscrever numa faculdade ou mesmo um diploma do ‘primeiro grau’ para cursar o ‘segundo grau’”, disse o delegado.

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Fonte: G1

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Falsa Oficial Farmacêutica ENGANA a administração pública e permanece por mais de 7 anos como tenente

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25/06/2018

O Conselho Especial de Justiça (CPJ) da Auditoria de Bagé (RS), condenou por unanimidade uma ex-tenente da Marinha do Brasil que durante cerca de oito anos exerceu ilegalmente a profissão de farmacêutica. A ex-militar utilizou um diploma falso para participar de processo seletivo e, consequentemente, ingressar nas Forças Armadas. O crime, segundo consta na denúncia feita pelo Ministério Público Militar (MPM), aconteceu entre os anos de 2007 e 2015, período em que a ex-militar recebeu remuneração pelo exercício ilegal da profissão. A quantia indevida ultrapassou R$ 950 mil.

A acusada servia no 5º Distrito Naval, mais especificamente na Divisão de Laboratório e Farmácia, seção que desenvolve funções ligadas diretamente à área de saúde. A fraude foi descoberta após uma inspeção realizada na unidade militar pelo Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF/RS), no ano de 2014. Após consultar a numeração de registro da suposta profissional, constatou-se que a mesma não estava cadastrada junto ao conselho de classe. No âmbito das investigações conduzidas e apresentadas pelo MPM, constatou-se que não só a acusada não possuía registro junto ao Conselho Regional de Farmácia (CRF) como também o diploma que apresentou para participar de seleção era falso.

“Assim, conclui-se que a denunciada artificiosamente induziu a administração militar em erro com o fim de obter vantagem ilícita ao viabilizar seu ingresso na Marinha, onde serviu por mais de oito anos como farmacêutica, qualificação que ficou totalmente demonstrada que não possui”, concluiu o MPM na denúncia.

A ex-militar foi condenada pelos crimes de estelionato, artigo 251 do Código Penal Militar (CPM) e supressão de documento (artigo 316 do mesmo Código), neste último por ter ocultado documento que retardou as investigações a respeito de seu registro profissional junto ao CRF/RS. No decorrer da ação, foi processada medida cautelar de sequestro de bens móveis e imóveis em nome da acusada, a fim de garantir o ressarcimento ao erário do máximo possível do prejuízo causado.

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Fonte: Revista Sociedade Militar

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Históricos escolares falsos são vendidos livremente no Facebook

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11/06/2018

Um anúncio feito em uma página de compra e venda no Facebook revela a audácia das pessoas que vendem documentos falsos na internet, livremente. “Alguém aí precisando fichar e não tem segundo grau? Vem comigo que aqui consegue, pra você tenho mecânica básica entre outros. Pare de pagar um absurdo por cursos que nem são validados no Brasil pelo MEC. Venha que eu tenho a solução”. Com este anúncio o vendedor, que supostamente pode ter usado um perfil falso, acaba conquistando clientes. A compra pode ser feita por qualquer pessoa, até mesmo por quem nunca cursou uma escola ou uma universidade. Os supostos comerciantes oferecem até certificado e alegam também que o documento entregue terá um suposto reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) e será oficializado.

Golpe

O delegado titular de Araucária (PR), disse que até o momento a Delegacia não tem registro de nenhuma denúncia a respeito, no entanto, alega que para esta prática ilegal cabem dois tipos de crimes: estelionato e falsificação de documentos. “Mas pelo que percebo nesse caso específico, parece ser um golpe, não existe diploma, mas sim uma forma de tirar dinheiro da vítima. O autor também pode responder por falsidade ideológica. Não vejo como uma pessoa honesta pode cair nesse tipo de golpe, porque além do autor, se o comprador for descoberto também poderá responder por falsidade ideológica”, orientou.

Denúncias

A Secretaria de Estado da Educação – SEED comentou que as denúncias com relação à venda de diplomas e históricos escolares falsos são pontuais, e sempre encaminhadas à Segurança Pública. Quando envolvem servidor público, também são investigadas internamente pela própria SEED. Indagada se é possível reconhecer se o diploma apresentado pelo trabalhador é falso, a secretaria explicou que tanto a empresa quanto o interessado em se matricular em uma escola devem verificar se os atos oficiais da mesma estão regulares, incluindo a autorização de funcionamento, credenciamento para oferta de ensino e autorização e reconhecimento de cursos. Lembrou ainda que a compra de diploma é considerada falsificação de documento público, prevista no Código Penal e orienta a comunidade escolar a denunciar qualquer tipo de prática ilegal nesse sentido.

Já o Ministério da Educação – MEC esclareceu que não tem competência legal para atuar em casos de venda de diplomas, pois isso é um crime e o Ministério só tem atuação em questões educacionais. Dessa forma, esses casos são averiguados com as polícias, ministérios públicos e poder judiciário. Qualquer denúncia dessa natureza que chega ao MEC, o encaminhamento é repassar ao Ministério Público.

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Fonte: O Popular do Paraná

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Homem é preso por tentar tirar CRM com documento falso de medicina

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05/06/2018

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) detectou mais um falso graduado em Medicina que tentou obter o registro profissional em Mato Grosso. O suspeito B.C.O.O., de 32 anos, e residente em Cuiabá, foi surpreendido por agentes da Polícia Federal na sede do conselho na manhã de segunda-feira (04), no momento em que supostamente receberia a Carteira Profissional. Após a instituição checar junto à instituição de ensino superior Universidade de Cuiabá (Unic), os funcionários do setor de registros do CRM-MT descobriram que o interessado nunca havia sido matriculado, tão pouco concluído o curso de Medicina. Os documentos apresentados por ele não estavam de acordo com os padrões da instituição. Diante da negativa da universidade, o departamento jurídico do CRM-MT requereu junto a PF a instauração de Inquérito Policial para apurar os fatos.

 Entenda o caso 

O suspeito compareceu ao Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso no dia 06 de março de 2018, com a finalidade de obter o registro de médico. Na ocasião, apresentou Diploma de conclusão de curso de Medicina emitido pela Unic. Como de praxe, diante de qualquer solicitação de inscrição de médico no Conselho, o setor de registros checou junto à universidade de origem do solicitante a veracidade do Diploma, que por sua vez informou que o documento não corresponde aos modelos oficiais expedidos pela instituição, sendo caracterizado como não autêntico e inidôneo. Segundo a Unic, além de os documentos estarem fora dos padrões institucionais, as assinaturas utilizadas no Diploma são de ex-reitores da universidade, que deixaram de exercerem o cargo antes mesmo da data de emissão do documento, conforme o Setor de Registros de Diplomas da unidade de ensino superior.

 Investigação

O Diploma apreendido, e todos os documentos apresentados, serão periciados pela Polícia Federal. O homem será indiciado por uso de documento falso. Ele foi intimado pela PF e deve prestar esclarecimento na próxima segunda-feira. De acordo com o delegado, o inquérito vai apurar como e onde o diploma falso foi produzido. Ao ser abordado pelos agentes, o acusado não soube responder, por exemplo, quais foram as últimas disciplinas estudadas durante o curso, datas de colação de grau e festa de formatura, tão pouco os nomes de professores.

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Fonte: MidiaNews

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Homem é preso por fabricar diplomas e notas falsas de dinheiro em Manaus

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16/05/2018

Um homem, de 28 anos, foi preso por fabricar diplomas e dinheiro falsos. A prisão ocorreu na tarde dessa terça-feira (15). Segundo o delegado titular da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos (Derfv), a equipe chegou até o infrator após receber denúncia anônima, informando que um indivíduo com as características do sujeito estaria falsificando documentos em um local na rua Ibicaré, bairro Novo Aleixo, Zona Norte da capital, lugar onde aconteceu a prisão do elemento. “Nos deslocamos até o endereço indicado e encontramos o suspeito. Achávamos que ele estaria realizando a falsificação de documentos de carros, mas durante revista no local, encontramos diplomas de universidade, de conclusão de Ensino Médio e também dinheiro, tudo falso. Em posse dele apreendemos, ainda, uma arma de fogo calibre 32, com a numeração suprimida”, explicou o delegado. O titular da Derfv ressaltou que os policiais civis encontraram no local uma impressora, carimbos e papel específico para a produção de tais documentos. Durante consulta ao Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) foi verificado que o suspeito já tinha passagem pela polícia por porte de arma de fogo de uso permitido, ameaça e falsificação de documento público. Em depoimento na unidade policial, o homem confessou a posse da arma, mas negou a fabricação dos documentos e do dinheiro. O homem foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, falsificação de documento e fabricação de moeda falsa.

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Fonte: A Crítica

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