Homem suspeito de estelionato é preso em João Pessoa, diz polícia

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22/06/2015

A Polícia Civil prendeu um homem de 45 anos suspeito de estelionato por meio da falsificação de documentos. Segundo o delegado Lucas Sá, da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, além de falsificar os próprios documentos mudando os nomes dos pais, também já havia falsificado os documentos da filha para tentar matricular a menina em uma série diferente da qual ela estava. A prisão foi feita no sábado (20), na casa do suspeito, no bairro do Bessa, na capital paraibana, e as informações sobre o caso foram divulgadas na manhã desta segunda-feira (22), em uma coletiva de imprensa. O homem foi detido através de um mandado de prisão por estelionato. “Ele tinha um padrão de vida elevado, morava em uma área nobre e os filhos estudam em escola nobre”, disse. De acordo com a Polícia Civil, as investigações começaram após uma denúncia de uma instituição de ensino particular de João Pessoa, de que o suspeito teria apresentado três identificações diferentes, em ocasiões diferentes. “Temos informações de que ele teria usado a própria família, no caso, a filha dele. Ele chegou a falsificar a documentação da filha após ela reprovar de ano”, explicou o delegado. Segundo a denúncia apresentada pela escola, a menina havia sido reprovada no ano letivo em uma escola e o documento que ele teria apresentado na nova instituição visava evitar a defasagem escolar e matricular a menina em uma série diferente da que ela estava. Ainda conforme a polícia, o homem teria emitido cheques bancários de maneira fraudulenta, o que teria prejudicado a escola. O delegado ainda explica que com o homem foram encontrados nove CPFs e registros de identificação diferentes, com divergências entre os nomes dos genitores do suspeito. A polícia vai investigar o caso e tentar identificar se existem outros crimes que possam ter sido cometidos pelo suspeito.

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Fonte: G1

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Mulher e filha são presas por usar documentos falsificados em lojas

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27/03/2015

Na sexta-feira (27) uma mulher e a filha foram presas por estelionato, o caso ocorreu em Itapetininga (SP). Elas usavam documentos falsificados para fazer compras em lojas da região. De acordo com a Polícia Civil, 14 CPFs falsificados foram encontrados com elas. Os policiais chegaram à dupla por meio de denúncia de comerciantes. Entre os estabelecimentos prejudicados estão prestadoras de serviços, instituições financeiras e comércios, incluindo valores de R$ 60 a mais de R$ 3 mil. A polícia informou que a filha fez compras utilizando 11 números de CPFs. Ela já tinha passagem pela polícia por estelionato. A mãe dela usou outros três números de documentos. Elas distribuíram cheques em lojas da região e contrataram vários serviços. O crime foi descoberto pela polícia, porque mãe e filha foram até uma loja e informaram um CPF para conseguir crédito. A dona do comércio fez uma consulta e estranhou o fato de existir mais de um nome para aquele registro. Em seguida, a vítima fez a denúncia. Em depoimento, as mulheres contaram ao delegado que a numeração do documento foi feita em um site na internet. A página foi identificada pela polícia, que agora vai investigar o responsável. “Vamos tentar identificar a origem do site, quem são os gerenciadores, encaminhar para órgãos competentes e se for o caso, será extinto para evitar que pessoas continuem praticando este tipo de crime”, explica ele. Mãe e filha vão responder processo em liberdade. Elas devem ser indiciadas pelos crimes de uso e falsificação de documento público e estelionato.

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Fonte: G1

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Advogados são presos suspeitos de aplicar golpes de quase R$ 6 milhões

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04/03/2015

Na terça-feira (03), dois irmãos, um de 37 e outro de 36 anos, foram presos suspeitos de usarem documentos falsos para obter financiamentos e aplicar golpes. De acordo com a Polícia Civil, os homens, que são advogados, cometiam os crimes há 17 anos e contavam com a ajuda das esposas. O prejuízo estimado é de R$ 6 milhões. A defesa dos suspeitos alegou que eles realmente cometeram fraudes, mas entre 1998 e 2007. Conforme o advogado a serviço deles, os clientes já responderam por alguns dos crimes relatados e, os demais, já prescreveram. Os irmãos eram investigados desde julho do ano passado. De acordo com a responsável pelo inquérito, a delegada da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), a polícia chegou ao nome dos suspeitos após a prisão de uma mulher por estelionato, em julho de 2014. A mulher confessou à polícia que os documentos falsos que usava foram confeccionados pelos advogados. Ela responde ao processo em liberdade. Segundo a investigação, cada um dos irmãos possui 15 CPFs falsos. Além disso, o de 36 anos possui 10 carteiras de identidades falsificadas e o outro, 08. “Eles mesmos falsificavam certidões de nascimento e de casamento, iam ao Instituto de Identificação e conseguiam os RGs ideologicamente falsos”, explicou a delegada. Alguns dos documentos eram totalmente falsificados.

Casamentos forjados
O irmão mais velho chegou a se casar três vezes. Conforme a delegada, as uniões eram forjadas e serviam para facilitar a falsificação. A última mulher com quem o advogado se uniu usou nome falso para se casar e, um ano depois, se separou. Foram encontrados registros falsos nos nomes das ex-mulheres do sujeito. Como a primeira delas morreu, a polícia conseguiu mandados de prisão temporária para as outras duas. A mulher do segundo casamento está em Portugal. Já em relação à última, a polícia possui apenas a foto dela, já que o nome que ela usou para se casar é falso, o que dificulta a prisão. Os irmãos tinham passagens pela polícia pelos crimes de estelionato, associação criminosa, falsificação de documentos e furto qualificado. Eles foram presos nas casas em que moram, em Goiânia, onde foram encontrados registros falsos.

Golpes
A delegada afirma que os irmãos aplicaram vários golpes, mas não soube calcular quantos. “Eram golpes variados. Eles abriam contas bancárias, que viabilizava, cartões, cheques, financiamentos de carros. Eles abriam empresas e usavam o nome para aplicar golpes também, são infinitas as possibilidades”, relata. A polícia estima que os crimes somam um prejuízo de R$ 6 milhões a bancos e empresas. Entretanto, a maior parte do dinheiro foi gasta. “Depois que eles conseguiam aplicar os golpes, eles gastavam. Então, eles não ostentam riqueza. Geralmente esse dinheiro que vem fácil, acaba fácil”, afirma. O mais velho possui dois apartamentos pequenos, terrenos, um carro, a sede do escritório em Aparecida de Goiânia e uma casa em Goiânia. Já o mais novo possui apenas uma casa na capital. A investigação do caso continua, pois a delegada apura se mais pessoas participavam dos golpes. Ela acredita que os irmãos serão indiciados por estelionato, formação de quadrilha, falsificação de documento público, uso de documento público, falsificação ideológica e uso de documento falso.

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Fonte: G1

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PF e RF deflagram operação para combater fraude às bases de dados de CPF’s

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12/08/2014

A Operação Alter Ego, foi deflagrada na manhã de terça-feira (12) pela Polícia Federal em ação conjunta com a Receita Federal, ela visa desarticular quadrilhas especializadas em fraudar as bases de dados da Receita Federal, especificamente o Cadastro de Pessoa Física (CPF), para usar em aberturas de empresas, empréstimos bancários, além de outras ações ilegais. A operação ocorreu, simultaneamente em Minas Gerais, no Pará, em Pernambuco, São Paulo e no Rio de Janeiro. Cerca de 110 policiais federais e 50 servidores da Receita Federal deram cumprimento a 17 mandados de condução coercitiva, a 22 mandados de busca e apreensão e a oito mandados de prisão preventiva. Durante o transcurso das investigações, que tiveram início através da Receita Federal, em meados de 2012, foram indiciadas, até o presente momento, 16 pessoas, em inquérito policial. A operação foi iniciada após análise de risco interna da Receita Federal, a qual detectou que alguns servidores e empregados dos Correios, entidade conveniada para inserção e alteração de CPFs, estavam envolvidos na emissão de centenas de CPFs com indícios de fraude. Há pouco mais de um ano, após o início da investigação conjunta com o Escritório de Corregedoria da Receita, foi possível colher robustas provas da existência de, pelo menos, três quadrilhas especializadas nessa atividade criminosa, formadas, inclusive, por agentes públicos. A Investigação focou na fase de criação dos CPFs, sendo certo que já foi possível perceber seu uso em golpes de internet, criação de empresas e fraudes contra credores. Os principais crimes investigados são de inserção e alteração de dados falsos.

Irmãos estelionatários que movimentaram cerca de R$ 200 mil são presos em Betim

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13/08/2014

Dois irmãos que aplicavam golpes utilizando documentos falsos de policiais e bombeiros em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte foram presos pela Polícia Civil. Segundo as investigações, os dois homens falsificavam identidades e cadastro de pessoa física de funcionários ligados à segurança pública para conseguir empréstimos junto a instituições financeiras. A suspeita é de que eles tenham movimentado R$ 200 mil. As investigações começaram depois que o irmão mais novo se dirigiu até um cartório com um documento de um cabo do Corpo de Bombeiros para retirar um empréstimo no valor de R$ 38 mil. Porém, os funcionários do local suspeitaram da ação, fazendo com que o processo demorasse mais que o de costume. Impaciente, ele deixou o local antes da conclusão do pedido financeiro, o que fez com que a polícia fosse acionada. A Polícia Civil teve acesso às imagens do cartório, o que possibilitou um trabalho mais detalhado de investigação. Conforme relatou o delegado, 16 boletins de ocorrência no nome do autor foram encontrados durante levantamento. Os irmãos davam preferência para pessoas que trabalhavam nas polícias Militar e Civil, devido a facilidade de acesso à empréstimos. Ao chegar em instituições de empréstimo, eles apresentavam documentos como contracheque e identidade, para pedir valores variados em dinheiro. A forma com que eles tinham acesso aos dados dos servidores públicos ainda será investigada, mas a dupla alega que comprava a documentação na Praça Sete, Região Central de BH. O cabo dos Bombeiros que foi alvo do golpe esteve presente na apresentação dos irmãos e informou que outros colegas de corporação foram vítimas dos suspeitos. Ele acredita que existam outras pessoas por trás do esquema. Os dois irmãos tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça, com base nos levantamentos, que contaram com o apoio ainda do serviço de inteligência do Corpo de Bombeiros. Ambos possuem extensa ficha criminal, com antecedentes em crimes de estelionato e falsificação de documentos.

Homem é Preso Por Falsificação Tentativa de Suborno

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23/07/2014

Um comerciante de 39 anos foi preso pela Polícia Militar em apoio a Polícia Civil na tarde de segunda-feira (21), em Catanduva (SP), pelos crimes de falsificação de documento e por corrupção ativa ao tentar subornar os policiais com R$15 mil em dinheiro. De acordo com a polícia, o suspeito  tem passagem por estelionato, roubo e formação de quadrilha. Segundo o Boletim de Ocorrência, dois policiais militares que estavam em patrulhamento na área central da cidade foram acionados para dar apoio a um policial civil, que estava acompanhando um homem suspeito de tentar aplicar um possível golpe do bilhete premiado. Os policiais militares encontraram o indivíduo em uma casa na  rua Aracajú, tentando subir o telhado do imóvel. Durante abordagem, o homem teria apresentado uma carteira de identidade do estado do Goiás e ao ser questionado foram constatadas informações divergentes em relação aos nomes dos pais informados no documento. O homem confessou se tratar de uma carteira de identidade falsa adquirida em São Paulo, na Praça da Sé. Em pesquisa na Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo – PRODESP foi verificado que o RG correto do suposto falsário foi expedido em  São Paulo, constando antecedentes criminais por estelionato, roubo, corrupção ativa e formação de quadrilha. A Polícia ainda apreendeu com ele, um carro com placas de Igarapava-SP, que passará por perícia para verificar suposta adulteração na placa. No interior do veículo foi encontrado um CPF também falsificado, uma certidão de casamento, além de uma maleta e dois mostruários de semi-joias. A maleta foi reconhecida pela ex-namorada do suspeito, que informou ter sido furtada há 40 dias. O homem foi levado à Delegacia de Investigações Gerais (DIG), onde fizeram a verificação dos dados e, depois foi apresentado no Plantão Policial. Ao saber que seria preso, durante o trajeto até a delegacia, o comerciante tentou subornar os policiais oferecendo R$ 15 mil em dinheiro, para que o liberasse. Os policiais comunicaram então o possível crime de corrupção ativa. No Plantão Policial, durante depoimento preliminar ao delegado, o homem negou ter ofertado o dinheiro aos policiais e só confessou que o RG e CPF eram falsos. Tratando-se de crime inafiançável, ele foi encaminhado à Cadeia local.

Mulher é presa ao sair de banco com documentos falsos em Juiz de Fora

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09/04/2014

Foi presa na tarde desta quinta-feira (09) por uma equipe da 1ª Delegacia de Polícia Civil do bairro São Mateus, em Juiz de Fora (MG), uma mulher suspeita de estelionato. Segundo informações, já havia um trabalho de investigação que levou à identificação dela. A mulher foi detida na saída de um banco e estava com documentos falsos, que apresentou para tentar fazer uma transferência em uma agência bancária. Também foi localizado com a mulher, na casa dela, uma quantidade ainda não contabilizada de documentos de identidade, de CPF’s, comprovantes de residência e cartões de crédito. Todos foram apreendidos, além de um televisor, que terá a origem investigada. A estelionatária abriu uma conta que vinha movimentando em nome de outra pessoa em um banco em Angra dos Reis (RJ). Agora será investigado se ela estava usando esses documentos falsos para adquirir mercadorias no comércio e na aplicação de golpes na cidade. A delegada responsável pelo caso disse que uma vítima da mulher chegou a se apresentar para a Polícia Civil dizendo que a suspeita comprou joias dela, mas parte foi recuperada. A estelionatária deve ser levada para a Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires no Bairro Linhares, após prestar depoimento. Se a participação dela no crime for confirmada, a pena é de dois a três anos de prisão.

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Fonte: G1

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