4 indícios de que aquela grande oportunidade na Internet é um golpe

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06/03/2018

A Internet é ótima e traz consigo muitas facilidades para o dia a dia das pessoas. Compras, serviços bancários, relacionamento com amigos e familiares. Mas também existem aquelas pessoas que abusam deste meio para fins escusos, seja para praticar pequenos atos ilícitos, seja para cometer crimes de maior calibre. Por isso, é importante que você se proteja prestando atenção em alguns sinais que podem indicar que há algo errado. Independente de por onde uma tentativa de fraude comece (e-mail, mensagem no WhatsApp, link no Facebook, etc.), normalmente elas compartilham algumas coisas em comum:

  1. Sentimento de urgência, como por exemplo, uma promoção com tempo ou número limitado de itens disponíveis. Os atacantes usam a urgência para que você não tenha tempo de verificar a veracidade da “oportunidade” apresentada, fazendo a vítima agir de forma impulsiva;
  2. Pedidos de informações pessoais, como por exemplo, endereço, números de documentos, telefones, correio eletrônico. É importante entender que mesmo dados simples como o seu e-mail possuem valor para os criminosos. Os dados fornecidos podem ser usados em crimes como abertura de crédito com terceiros;
  3. Anexos suspeitos, ou seja, que não são imediatamente exibidos pela sua aplicação de e-mails ou pelo webmail. Muitas vezes, anexos são usados para infectar o microcomputador da vítima. Geralmente tem a extensão RAR, EXE ou mesmo DOCX;
  4. Bom demais para ser verdade, ou seja, oportunidades que parecem ótimas com pouco ou nenhuma contrapartida. Um exemplo recente que se espalhou pelo WhatsApp foi de uma página falsa da companhia AirFrance que estaria doando algumas centenas de bilhetes aéreos pelo seu aniversário de 85 anos. Ela só requeria duas coisas: que compartilhasse a oportunidade com alguns amigos e alguns dados pessoais;

Como regra de ouro, se pediram seus dados pessoais, ligue o alerta vermelho e procure na internet sobre “a oferta, a oportunidade” oferecida – se for uma tentativa de fraude, muitas vezes encontrará referências.

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Fonte: Canal Tech

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Receita alerta sobre golpe que usa carta para induzir contribuinte a acessar site falso

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05/03/2018

Nesta segunda-feira (05), a Receita Federal alertou que golpistas estão se passando por servidores da instituição e enviando cartas falsas a contribuintes pedindo que eles acessem um site para atualizar dados. Apesar de conter a marca da Receita Federal, a instituição informa que a carta é uma tentativa de golpe. O endereço eletrônico informado na correspondência também não tem relação com o órgão. Conforme a Receita, o contribuinte que receber esse tipo de correspondência deve destruí-la e jamais acessar o site indicado.

Cuidados para consultar dados

A Receita Federal adverte que, para fins de consulta, download de programas ou alterações de informações junto ao Fisco federal, não devem ser acessados endereços eletrônicos que não o oficial do órgão: idg.receita.fazenda.gov.br. Caso acesse outros endereços eletrônicos que não sejam do Fisco, o contribuinte estará sujeito programas que podem roubar seus dados pessoais, bancários e fiscais. No que se refere a dados bancários de pessoas físicas, a Receita Federal informou que o contribuinte só os informa ao próprio órgão, a seu critério, para fins de débito automático ou depósito de restituição do Imposto de Renda. “Em ambos os casos, a informação é fornecida na declaração do Imposto de Renda”, explicou o Fisco. Caso o contribuinte não consiga utilizar os serviços virtuais, acrescentou o órgão, ele deve procurar um Centro de Atendimento ao Contribuinte nas Unidades da Receita Federal. Nenhum outro site ou endereço na Internet está habilitado a fazer procedimentos em nome da Receita Federal.

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Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

5 dicas para o e-commerce evitar fraudes

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14/02/2018

Com o aumento do número de lojas e compradores, o e-commerce presenciou um aumento no número de tentativas de fraudes nos pagamentos. Segundo relatório de uma empresa especializada, a cada cinco segundos as lojas virtuais sofrem uma tentativa de fraude. Só no primeiro semestre de 2017, o e-commerce brasileiro faturou R$21 bilhões, demonstrando um crescimento de 7,5% em relação ao mesmo período de 2016. Com estes números, são abertas 500 novas lojas virtuais por dia no Brasil. “É importante se ter em mente que um negócio mal estruturado pode não dar certo. Das lojas virtuais, 60% fecham em menos de um ano. Por isso, organização é a palavra-chave”, conta uma advogada especialista em Direito Cível. Para se precaver, os lojistas podem optar por meios de recebimento mais seguros, como intermediadores de pagamento que assumem o risco de fraude e fazem um adiantamento de recebíveis. O estudo sobre fraudes também mostra que, a cada 33 tentativas de compras realizadas no e-commerce, uma é de origem fraudulenta. “Um dos golpes mais comuns é do “cartão de crédito roubado”: o fraudador compra com um cartão de crédito roubado, o produto é enviado e dias depois do pagamento a compra é desfeita. O vendedor fica sem o produto e sem o pagamento”, explica. Para o vendedor evitar problemas jurídicos com seu e-commerce, a advogada preparou cinco cuidados que ele deve ter:

1. Informar todos os dados da empresa, como nome completo da empresa (ou do vendedor), CNPJ/CPF, e endereço completo.
2. Discriminar despesas adicionais, como frete e seguro.
3. Atendimento ao consumidor – Oferecer um canal de atendimento para os clientes.
4. Direito de arrependimento em até sete dias – o consumidor pode trocar o produto até 7 dias depois de fazer a compra, sem qualquer restrição por parte do lojista.
5. Troca de produtos com defeito – a mesma regra vale para clientes que compraram um produto com defeito. Se o produto for um bem não durável, o prazo para troca é de 30 dias. Se for um bem durável, é de 90 dias.

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Fonte: IT Forum 365

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Homem leva golpe de R$ 17,5 mil em compra de camionete por site em MS; polícia dá dicas para evitar problemas

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25/12/2017

Em Campo Grande, na semana passada, um homem de 57 anos teve um prejuízo de pelo menos 17.557,46 ao tentar comprar uma camionete por um site de compras. A Polícia Civil dá diversas dicas para evitar este tipo de golpe. “Não existe pagar dívidas de carro para comprar. A gente orienta a vítima de furto para que se encontrar no site [o seu bem] procure a polícia que ela vai atrás”, afirmou a delegada da 4ª Delegacia de Polícia. Segundo a polícia, vários vendedores têm exigido depósitos antecipados para garantir a preferência na compra, mas o negócio é feito de forma direta e sem esse tipo de obrigação. No caso da compra da camionete, a vítima pagou R$ 2.135 para alguns reparos para ser aprovado na vistoria, R$ 5.248,28 de uma dívida ativa e R$ 4.236,91 por causa da alienação do banco. O suposto vendedor ainda apresentou uma procuração em nome da proprietária legal do veículo para pagar os débitos no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no valor de R$ 2.937,27. Além disso, a vítima repassou R$ 3 mil em dinheiro para o vendedor. Mas quando chegou o momento da transferência do veículo, foi informado que o vendedor não queria mais continuar com a negociação e não venderia mais a camionete. A vítima procurou a polícia e registrou o boletim de ocorrência por estelionato.

Dicas

Para evitar situações como essa, a polícia orienta o comprador a verificar se o produto foi furtado ou roubado. Em caso de flagrante de automóvel em situação irregular, pode ser enquadrado como receptação, que tem pena de 1 a 4 anos de prisão e multa. Duvide de valores muito abaixo do mercado e se o veículo for usado, deve verificar se há algum sinal de adulteração. A comprovação de compra é fundamental para tentar provar que o comprador não sabia sobre o crime e foi enganado pelo vendedor. É importante buscar informações sobre o site, com amigos ou familiares, verificando se há reclamações no cadastro do Procon. Também deve ficar atento com os procedimentos para reclamação, devolução do produto, prazo para entrega. Outro ponto a ser analisado é sobre as medidas que o site adota para garantir a privacidade e segurança dos usuários. Os dados da compra, como nome do site, itens adquiridos, valor pago e forma de pagamento, número de protocolo da compra ou do pedido, devem ser todos guardados. Identificar o endereço físico da empresa e os dados cadastrais, como CNPJ é importante em caso de reclamação. O consumidor pode checar os dados cadastrais da empresa acessando registro. E exigir Nota Fiscal.

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Fonte: G1

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Golpe do cheque falso lesa brasileiros na Flórida

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14/12/2017

Golpe do cheque falso é comum em todo os EUA

Um pintor goiano, morador de Deerfield Beach, está amargando um prejuízo de mais de $3 mil dólares em sua conta bancária por ter caído, há menos de um mês, em um golpe muito comum em todos os Estados Unidos. O golpe do cheque falso, no qual o estelionatário (de várias nacionalidades) do outro lado da linha – interessado em algum tipo de serviço prestado pela vítima – envia um cheque muito parecido com um cheque legítimo com um valor bem alto. Assim que o destinatário recebe o cheque, o golpista pede que a pessoa deposite o cheque em um ATM – para que o caixa não levante suspeitas – e pede que a pessoa envie uma certa quantia para uma conta determinada, que seria do estelionatário. Para brasileiros recém-chegados é bem complicado entender a lógica do sistema bancário americano. Nos EUA, quando você deposita um cheque em sua conta com uma quantia alta, o banco normalmente ‘adianta’ uma certa quantia para, então, compensar o valor e efetivar a transação no dia útil seguinte. Se o cheque depositado for falso ou não tiver fundos, o banco pega o dinheiro que ele havia adiantado de volta, devolve o cheque e ainda aplica uma multa de $35 como punição. No caso do pintor goiano, ele tem uma pequena companhia de pintura e conhece o sistema americano, já que vive nos EUA há 18 anos, mas foi convencido pelo ‘cliente’.  “Eu recebi um telefonema de uma pessoa falando muito mal inglês, não era brasileiro nem americano. A partir daí começamos a conversar por mensagem no celular. Ele me pediu o orçamento para pintar uma casa que existia, eu fui até o local, vi que tinha uma placa de venda e a casa estava lá. Ele acertou todo o serviço comigo por mensagem e me convenceu a aceitar um pagamento adiantado. Eu depositei o cheque numa sexta-feira no ATM, o cheque estava ‘limpo’ no dia seguinte e acabei depositando para ele os $3 mil que ele falou que seria para pagar um encanador”, explica. O problema é que na segunda-feira, quando o pintor foi conferir sua conta, o cheque além de não ter sido compensado, o rombo em sua conta era de $3,7 mil, já que ele havia sacado $3 mil para mandar para o golpista. “Eu sei que errei em acreditar, mas tudo parecia muito correto. Quero que essa reportagem sirva de alerta para outros brasileiros”, disse. Ele fez uma ocorrência policial e está tentando ser ressarcido do prejuízo pelo banco.

Dicas para não cair nesse golpe

  • Não aceite cheques com valor maior que o combinado para ter que devolver o dinheiro ao destinatário. Isso não existe.
  • Não troque cheques ‘inesperados’ por dinheiro vivo. Mesmo que o banco troque o cheque na hora, a instituição vai verificar que o documento é falso e você pode ter sérios problemas com a polícia.
  •  Não use ATM para depositar cheques de estranhos e vindos de locais que você não conhece. Deposite na boca do caixa.
  • Assim que receber o cheque por algum serviço prestado, ligue para a instituição para verificar que o destinatário existe.
  • Estelionatários são insistentes e ficam no seu pé até você depositar o cheque. Fique atento.

Foi vítima do golpe? Denuncie nos seguintes sites:

  • American Bankers Association Education Foundation, Fake Check Scams
  • FTC Consumer Alert, The Secrets of Mystery Shopping Revealed
  • Internet Crime Complaint Center, Work-at-Home Scams
  • National Consumers League, FakeChecks.org

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Fonte: Achei USA

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Cibercrime pode causar prejuízos para vítimas no Natal

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11/12/2017

Uma pesquisa de uma multinacional de tecnologia especializada em integração de rede, segurança e data centers, realizada com seus clientes em 58 países estima que quem compra presentes online corre o risco de perder entre US$ 50 e US$ 5 mil, ou R$ 160 e R$ 16 mil, por golpe. Assim como ocorre no comércio, os cibercriminosos aproveitam a época para reforçar suas táticas e lucrar em cima dos incautos. Nas próximas semanas, a empresa prevê um aumento em campanhas de phishing (golpe com isca) por e-mail, ataques de ransomware (sequestro de dados pessoais e arquivos digitais), trojans bancários (sites e e-mails falsos se passando por bancos reais) e sites fraudulentos que promovem ofertas fictícias como pacotes de férias. Outros truques usados são notificações falsas do status de entrega de encomendas, que levam o usuário a clicar em links maliciosos; e-mails indesejados de ofertas especiais, e recibos falsos de compras online que levam a vítima a abrir arquivos anexos que permitem o ransomware. Os dados mais desejados pelos hackers são os dados do cartão de crédito e informações de identificação pessoal como nomes de usuários, senhas e detalhes que sites acessam com frequência. De posse desse conteúdo, o criminoso pode usá-lo para se passar pela vítima em diversos sites e plataformas online.

Dicas para se precaver

  • Ensine crianças, pais idosos, e parentes que não são experientes na web para ficarem mais atentos aos detalhes na hora da compra;
  • Nunca use Wi-Fi público ao fazer compras online
  • Nunca abra e-mails, clique em links ou abra anexos de fontes desconhecidas
  • Nunca compartilhe seus nomes de usuário, senhas ou outras informações pessoais online
  • Fique de olho no ícone visível de cadeado no navegador para confirmar a criptografia. Isso significa que o website em que você está comprando é uma loja segura e confiável.
  • Use seu cartão de crédito ao invés do cartão de débito
  • Não armazene os detalhes do cartão online ou logins e senhas de acesso aos sites de e-commerce
  • Certifique-se de que seu antivírus e sistema operacional estejam atualizados em todos os aparelhos
  • Cheque seus extratos bancários com frequência e imediatamente relate cobranças não autorizadas ou suspeitas ao seu banco

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Fonte: É Assim

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Dicas da Polícia Militar contra golpes de estelionato

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05/12/2017

A secretaria de Estado de Segurança Pública, através do 16º Batalhão de Polícia Militar, alerta as pessoas com algumas dicas sobre como se prevenir contra golpes de estelionato. Bilhete premiado, conto do paco, herança, falso sequestro e troca de cartão em caixa eletrônico são alguns exemplos dos golpes. O crime de estelionato vem sendo aplicado no país inteiro e alguns casos também estão ocorrendo com frequência na região. Nesta segunda-feira (04), um homem caiu no conto do paco em Guarapuava.

O 16º BPM forneceu algumas dicas contra esses golpes que são aplicados geralmente nesta época do ano.

  1. Suspeite de pessoas que ofereçam prêmios tentadores (bilhetes premiados de loterias, joias, recompensas, prêmios fáceis, etc.). Desconfie de dinheiro e ganho fácil;
  2. Se encontrar objetos, folha de cheques, cartões ou carteiras na rua, solicite imediatamente o apoio da PM para o devido registro. Muitas vezes os golpistas usam esse momento para enganar as pessoas, oferecendo falsas recompensas;
  3. Desconfie de prêmios que chegam pelo celular, geralmente com DDD de outro estado. Neste caso, as pessoas empolgadas retornam para o telefone que está na mensagem e realizam depósitos em dinheiro para liberação do “suposto prêmio”.
  4. Ao retirar dinheiro do banco, guarde-o com cuidado em local discreto. Não conte dinheiro em público. Saindo do banco, certifique-se de que não está sendo seguido;
  5. Nunca exiba grande quantidade de dinheiro perante outras pessoas. Separe previamente a quantia necessária para as suas despesas diárias;

 O 16º BPM também orienta à população que estelionatários costumam se passar por pessoas influentes e bem vestidas, a fim de buscar proximidade com as vítimas em que tentam aplicar o golpe. Tendo sempre como justificativas causas sociais e filantrópicas, ou situações de urgência envolvendo a saúde de alguém, os criminosos solicitam a contribuição de valores que geralmente estão entre 1 mil e 2,5 mil reais. Em caso de dúvidas, ligue para a PM pelo 190. Caso queira ver a lista completa de dicas contra golpes, acesse a notícia na íntegra.

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Fonte: Correio do Cidadão

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