Uberaba já registrou quase 500 crimes de estelionato em apenas cinco meses

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12/05/2019

Uma fonte ligada à reportagem realizou levantamento sobre a quantidade de registros de estelionato que Uberaba já teve este ano. Até a noite de sexta-feira (10) já haviam sido confeccionados 490 boletins de ocorrência do referido crime. Fazendo um cálculo simples, chegaram a uma média de quase quatro estelionatos registrados por dia na cidade. Os campeões em registro envolvem transações com agências bancárias e financeiras. A quantidade de empréstimos e clonagem de cartões segue trazendo prejuízos incalculáveis às instituições financeiras, que, em quase todas as situações, são obrigadas a ressarcir clientes que têm seus nomes utilizados nas transações. Quem também vem sofrendo com os estelionatos são os idosos. Eles se tornam presas fáceis em crimes nos quais, por exemplo, os criminosos utilizam chamadas telefônicas. Golpes como falso sequestro, cartão clonado e carro estragado na rodovia também engrossam a lista. A reportagem aproveita os números para fazer alguns alertas. Fique sempre atento a ofertas mirabolantes, desconfie de ligações de números que você não conheça, nunca forneça sua senha ou documentos a estranhos, jamais entregue seus cartões a supostos funcionários de bancos que vão até sua residência; em caso de sequestro, desligue o telefone e tente manter contato com a vítima em questão. Utilizando algumas destas dicas, você evita se tornar a próxima vítima.

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Fonte: JM Online

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Após registros de golpe envolvendo cartões de crédito, PM de Araxá faz alerta

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25/04/2019

Em Araxá, no Alto Paranaíba, quatro pessoas foram até a Polícia Militar (PM) para registrar boletim de ocorrência contra suspeitos de clonar cartões de crédito. De acordo com informações, as atitudes dos estelionatários eram praticamente as mesmas: ligam para a vítima avisando que os cartões delas foram clonados ou afirmando que uma compra foi realizada pelo cartão. Para não serem descobertos, os golpistas se passam por atendentes de telemarketing dizendo que resolvem essas fraudes, o que dificulta o reconhecimento deles, pois são treinados para agirem como atendentes. Após conseguirem enganar as pessoas, os estelionatários pegam dados dos cartões (código de segurança, senha etc) e falam para as vítimas os cortarem deixando o chip inteiro, colocando-os em seguida num envelope que será entregue a um motoboy, que vai até a casa das vítimas para pegar o envelope e depois entregar à polícia. As vítimas de estelionato devem entrar em contato com o banco para que o cartão seja bloqueado e não haja mais danos e registrar a ocorrência.

Dicas da polícia

  • Não passar senhas e dados pessoas em mensagens eletrônicas;
  • Desconfie de desconhecidos ligando ou enviando mensagens que solicitem dados pessoais;
  • Não use senhas óbvias, como datas de nascimento;
  • Troque as senhas periodicamente;
  • Verificar se o valor da compra foi digitado na máquina de cartão;
  • Confira frequentemente o extrato bancário;
  • Não perca o cartão de vista ao fazer compras em lojas físicas;
  • Procure buscar o cartão na agência em vez de pedir que seja entregue em casa;
  • Verifique se o antivírus do computador está atualizado antes de comprar pela internet. Ele impede a invasão de hackers que podem roubar dados bancários.

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Fonte: G1

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Delegacia da Receita Federal em Uberlândia alerta para golpe milionário

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24/04/2019

Em divulgação para a imprensa na manhã desta quarta-feira (24), a Delegacia da Receita Federal (DRF) de Uberlândia alertou que estelionatários vêm oferecendo à população supostos créditos de quitação de impostos e contribuições federais. O órgão explicou que as fraudes têm ocorrido nos chamados ‘créditos podres’ e atingem principalmente profissionais das áreas contábil, jurídica e empresarial. De acordo com a DRF, os golpistas apresentam uma farta documentação como se tivessem créditos obtidos de processos judiciais em valores equivalentes a milhões de reais e que podem chegar a bilhões. Em seguida, eles oferecem esses ‘créditos podres’ com um desconto de cerca de 30%. Para quantias maiores, negociadas diretamente com os empresários, o desconto pode chegar até 50%. Ainda conforme a delegacia, o golpe vem acompanhado de documentos falsificados da Secretaria da Receita Federal do Brasil, nos quais constam o deferimento do pedido de utilização desses créditos para compensar débitos tributários da União.

 Como operam

Para conseguir atingir as vítimas, os estelionatários aliciam intermediários locais, que normalmente são profissionais das áreas contábil ou jurídica, ou até mesmo pessoas que tenham livre trânsito com o empresariado local e oferecem em troca uma vultosa comissão. Na maioria das vezes, os intermediários locais não têm conhecimento que se trata de um golpe e tornam-se peças-chave para a consumação do crime, também sendo corresponsáveis pelos atos praticados.

 Crimes

Além do crime de estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal, os envolvidos também podem responder pelo crime de sonegação fiscal. A Receita esclarece que não existe nenhuma hipótese de extinção de dívidas tributárias apoiada em créditos de terceiros, sejam títulos públicos, ações judiciais ou qualquer outro tipo. E acrescenta, ainda, que há expressa proibição legal da utilização de créditos de terceiros de qualquer natureza para compensação de tributos federais.

Tipos de créditos oferecidos pelos fraudadores

  • Execução de títulos Públicos Antigos
  • Ações judiciais em face da SUFRAMA
  • Créditos referentes a desapropriação de terras
  • Letra do Tesouro Nacional emitida nos anos 70
  • Títulos da Dívida Agrária (TDA)
  • Créditos Financeiros junto à STN
  • Controle de preços efetuado pelo IAA nos anos 80
  • Desapropriação do INCRA
  • Debêntures da Vale
  • Créditos da Portobrás
  • Créditos do FIES
  • Títulos do CVS

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Fonte: G1

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Receita Estadual alerta para email falso de recibo em nome da instituição, na Paraíba

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16/04/2019

A Secretaria de Estado da Receita (SER) fez um alerta aos contribuintes paraibanos, nesta segunda-feira (15), sobre a circulação de emails falsos em nome da instituição. Uma das mensagens contém “recibo de pagamento”, em anexo, solicitando o pagamento devido em documento para download. A Receita Estadual informa que os emails falsos podem levar riscos como vírus e espiões nas máquinas dos contribuintes, caso sejam abertos. A secretaria orienta, ainda, em caso de recebimento desses emails de cobrança, que os contribuintes desconsiderem essas mensagens, ressaltando que a Receita Estadual não autoriza nenhuma outra instituição ou entidade a enviar mensagens eletrônicas em seu nome.

Mulher de 63 anos perde ao menos R$ 73,6 mil em golpe do ‘bilhete premiado’

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22/02/2019

Na manhã desta quinta-feira (21), em Presidente Prudente (SP), uma idosa, de 63 anos, perdeu ao menos R$ 73,6 mil no golpe do “bilhete premiado”. Conforme o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, a vítima contou que fez cinco transferências bancárias para uma conta, que no total somam R$ 73.680. Além disso, ela diz ter ido a “várias agências bancárias” com dois golpistas e a uma casa de câmbio localizada em um shopping da cidade, onde sacou dólares. No boletim de ocorrência não consta se ela sacou dinheiro dessas “várias agências bancárias”, nem diz o valor, em dólar, que ela entregou aos farsantes.

Passo a passo do golpe

Informações extraídas do boletim de ocorrência.

1. Vítima é abordada por um estranho, que se identifica como “PT”, no calçadão de Presidente Prudente. Ele diz a idosa que tem um bilhete premiado da Mega Sena, no valor de R$ 1,6 milhão. Ele afirma a idosa que, se ela ajudar a receber o prêmio, será “premiada” recebendo R$ 120 mil.

2. Surge o segundo criminoso, que passa a acompanhar a conversa. Ele “comprova” que o bilhete é realmente premiado.

3. Os dois então, passam a convencer a vítima de que, para receber os R$ 120 mil, ela precisa sacar um dinheiro da sua conta e entregar a eles, para provar que ela “era uma pessoa boa e confiável”.

4. A vítima e os dois bandidos vão, de carro (de um dos autores), a várias agências bancárias e a um shopping de Presidente Prudente. No centro comercial a idosa sacou dólares e deu aos estelionatários. A quantia entregue não foi informada. Não consta, no BO, se ela sacou dinheiro nessas “várias agências bancárias” percorridas pelos três.

5. Em cinco transferências bancárias, feitas eletronicamente, a vítima transfere R$ 73.680 para uma conta bancária indicada pelos golpistas.

6. Os autores levam a vítima até casa dela para pegar um comprovante de residência, e enfim, depositar os R$ 120 mil prometidos. Eles informam que para receber o valor ela precisa abrir uma conta em um banco.

7. Ao sair da residência, a vítima não vê mais os dois homens. E percebe que caiu em um golpe.

BH tem um caso de estelionato por hora; por dia, ocorrem 100 registros em Minas

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18/01/2019

Apelo emocional, boa comunicação, ganância e astúcia. Essas são algumas das características atribuídas aos autores de um dos crimes mais comuns em Belo Horizonte: o estelionato. Cerca de 27 golpes são registrados por dia na capital, média de pelo menos um por hora. De janeiro a novembro do ano passado foram 8.982 delitos, quase 250 a mais na comparação com igual período de 2017. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Na quinta-feira (17), uma mulher de 54 anos foi presa suspeita de realizar falsas campanhas que ajudariam pessoas carentes. Ela dizia às vítimas que iria adquirir cadeiras de rodas e preparar sopas para doar a asilos. Para validar as atitudes, emitia notas fiscais frias. O artifício utilizado para cometer o crime chama a atenção. Normalmente, segundo as forças de segurança, os golpes são feitos para pegar quem quer tirar proveito de alguma situação. Ao contrário deste caso, no qual as pessoas foram enganadas pela boa-fé. Conforme a Polícia Civil, a mulher também falsificava assinaturas de cheques de uma empresa de condomínios, onde era gestora financeira. O prejuízo, segundo a corporação, foi superior a R$ 290 mil, entre 2015 e 2017.

Desinformação

“O estelionato é o retrato fiel da desinformação, em que as pessoas acreditam em tudo, e acabam não checando as coisas”, afirma um delegado da Polícia Civil. “O aproveitador tira vantagem de quem quer vantagens, caindo em golpes que podem ser bobos, como o do bilhete premiado”, acrescenta o policial, que é titular da delegacia de plantão da região do Barreiro. Porta-voz da Polícia Militar, um major diz que os estelionatários abusam do sentimento para atrair as vítimas. “Eles utilizam meios de persuadir, apelam emocionalmente e também induzem à ganância”, explica. A dica, reforça o oficial, é duvidar. “Faça o caminho inverso, procure outros contatos, mas não acredite, de imediato, no que estão oferecendo”. Conforme o major, a PM atua na operação de flagrantes e de forma preventiva. Já as investigações, na maioria dos casos, são feitas só após denúncias anônimas ou das próprias vítimas. “Isso ocorre porque o estelionato mais comum acontece em situações corriqueiras. É como o furto, é difícil monitorar até que ele aconteça. O trabalho da Polícia Civil consiste em achar quem lucra e abastece os pequenos estelionatários”, explicou o delegado do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp).

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Fonte: Hoje em Dia

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Criminosos clonam contas de WhatsApp para aplicar golpes; veja como se proteger

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14/01/2019

O WhatsApp mais uma vez está servindo como meio para aplicar golpes. Criminosos estão clonando contas do aplicativo para se passar por parentes ou amigos das vítimas e pedir a transferência de dinheiro para conta de laranjas. Uma professora, de 51 anos, que preferiu não se identificar, levou um susto ao receber a mensagem do número de uma amiga: — Temos um grupo de amigas, de mais de duas décadas. Nos falamos muito em grupo. No começo do mês passado (06 de dezembro) uma delas que é “super certinha” me chamou no privado para pedir dinheiro emprestado. Conforme a vítima, o perfil da amiga afirmou que precisava de R$ 2.270 para pagar uma conta com urgência. — Ela me garantiu que depositaria o valor no dia seguinte. Como a conheço e sei que é uma pessoa correta, fiz a transferência — relata. A professora não desconfiou que a conta passada pela “amiga” estivesse no nome de um homem. A polícia conseguiu identificar o responsável pela conta: um adolescente de 17 anos. Quando pensava que havia ajudado a amiga, o perfil falso pediu mais R$ 2 mil. — Ai fiquei desconfiada. Entrei no Facebook da minha amiga e nele havia uma mensagem afirmando que o WhatsApp dela havia sido clonado e estavam pedindo dinheiro em nome dela — conta. A amiga que teve a conta clonada, também professora, descobriu que estava sem seu WhatsApp quando criminosos tentaram extorquir dinheiro da filha dela. — Minha filha me ligou umas 20h perguntando se eu estava bem. Aí, falou que eu havia pedido dinheiro, mas ela desconfiou e, aí, percebemos que minha linha havia sido clonada. A professora tentou cancelar sua linha de celular imediatamente. O procedimento, no entanto, só pôde ser feito no dia seguinte. Enquanto a linha da professora não era bloqueada, a quadrilha entrou em contato com mais três amigas dela, que não caíram no golpe.

Proteja-se do golpe

Como agem os criminosos?

  • Após o bandido obter dados pessoais de um usuário, ele liga na companhia telefônica se passando pelo cliente e habilita um novo chip de celular com o mesmo número, apesar de não ter roubado o aparelho.
  • O criminoso se passa por parente ou amigo da vítima, para facilitar a transferência de dinheiro para contas de laranjas.
  • Depois de ter conseguido o número da conta corrente ou do cartão de crédito, utilizando outro método fraudulento, o golpista consegue evitar que o correntista receba alertas de compras ou códigos de segurança (ex. Token SMS), enviados pelo banco.
  • Um indício deste golpe é quando o celular para de funcionar repentinamente.

Como evitar o golpe?

  • Proteja seus dados pessoais, sem revelar senhas e número de documentos para desconhecidos.
  • Quando perceber qualquer movimentação estranha em sua conta corrente, poupança, ou celular para de funcionar repentinamente, avise seu gerente ou contate a operadora do seu celular.
  • Desconfie de ligações ou mensagens inesperadas.
  • Comunique às empresas responsáveis assim que desconfiar de qualquer ação em seu nome.
  • Registre boletim de ocorrência na delegacia mais próxima.

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