Mulher perde R$ 1,1 mil em golpe do falso empréstimo

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05/02/2019

Uma moradora de Sebastianópolis do Sul (SP) fez contato com supostos representantes de uma financeira através da internet e acabou perdendo R$1.180,12 no golpe do falso empréstimo. Dois golpistas trocaram várias mensagens com a vítima, até concluírem um falso empréstimo de R$5.890,12. Eles enviaram foto de um comprovante de transferência bancária do valor do empréstimo supostamente depositado na conta da mulher, porém ela não conseguiu sacar. A imagem enviada mostrava o valor bloqueado. Os criminosos exigiram o pagamento inicial de R$ 290,00 para o “contrato”, e mais dois depósitos de R$445,06 para o suposto “desbloqueio” do dinheiro. Ao descobrir que era golpe, procurou a Polícia Civil e registrou uma ocorrência. Ela forneceu cópias do contrato enviado pelo aplicativo de celular, além das conversas e os números dos celulares dos picaretas. Os aparelhos tem código de operação de São Paulo, mesmo local da sede da empresa.

COMO FOI O GOLPE:

  • A vítima pesquisou na internet uma financeira para empréstimo pessoal;
  • Ela clicou em um site e preencheu uma proposta;
  • Logo em seguida começou a receber mensagens no celular, até efetuar os depósitos;

COMO FUNCIONA:

  • Segundo policiais e consultores em segurança digital ouvidos pela reportagem, esse tipo de golpe é aplicado até mesmo por detentos de penitenciárias;
  • Eles utilizam indevidamente nome de empresas idôneas, ou ainda abrem empresas apenas de “fachada”;
  • No caso relatado, a pesquisa do CNPJ indica que a empresa existe e está ativa e registrada na Receita Federal como atividades de teleatendimento e holdings de instituições não-financeiras. O perfil do contato do WhatsApp também é falso;
  • Nesse caso, as fotos são “roubadas” de pessoas comuns, nas redes sociais;
  • As contas utilizadas para os depósitos feitos pelas vítimas também são fraudadas, muitas vezes até de pessoas mortas, ou que tiveram dados roubados e nem sabem;
  • No caso da vítima de Sebastianópolis, os depósitos foram feitos em contas de três mulheres;
  • O alerta dos especialistas é que as pessoas procurem instituições bancárias ou financeiras com sedes físicas, o que reduz o grau de risco nas contrações.

BH tem um caso de estelionato por hora; por dia, ocorrem 100 registros em Minas

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18/01/2019

Apelo emocional, boa comunicação, ganância e astúcia. Essas são algumas das características atribuídas aos autores de um dos crimes mais comuns em Belo Horizonte: o estelionato. Cerca de 27 golpes são registrados por dia na capital, média de pelo menos um por hora. De janeiro a novembro do ano passado foram 8.982 delitos, quase 250 a mais na comparação com igual período de 2017. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Na quinta-feira (17), uma mulher de 54 anos foi presa suspeita de realizar falsas campanhas que ajudariam pessoas carentes. Ela dizia às vítimas que iria adquirir cadeiras de rodas e preparar sopas para doar a asilos. Para validar as atitudes, emitia notas fiscais frias. O artifício utilizado para cometer o crime chama a atenção. Normalmente, segundo as forças de segurança, os golpes são feitos para pegar quem quer tirar proveito de alguma situação. Ao contrário deste caso, no qual as pessoas foram enganadas pela boa-fé. Conforme a Polícia Civil, a mulher também falsificava assinaturas de cheques de uma empresa de condomínios, onde era gestora financeira. O prejuízo, segundo a corporação, foi superior a R$ 290 mil, entre 2015 e 2017.

Desinformação

“O estelionato é o retrato fiel da desinformação, em que as pessoas acreditam em tudo, e acabam não checando as coisas”, afirma um delegado da Polícia Civil. “O aproveitador tira vantagem de quem quer vantagens, caindo em golpes que podem ser bobos, como o do bilhete premiado”, acrescenta o policial, que é titular da delegacia de plantão da região do Barreiro. Porta-voz da Polícia Militar, um major diz que os estelionatários abusam do sentimento para atrair as vítimas. “Eles utilizam meios de persuadir, apelam emocionalmente e também induzem à ganância”, explica. A dica, reforça o oficial, é duvidar. “Faça o caminho inverso, procure outros contatos, mas não acredite, de imediato, no que estão oferecendo”. Conforme o major, a PM atua na operação de flagrantes e de forma preventiva. Já as investigações, na maioria dos casos, são feitas só após denúncias anônimas ou das próprias vítimas. “Isso ocorre porque o estelionato mais comum acontece em situações corriqueiras. É como o furto, é difícil monitorar até que ele aconteça. O trabalho da Polícia Civil consiste em achar quem lucra e abastece os pequenos estelionatários”, explicou o delegado do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp).

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Fonte: Hoje em Dia

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Polícia prende quadrilha suspeita de aplicar ‘golpe do cartão’ em São José

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05/12/2018

A polícia apreendeu celulares e equipamentos eletrônicos — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Oito pessoas, sendo quatro homens e quatro mulheres, foram presas suspeitas dos crimes de uso de documento falso, estelionato e associação criminosa. Eles teriam aplicado o “golpe do cartão quebrado” ou “golpe do motoboy”. As prisões foram feitas pela Polícia Civil, nesta terça-feira (04), em São José, na Grande Florianópolis. A investigação era realizada há cerca de um mês. No local onde os suspeitos foram presos funcionava uma central, de onde partiam as ligações e eram reunidos os cartões bancários obtidos ilegalmente. A polícia apreendeu documentos, cartões bancários, dinheiro em espécie, cadernos de anotação, celulares e equipamentos eletrônicos.

O golpe

Conforme as investigações, um dos criminosos, se passando por um funcionário da Central de Segurança do Banco, ligava para as vítimas perguntando se elas reconheciam uma compra fictícia por cartão de crédito. Ao responder que não, o suposto atendente afirmava que o cartão de crédito tinha sido clonado, sendo necessário ligar para o número telefônico que estava no verso do cartão, para serem feitos procedimentos de segurança. Os criminosos mantinham a linha “presa” e após a vítima digitar o número de atendimento do banco, outro comparsa entrava em cena. A vítima acreditava, então, ter ligado para o banco. O comparsa confirmava alguns dados pessoais e dizia que, para fazer o cancelamento, era necessário que a vítima digitasse no teclado numérico a senha usada nos terminais de autoatendimento. Então eles captavam o número usando um equipamento específico. Em seguida orientavam as vítimas a quebrarem o cartão e diziam que um motoboy iria buscá-lo. De posse do cartão e senhas das vítimas, praticavam fraudes.

Veja orientações da polícia para evitar esse tipo de golpe:

  • Não fornecer a senha usada nos terminais de autoatendimento. Nos contatos telefônicos, os bancos exigem outra senha específica para esse fim;
  • Não entregar o cartão bancário para terceiros. Os bancos não prestam esse tipo de serviço.

Outras prisões

Na última quarta-feira (28) dois homens já haviam sido presos em flagrante pela falsificação de documento e estelionato. Eles seguem detidos pela conversão do flagrante em prisão preventiva. Até o momento 10 pessoas foram presas pela prática desses crimes. Segundo a Polícia Civil, ainda não é possível mensurar os valores obtidos nos crimes, nem o número de vítimas.

Número de vítimas de golpes pela internet cresce em Palmas; saiba como se proteger

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14/10/2018

Só no Primeiro Distrito Policial da capital foram registrados sete boletins de ocorrência em dois meses. Um golpe que está se tornando comum é quando uma pessoa aparece para intermediar a venda e a compra de um item anunciado na internet. Foi assim que um produtor agrícola, que precisava de uma máquina para plantar soja, perdeu R$ 30 mil. Ele depositou o dinheiro na conta de um estranho, mas que foi autorizada pelo vendedor. Os casos estão sendo investigados. O delegado responsável alerta para que as pessoas não façam negócios com intermediadores.

“Se o preço do produto está muito abaixo do valor de mercado, desconfie. Se há um terceiro que está intermediando, veja bem, você tem o comprador e o vendedor, ao invés deles conversarem, eles admitem que um terceiro controle toda a negociação. Aí sim você está caindo em um golpe”, diz.

Um auxiliar de manutenção escapou de um golpe por pouco. Graças a experiência no uso da internet. Ele conta que há poucos dias, quando colocou um celular para vender em um site, rapidamente apareceram vários interessados. “Eu entrei em contato com ele via WhatsApp e ele me pediu detalhes do celular.” Sem comprovar o pagamento, o suposto comprador insistiu bastante para que o aparelho fosse enviado para um endereço em São Paulo. Na tentativa de convencê-lo, o homem enviou o e-mail com o slogan de um site de compra e venda confirmando o pagamento, mas na hora, o vendedor notou que era falso. “Se não fosse a minha atenção, eu teria caído porque na hora eu notei que não era do próprio site”, afirma.

Saiba como se proteger do golpe do WhatsApp que atingiu ministros do governo

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19/07/2018

Na última terça-feira (17), a Polícia Federal deflagrou uma operação contra criminosos que faziam clonagens de números telefônicos. O grupo utilizava a conta de WhatsApp das vítimas, se passava pelos reais donos dos números e solicitava transferências bancárias. Em março, os ministros da Casa Civil e da Secretaria de Governo, e o ex-ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, tiveram os seus celulares clonados pelo grupo.

O WhatsApp tem uma ferramenta que pode proteger a conta dos usuários, a verificação em duas etapas. O recurso, precisa ser ativado. Com a verificação o aplicativo passa a solicitar senha antes de conceder o acesso ao perfil e histórico de conversas, protegendo contra clonagens. A ativação da ferramenta é simples e pode ser feita em qualquer Smartphone Android, iPhone ou Windows Phone.

Confira o passo a passo: 

Passo 1 : Clique nos três pontinhos para acessar as configurações.

Passo 2:  Clique em Conta depois em “Verificação em duas etapas”.

Passo 3 : Insira um PIN de 6 dígitos e confirme.

Passo 4: Insira um email, confirme e pronto! Sua conta ficará protegida.


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Fonte: O Povo

Saiba mais.

Vai tirar férias? Cuidado para não cair em fraudes nas compras online

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03/07/2018

Julho é um dos meses mais aguardados pra muita gente, afinal, é mês de férias. Muitas viagens estão sendo programadas, só que boa parte das pessoas acaba esquecendo de tomar certos cuidados na hora de comprar as passagens, reservar hotéis ou adquirir passeios por meio da internet. “Na empolgação, deixa-se de observar coisas importantes nas compras virtuais e o que não faltam são criminosos tentando roubar dados”, adverte o gerente sênior de Certificação Digital da Serasa Experian.

Para não deixar que a empolgação das férias vire um transtorno futuro, fique atento a alguns cuidados básicos.

Confira as dicas dos especialistas da Serasa para evitar fraude online:

  • Ao ingressar em um site, verifique se possui certificado de segurança. Para isso, basta checar se o http do endereço vem acompanhado de um “s” no final (https). Há ainda certificados que ativam um destaque em verde na barra do navegador;
  • Não faça cadastros em sites que não sejam de confiança;
  • Tenha cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou produtos por preços muito inferiores ao mercado;
  • Não compartilhe dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passarem por você;
  • Mantenha atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões;
  • Evite realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores conectados em redes públicas de Internet;
  • Ao usar computadores compartilhados, verifique se fez o logoff das suas contas (e-mail, internet banking etc.).
  • Utilize senhas fortes, que tenham também caracteres especiais. Não repita as mesmas senhas em diferentes plataformas de acesso.

Além dessas precauções, tente se antecipar nos preparativos, como uma boa revisão no carro, para os que optarem por pegar a estrada; não deixo para preparar malas na última hora; avise vizinhos e amigos próximos do seu período de afastamento; programar o pagamento de contas que vencem em julho; renove o certificado digital. “Muitos certificados vencem justamente no meio do ano e por estarem em férias as pessoas esquecem. Isso acaba trazendo problemas logo na volta ao trabalho”, adverte o gerente.

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Fonte: ABC do ABC

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Saiba como fugir dos golpes aplicados nos aposentados

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02/07/2018

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) devem desconfiar de promessas sobre revisões de benefícios e permanecer atentos a descontos desconhecidos em seus salários para que não sejam vítimas dos mais diversificados tipos de golpes. As fraudes contra aposentados geralmente ocorrem de duas formas. A primeira e mais comum, é o golpe do crédito consignado. O segurado é surpreendido por um desconto que não autorizou ou mesmo, se pediu o empréstimo e quitou, com a continuidade dos descontos. O mesmo tipo de problema acontece com descontos de organizações às quais o segurado nunca se associou. O aposentado ou pensionista precisa olhar sempre o informe de pagamentos para identificar possíveis descontos não autorizados. Caso identifique algo errado, a dica é registrar um boletim de ocorrência, reclamar com o INSS e com a instituição, além de pedir o ressarcimento dos valores. Caso o dinheiro não seja devolvido, ele pode ir à Justiça.

ASSOCIAÇÕES

Outro golpe comum que vem sendo aplicado é quando associações abordam aposentados e pensionistas por telefone ou enviam cartas dizendo que eles têm direito a uma revisão no INSS que pode pagar uma bolada. Para cumprir a promessa de vitória, os golpistas pedem pagamento antecipado. O segurado que for abordado deve sempre procurar uma segunda opinião e não fornecer dados bancários.

FRAUDES CONTRA SEGURADOS

> Aposentados e pensionistas do INSS devem ficar atentos para não cair em golpes
> Há diversas modalidades aplicadas por golpistas, que podem trazer grandes prejuízos

Descontos de crédito consignado ou associações

Os descontos podem ser ilegais quando:

> O beneficiário não pediu o empréstimo, mas teve a grana depositada na conta dele
> O segurado não recebeu a grana do empréstimo, mas teve as parcelas descontadas
> Fez e quitou o consignado, mas os descontos no benefício continuam
> O aposentado paga mensalidade para uma organização à qual nunca se associou

O QUE FAZER

> Registre um boletim de ocorrência em uma delegacia
> Vá ao banco, peça extratos e faça uma reclamação formal
> Ligue na Ouvidoria do INSS, no número 135, e, se possível, leve a reclamação por escrito em uma agência
> Se o banco ou a associação não devolver a grana, o segurado pode buscar a Justiça

Dica! É possível solicitar ao INSS o bloqueio dos descontos indevidos na aposentadoria 

COMO OS GOLPISTAS AGEM

> O aposentado ou pensionista recebe um telefonema dizendo que o segurado tem direito a uma revisão no benefício
> Há golpistas que mandam cartas com número de telefone para que o segurado entre em contato
> Essas pessoas pedem o depósito de um valor para habilitar a revisão ou liberar a grana do precatório

COMO EVITAR

>  Não é comum que advogados peçam valores para entrar antecipadamente com ações, então, nunca deposite grana com a promessa de ganhar uma revisão
> O INSS não pode abordar segurados dessa maneira, por isso, desconfie do contato se alguém falar em nome do instituto
> Procure a ouvidoria do INSS e registre um boletim de ocorrência na delegacia, caso desconfie se tratar de uma fraude

TOME CUIDADO

> Nunca forneça dados bancários ou de seu benefício por telefone a desconhecidos
> Caso seja abordado, procure opiniões de outros advogados para ver se o direito realmente existe
> Desconfie de quem promete boladas de dinheiro em ações totalmente desconhecidas

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Fonte: Correio do Estado

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

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