PM de Pará de Minas divulga alerta sobre golpe envolvendo cartões bancários

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08/03/2019

A Polícia Militar (PM) emitiu na sexta-feira (08) um alerta sobre um golpe envolvendo cartões bancários em Pará de Minas. Conforme a PM, uma mulher de 32 anos foi vítima de uma tentativa do golpe na cidade e, por pouco, não deu dinheiro aos criminosos. Os militares informaram que a mulher contou que recebeu uma ligação no telefone fixo de casa e, ao atender, a pessoa se identificou como um representante do banco em que ela tem conta e afirmou que alguém havia feito uma compra fraudulenta no cartão de crédito. O valor seria superior a R$ 3 mil. A mulher afirmou à polícia que o homem a ordenou para que cortasse o cartão de crédito e a entregá-lo, picado, a um representante do banco, que iria até a casa dela para recolhê-lo. Além disso, ela teria que entregar uma carta, escrita de próprio punho, solicitando o bloqueio do cartão. A mulher foi então orientada a desligar o telefone e ligar em um número 0800, que seria o telefone do banco. Ela seguiu as orientações e, ao ligar para o telefone indicado, uma outra pessoa confirmou a versão contada pelo primeiro interlocutor e pediu que a vítima confirmasse alguns dos dados que, segundo a mulher, já estavam na posse do atendente e fizeram ele ter mais credibilidade junto à ela. A mulher afirmou ter sido alertada por amigos sobre o golpe e, então, foi até a agência bancária em que tem conta. Lá, foi informada que a instituição não havia feito nenhuma ligação para ela e que o fato se tratava de um golpe. Segundo a PM, após isso a mulher ligou para a mãe, que pediu que ela não entregasse o cartão cortado para qualquer pessoa que chegasse à residência. A vítima relatou que após avisar a mãe sobre o golpe, ela afirmou que um homem foi até a casa dela e, depois de a mãe negar entregar o cartão para ele, uma pessoa suspeita ficou nas redondezas do imóvel com outros dois homens, em um carro. A mulher não sofreu nenhum prejuízo. A PM ressaltou que é importante que as pessoas tenham atenção neste modo de ação de criminosos e orienta que a população se mantenha em alerta quanto a golpes destes tipos e outros que geralmente são aplicados por telefone. Outra dica é para que ninguém passe nenhum dado pessoal ou faça depósitos em dinheiro sem antes checar a autenticidade da fonte das ligações.

Mulher perde R$ 1,1 mil em golpe do falso empréstimo

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05/02/2019

Uma moradora de Sebastianópolis do Sul (SP) fez contato com supostos representantes de uma financeira através da internet e acabou perdendo R$1.180,12 no golpe do falso empréstimo. Dois golpistas trocaram várias mensagens com a vítima, até concluírem um falso empréstimo de R$5.890,12. Eles enviaram foto de um comprovante de transferência bancária do valor do empréstimo supostamente depositado na conta da mulher, porém ela não conseguiu sacar. A imagem enviada mostrava o valor bloqueado. Os criminosos exigiram o pagamento inicial de R$ 290,00 para o “contrato”, e mais dois depósitos de R$445,06 para o suposto “desbloqueio” do dinheiro. Ao descobrir que era golpe, procurou a Polícia Civil e registrou uma ocorrência. Ela forneceu cópias do contrato enviado pelo aplicativo de celular, além das conversas e os números dos celulares dos picaretas. Os aparelhos tem código de operação de São Paulo, mesmo local da sede da empresa.

COMO FOI O GOLPE:

  • A vítima pesquisou na internet uma financeira para empréstimo pessoal;
  • Ela clicou em um site e preencheu uma proposta;
  • Logo em seguida começou a receber mensagens no celular, até efetuar os depósitos;

COMO FUNCIONA:

  • Segundo policiais e consultores em segurança digital ouvidos pela reportagem, esse tipo de golpe é aplicado até mesmo por detentos de penitenciárias;
  • Eles utilizam indevidamente nome de empresas idôneas, ou ainda abrem empresas apenas de “fachada”;
  • No caso relatado, a pesquisa do CNPJ indica que a empresa existe e está ativa e registrada na Receita Federal como atividades de teleatendimento e holdings de instituições não-financeiras. O perfil do contato do WhatsApp também é falso;
  • Nesse caso, as fotos são “roubadas” de pessoas comuns, nas redes sociais;
  • As contas utilizadas para os depósitos feitos pelas vítimas também são fraudadas, muitas vezes até de pessoas mortas, ou que tiveram dados roubados e nem sabem;
  • No caso da vítima de Sebastianópolis, os depósitos foram feitos em contas de três mulheres;
  • O alerta dos especialistas é que as pessoas procurem instituições bancárias ou financeiras com sedes físicas, o que reduz o grau de risco nas contrações.

BH tem um caso de estelionato por hora; por dia, ocorrem 100 registros em Minas

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18/01/2019

Apelo emocional, boa comunicação, ganância e astúcia. Essas são algumas das características atribuídas aos autores de um dos crimes mais comuns em Belo Horizonte: o estelionato. Cerca de 27 golpes são registrados por dia na capital, média de pelo menos um por hora. De janeiro a novembro do ano passado foram 8.982 delitos, quase 250 a mais na comparação com igual período de 2017. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Na quinta-feira (17), uma mulher de 54 anos foi presa suspeita de realizar falsas campanhas que ajudariam pessoas carentes. Ela dizia às vítimas que iria adquirir cadeiras de rodas e preparar sopas para doar a asilos. Para validar as atitudes, emitia notas fiscais frias. O artifício utilizado para cometer o crime chama a atenção. Normalmente, segundo as forças de segurança, os golpes são feitos para pegar quem quer tirar proveito de alguma situação. Ao contrário deste caso, no qual as pessoas foram enganadas pela boa-fé. Conforme a Polícia Civil, a mulher também falsificava assinaturas de cheques de uma empresa de condomínios, onde era gestora financeira. O prejuízo, segundo a corporação, foi superior a R$ 290 mil, entre 2015 e 2017.

Desinformação

“O estelionato é o retrato fiel da desinformação, em que as pessoas acreditam em tudo, e acabam não checando as coisas”, afirma um delegado da Polícia Civil. “O aproveitador tira vantagem de quem quer vantagens, caindo em golpes que podem ser bobos, como o do bilhete premiado”, acrescenta o policial, que é titular da delegacia de plantão da região do Barreiro. Porta-voz da Polícia Militar, um major diz que os estelionatários abusam do sentimento para atrair as vítimas. “Eles utilizam meios de persuadir, apelam emocionalmente e também induzem à ganância”, explica. A dica, reforça o oficial, é duvidar. “Faça o caminho inverso, procure outros contatos, mas não acredite, de imediato, no que estão oferecendo”. Conforme o major, a PM atua na operação de flagrantes e de forma preventiva. Já as investigações, na maioria dos casos, são feitas só após denúncias anônimas ou das próprias vítimas. “Isso ocorre porque o estelionato mais comum acontece em situações corriqueiras. É como o furto, é difícil monitorar até que ele aconteça. O trabalho da Polícia Civil consiste em achar quem lucra e abastece os pequenos estelionatários”, explicou o delegado do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp).

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Fonte: Hoje em Dia

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Black Fraude nunca mais! 7 dicas de mestre para evitar golpes e economizar com segurança.

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12/11/2018

Não é novidade para ninguém. A Black Friday brasileira vem sofrendo cada vez mais com fraudes, promoções mentirosas e empresas falsas. Sites-fantasmas surgem da noite para o dia, espalhando pela internet seus super descontos, fretes gratuitos e preços impossíveis de não chamar atenção. Por mais que tudo ocorra no ambiente on-line, os perigos de uma fraude eletrônica podem gerar transtornos imensos, envolvendo sequestro de dados bancários, pessoais e até processos jurídicos contra a própria vítima do golpe.

Quem também sofre com isso são os lojistas que levam a liquidação a sério e se espremem para oferecer ofertas verdadeiramente atrativas para o consumidor. Eles reduzem suas margens de lucro, apostam em um volume maior de venda, investem pesado em divulgação e ainda têm que lutar contra a cultura da fraude. Mas fique tranquilo! É possível se prevenir de todas as artimanhas da chamada “Black Fraude” com essas 7 dicas de ouro:

1 – Fuja de sites duvidosos

Eles surgem da noite para o dia, aparecem muito em anúncios de sites de pesquisa e se apresentam com layouts realmente convincentes. Para evitar tais sites, a dica é pesquisar suas reputações, seus protocolos internos de segurança e nunca digitar dados bancários até ter certeza de sua procedência.

2 – A famosa metade do dobro

Prática bem comum na época da Black Friday, muitas lojas aumentam os preços de seus produtos antes da liquidação para, na sexta-feira, abaixá-los novamente, entregando descontos falsos. Monitorar os preços do que você está procurando é primordial.

3 – Atenção às imagens meramente ilustrativas

Outro erro frequente de quem se aventura pelos e-commerces é não conferir se a descrição do produto é correspondente à foto que aparece na página de compras do site. Cores diferentes, modelos inferiores e ausência de funcionalidades podem se tornar uma dor de cabeça “daquelas”.

4 – Taxa de entrega X Valor do desconto

Outra artimanha empregada nas lojas virtuais é dar desconto em seus produtos e compensá-lo na taxa de entrega. Na empolgação do momento, o consumidor não analisa o valor do frete e acaba pedindo um produto por um valor igual ou até superior ao de meses atrás. Ponto para a compra em lojas físicas.

 5 – Política de troca e seu direito

Em muitos casos, os sites alteram sua política de troca para se eximir de eventuais pedidos de troca, agindo de má fé para empurrar lotes de produtos defeituosos. Mas aqui entra o PROCON, resguardando o consumidor com 7 dias de prazo para desistência da compra, sem apontar qualquer motivo.

6 – Guarde os comprovantes de compra

Nota fiscal, e-mail de confirmação, prints de telas de compra. Vale tudo para registrar todos os passos da sua compra, principalmente se for on-line. A legislação brasileira para internet ainda é muito falha, o que faz com que as compras nas lojas físicas sejam mais seguras também nesse ponto.

7 – Prefira lojas de rua e shopping

Diante de tantas possibilidades de ser fraudado e enganado, a escolha por lojas físicas de confiança. Você pode experimentar o produto, tirar dúvidas com o vendedor, negociar melhor o preço e o melhor de tudo: sair com a sua compra na hora.

Desafios do e-commerce para o Dia dos Pais

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24/07/2018

O Dia dos Pais está se aproximando e o comércio já está a todo o vapor. Para uma empresa que divulga dados de mercado sobre o e-commerce, a previsão é que haja um aquecimento nas vendas de até 12% em 2018. No ano passado, o período já mostrou resultado expressivo quando o crescimento foi de R$ 1,94 bilhão, o que representou alta de 10% no faturamento em relação ao ano de 2016. Os sites que pretendem aproveitar o bom momento do varejo on-line devem ter planejamento. A estrutura do e-commerce precisa transparecer um ambiente digital de qualidade para o cliente, além de apresentar diferenciais e condições especiais de compra, como frete grátis, descontos ou condições de parcelamento do preço final. O setor pode investir em ações promocionais por meio de campanhas de e-mail marketing e publicações nas redes sociais com direcionamento direto do cliente para o site.

Os vendedores podem ter problemas em dias de grande movimentação monetária no sistema. A venda por internet deixa os donos de e-commerce sujeitos a calotes, principalmente quando há cancelamento de uma compra com cartão de crédito. Esses casos podem esconder ações criminosas, como ataques cibernéticos, estelionato virtual ou atividades de má-fé do próprio comprador, que podem ter o intuito de obter o reembolso do valor de forma fraudulenta. Para diminuir esses tipos de ação, é importante que sejam criadas, tanto pelas operadoras de cartão de crédito, quanto pelos e-commerces, políticas próprias como consultas e conferências, contratação de serviços especializados para análise de risco ou contratar um gateway de pagamento, que funciona como intermediário e realiza a análise de risco, garantindo as transações.

Delete as dificuldades

Existem cinco problemas das lojas de e-commerce que podem prejudicar as vendas do estabelecimento virtual:

– Falta de entendimento da dinâmica do mercado e público-alvo;

– Deixar de responder as perguntas e as solicitações dos consumidores, tanto no atendimento ao consumidor do site quanto nas redes sociais da loja;

– Descumprir os prazos de entrega estipulados do produto;

– Falta de ter um site responsivo, ou seja, uma plataforma digital adequada às três telas: celulares, tablets e desktops;

– Não investir em segurança da informação.

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Fonte: E-Commerce News

Saiba mais.

Saque do PIS/PASEP do INSS em 2018 que virou golpe no WhatsApp

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23/07/2018

Cibercriminosos criaram um novo golpe, disseminado pelo WhatsApp, que atrai as pessoas que têm interesse em sacar os valores do PIS/PASEP. O governo mal liberou os saques das cotas para pessoas de todas as idades que trabalharam de 1971 a 1988 — a começar pelos que têm entre 57 e 59 anos —, e o golpe já começou. Conforme uma empresa de segurança digital, nas últimas 24 horas, 116 mil pessoas foram vítimas da fraude. No novo golpe, os usuários do aplicativo recebem uma falsa mensagem com dois links alertando sobre a possibilidade de retirada do benefício. Ao clicar em um dos links, o internauta é conduzido a uma página com uma mensagem que pede para conferir se o nome da pessoa consta na lista de beneficiados. Logo em seguida, sugere-se que o usuário responda a algumas perguntas: “Você trabalhou com carteira assinada entre 2005 e 2018?”; “Você está registrado atualmente?”, entre outras. O golpe, no entanto, traz informações erradas sobre o período de trabalho que gera o direito ao benefício e sobre o valor a ser pago (que, na verdade, varia de cotista para cotista). Sejam quais forem as respostas dadas, o internauta é direcionado a outra página falsa, sendo induzido a compartilhar a mensagem com 30 amigos ou grupos do WhatsApp. Conforme os golpistas, é preciso finalizar o processo para ter o benefício. Há, também, uma falsa seção de comentários de pessoas que supostamente teriam conseguido sacar suas cotas. Assim, o usuário abre brechas de segurança em seu smartphone, que pode ser infectado. Para não ser vítima desse tipo de fraude, os usuários não devem abrir links ou arquivos suspeitos, deletando a mensagem imediatamente. Também devem manter antivírus instalados em seus aparelhos e sempre verificar no site da empresa citada e existe a promoção ou a oferta anunciada. Verifique ainda se as mensagens estão escritas corretamente. Em geral, contêm erros de português, acentuação e pontuação.

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Fonte: Mix Vale

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Saiba como se proteger do golpe do WhatsApp que atingiu ministros do governo

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19/07/2018

Na última terça-feira (17), a Polícia Federal deflagrou uma operação contra criminosos que faziam clonagens de números telefônicos. O grupo utilizava a conta de WhatsApp das vítimas, se passava pelos reais donos dos números e solicitava transferências bancárias. Em março, os ministros da Casa Civil e da Secretaria de Governo, e o ex-ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, tiveram os seus celulares clonados pelo grupo.

O WhatsApp tem uma ferramenta que pode proteger a conta dos usuários, a verificação em duas etapas. O recurso, precisa ser ativado. Com a verificação o aplicativo passa a solicitar senha antes de conceder o acesso ao perfil e histórico de conversas, protegendo contra clonagens. A ativação da ferramenta é simples e pode ser feita em qualquer Smartphone Android, iPhone ou Windows Phone.

Confira o passo a passo: 

Passo 1 : Clique nos três pontinhos para acessar as configurações.

Passo 2:  Clique em Conta depois em “Verificação em duas etapas”.

Passo 3 : Insira um PIN de 6 dígitos e confirme.

Passo 4: Insira um email, confirme e pronto! Sua conta ficará protegida.


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Fonte: O Povo

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