Históricos escolares falsos são vendidos livremente no Facebook

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11/06/2018

Um anúncio feito em uma página de compra e venda no Facebook revela a audácia das pessoas que vendem documentos falsos na internet, livremente. “Alguém aí precisando fichar e não tem segundo grau? Vem comigo que aqui consegue, pra você tenho mecânica básica entre outros. Pare de pagar um absurdo por cursos que nem são validados no Brasil pelo MEC. Venha que eu tenho a solução”. Com este anúncio o vendedor, que supostamente pode ter usado um perfil falso, acaba conquistando clientes. A compra pode ser feita por qualquer pessoa, até mesmo por quem nunca cursou uma escola ou uma universidade. Os supostos comerciantes oferecem até certificado e alegam também que o documento entregue terá um suposto reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) e será oficializado.

Golpe

O delegado titular de Araucária (PR), disse que até o momento a Delegacia não tem registro de nenhuma denúncia a respeito, no entanto, alega que para esta prática ilegal cabem dois tipos de crimes: estelionato e falsificação de documentos. “Mas pelo que percebo nesse caso específico, parece ser um golpe, não existe diploma, mas sim uma forma de tirar dinheiro da vítima. O autor também pode responder por falsidade ideológica. Não vejo como uma pessoa honesta pode cair nesse tipo de golpe, porque além do autor, se o comprador for descoberto também poderá responder por falsidade ideológica”, orientou.

Denúncias

A Secretaria de Estado da Educação – SEED comentou que as denúncias com relação à venda de diplomas e históricos escolares falsos são pontuais, e sempre encaminhadas à Segurança Pública. Quando envolvem servidor público, também são investigadas internamente pela própria SEED. Indagada se é possível reconhecer se o diploma apresentado pelo trabalhador é falso, a secretaria explicou que tanto a empresa quanto o interessado em se matricular em uma escola devem verificar se os atos oficiais da mesma estão regulares, incluindo a autorização de funcionamento, credenciamento para oferta de ensino e autorização e reconhecimento de cursos. Lembrou ainda que a compra de diploma é considerada falsificação de documento público, prevista no Código Penal e orienta a comunidade escolar a denunciar qualquer tipo de prática ilegal nesse sentido.

Já o Ministério da Educação – MEC esclareceu que não tem competência legal para atuar em casos de venda de diplomas, pois isso é um crime e o Ministério só tem atuação em questões educacionais. Dessa forma, esses casos são averiguados com as polícias, ministérios públicos e poder judiciário. Qualquer denúncia dessa natureza que chega ao MEC, o encaminhamento é repassar ao Ministério Público.

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Fonte: O Popular do Paraná

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Homem é preso por tentar tirar CRM com documento falso de medicina

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05/06/2018

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) detectou mais um falso graduado em Medicina que tentou obter o registro profissional em Mato Grosso. O suspeito B.C.O.O., de 32 anos, e residente em Cuiabá, foi surpreendido por agentes da Polícia Federal na sede do conselho na manhã de segunda-feira (04), no momento em que supostamente receberia a Carteira Profissional. Após a instituição checar junto à instituição de ensino superior Universidade de Cuiabá (Unic), os funcionários do setor de registros do CRM-MT descobriram que o interessado nunca havia sido matriculado, tão pouco concluído o curso de Medicina. Os documentos apresentados por ele não estavam de acordo com os padrões da instituição. Diante da negativa da universidade, o departamento jurídico do CRM-MT requereu junto a PF a instauração de Inquérito Policial para apurar os fatos.

 Entenda o caso 

O suspeito compareceu ao Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso no dia 06 de março de 2018, com a finalidade de obter o registro de médico. Na ocasião, apresentou Diploma de conclusão de curso de Medicina emitido pela Unic. Como de praxe, diante de qualquer solicitação de inscrição de médico no Conselho, o setor de registros checou junto à universidade de origem do solicitante a veracidade do Diploma, que por sua vez informou que o documento não corresponde aos modelos oficiais expedidos pela instituição, sendo caracterizado como não autêntico e inidôneo. Segundo a Unic, além de os documentos estarem fora dos padrões institucionais, as assinaturas utilizadas no Diploma são de ex-reitores da universidade, que deixaram de exercerem o cargo antes mesmo da data de emissão do documento, conforme o Setor de Registros de Diplomas da unidade de ensino superior.

 Investigação

O Diploma apreendido, e todos os documentos apresentados, serão periciados pela Polícia Federal. O homem será indiciado por uso de documento falso. Ele foi intimado pela PF e deve prestar esclarecimento na próxima segunda-feira. De acordo com o delegado, o inquérito vai apurar como e onde o diploma falso foi produzido. Ao ser abordado pelos agentes, o acusado não soube responder, por exemplo, quais foram as últimas disciplinas estudadas durante o curso, datas de colação de grau e festa de formatura, tão pouco os nomes de professores.

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Fonte: MidiaNews

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Homem é preso por fabricar diplomas e notas falsas de dinheiro em Manaus

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16/05/2018

Um homem, de 28 anos, foi preso por fabricar diplomas e dinheiro falsos. A prisão ocorreu na tarde dessa terça-feira (15). Segundo o delegado titular da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos (Derfv), a equipe chegou até o infrator após receber denúncia anônima, informando que um indivíduo com as características do sujeito estaria falsificando documentos em um local na rua Ibicaré, bairro Novo Aleixo, Zona Norte da capital, lugar onde aconteceu a prisão do elemento. “Nos deslocamos até o endereço indicado e encontramos o suspeito. Achávamos que ele estaria realizando a falsificação de documentos de carros, mas durante revista no local, encontramos diplomas de universidade, de conclusão de Ensino Médio e também dinheiro, tudo falso. Em posse dele apreendemos, ainda, uma arma de fogo calibre 32, com a numeração suprimida”, explicou o delegado. O titular da Derfv ressaltou que os policiais civis encontraram no local uma impressora, carimbos e papel específico para a produção de tais documentos. Durante consulta ao Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) foi verificado que o suspeito já tinha passagem pela polícia por porte de arma de fogo de uso permitido, ameaça e falsificação de documento público. Em depoimento na unidade policial, o homem confessou a posse da arma, mas negou a fabricação dos documentos e do dinheiro. O homem foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, falsificação de documento e fabricação de moeda falsa.

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Fonte: A Crítica

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Suspeito de vender diplomas falsos de ensino médio é preso no DF

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12/04/2018

Na tarde desta quinta-feira (12), um homem de 18 anos, suspeito de vender diplomas falsos de nível médio, foi preso em flagrante pela Polícia Militar do Distrito Federal. Um suposto comprador também foi detido no momento em que negociava o documento falso, na rodoviária do Plano Piloto. A ocorrência foi registrada por volta das 16h. Segundo o cabo do 6º Batalhão da PM, responsável pela patrulha, três certificados foram apreendidos com o rapaz. À polícia, o homem teria confessado que vendia os documentos por R$ 350 e estava na rodoviária para entregá-los aos compradores. O suspeito ainda tentou se livrar dos envelopes antes da abordagem policial. De acordo com o cabo, chamou atenção da polícia o fato de os diplomas terem nomes de pessoas diferentes, mas a mesma nota em todas as matérias. Os dois homens foram levados para a 5ª Delegacia de Polícia, e devem ser indiciados pelo crime de falsificação de documento público, com pena de dois a seis anos de reclusão, além de multa. Até o fechamento desta reportagem, o boletim de ocorrência ainda não tinha sido concluído.

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Fonte: G1

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Dois homens são presos após venderem diplomas falsos em Goiânia

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13/03/2018

Em Goiânia, dois homens foram presos após serem pegos em flagrante comercializando diplomas falsos. Segundo o delegado que acompanha o caso, eles foram presos em dias e locais diferentes, mas praticavam o mesmo crime. Os suspeitos vendiam certificados do ensino médio por R$400. O primeiro suspeito, T.G.B., de 29 anos, foi preso no último dia 05, no Setor Coimbra; e o segundo, F.A.S., de 34 anos, na sexta-feira (09), no Setor Bueno. Os dois foram presos depois que a polícia começou a investigar o caso de falsificação de diplomas na capital. No momento da prisão, os dois confessaram que fabricavam os certificados de escolas estaduais e vendiam. No momento das prisões apenas um diploma foi encontrado, já que os suspeitos conseguiram esconder os demais. De acordo com o delegado, os compradores também podem responder por processo. “Agora nós estamos identificando os compradores dos diplomas falsos para que possamos ouvi-los e saber se eles compactuaram com o crime ou se foram enganados. Caso seja comprovado que os compradores sabiam da falsificação, eles podem responder por estelionato”, explica o delegado. Os dois presos foram encaminhados para a Central de Flagrantes onde foram autuados no artigo 297 de falsificação de documento público e pode pegar até 6 anos de prisão. O delegado reforçou que as investigações continuam e que esperam prender mais pessoas que praticam o mesmo crime.

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Fonte: Mais Goiás

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Mulher é suspeita de falsificar documentos e atuar ilegalmente como professora

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02/03/2018

Em Cassilândia (MS), uma mulher, de 40 anos, é suspeita da prática de crime de uso de documento falso e de contravenção penal de exercício ilegal de profissão. A 1ª Promotoria do município encaminhou informações e documentos à Delegacia de Polícia Civil e solicitou que fosse instaurado inquérito policial para investigação. Esta se baseia no fato de que a suspeita entregou um diploma, datado de 2011, supostamente emitido por uma faculdade do interior Estado de São Paulo. No entanto, em 2009 – dois anos antes – o Ministério da Educação (MEC) determinou o descredenciamento da faculdade e o consequente encerramento da oferta de seus cursos. O inquérito visa a apurar a autenticidade ou não do certificado, histórico escolar e formação da professora. As informações são da Polícia Civil de Cassilândia.

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Fonte: O Correio News

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Suspeito de vender diplomas falsos na internet por R$ 3 mil é preso no DF

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09/02/2018

Foi preso na sexta-feira (09) no Distrito Federal, um homem de 35 anos, suspeito de vender diplomas falsos na internet. Na casa dele, em Samambaia, foram encontrados 12 certificados de conclusão de nível superior e técnico em instituições dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, cada diploma de graduação era vendido a R$ 3 mil. Já os de nível técnico custavam R$ 1,5mil. As negociações aconteciam em um perfil falso nas redes sociais, e por meio de aplicativo de mensagens. Segundo a Polícia Civil, os documentos eram fabricados na própria casa do suspeito, que ele dividia com a mulher e três filhos. No local, além dos diplomas falsos, a polícia apreendeu uma carteira de registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) com o nome do homem, além de R$ 14,8 mil em espécie e carimbos supostamente falsificados.

Investigação

Ao todo, a Polícia Civil levou cinco meses até encontrar o suspeito. O delegado que atua na repressão a crimes cibernéticos (DRCC) diz que investiga ainda a participação de outras pessoas no crime. O suspeito não tinha outra fonte de renda além da venda de diplomas falsos. A participação de outras pessoas no crime, dentro e fora do DF, também está sendo investigada. A falsificação de diplomas é considerada crime. Tanto o suspeito preso nesta sexta, como supostos compradores podem responder judicialmente. Se comprovada a prática, a pena prevista é de 2 a 6 anos de prisão.

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Fonte: G1

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