Funcionária pública é suspeita de produzir certificados escolares falsos em Lauro Müller, na Serra Catarinense

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17/06/2019

Em Lauro Müller, na Serra Catarinense, a polícia investiga a ação irregular de uma funcionária pública que é suspeita de falsificar certificados e históricos escolares em troca de pagamento. Para dar continuidade às apurações, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta segunda-feira (17) durante a Operação Fictum Libellum. As ordens judiciais foram cumpridas na casa da funcionária, de uma suposta ajudante e, também, na escola onde a mulher teria acessado os sistemas do estado. A ação foi realizada pela Polícia Civil, com apoio do Instituto Geral de Perícias e do Ministério Público. O inquérito foi instaurado na Delegacia de Polícia de Lauro Müller e identificou a funcionária da secretaria da educação. Ela não só produzia, como, também, vendia os documentos falsificados em nome de uma escola estadual, por R$ 800. A mesma pessoa também produzia trabalhos escolares para alunos que contratassem seus serviços, por R$ 50. Toda a ação tinha apoio de outra mulher. Durante as diligências policiais foram ouvidas testemunhas que indicaram a possível prática dos crimes de falsificação dos documentos, citando o nome de uma pessoa que nunca estudou na escola Engenheiro Ernani Cotrin, onde havia sido emitido histórico escolar como se o aluno fosse de lá. Também se descobriu que um ex-aluno estaria oferecendo os certificados escolares para venda. Comprovadas as suspeitas, a funcionária do Estado deve ser indiciada pelos crimes de corrupção ativa e passiva, bem como, por delito administrativo devido a inserção de dados falsos em sistema informatizado da administração pública.

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Fonte: NSC Total

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Operação da PF prende 3 pessoas e cumpre quatro mandados de busca e apreensão no nordeste do Pará

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06/06/2019

Nesta quinta-feira (06), na região nordeste do Pará, a Polícia Federal realizou a operação Fogo. Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Castanhal. Uma pessoa está foragida. Os mandados são cumpridas nos municípios de Colares, Vigia e Castanhal. O objetivo foi prender quatro pessoas suspeitas fazerem parte de grupo criminoso que atua na falsificação de documentos. A investigação começou com a prisão em flagrante de um falsário realizada pela Polícia Civil de Castanhal. Na ocasião, foi encontrado vasto material utilizado para falsificação de documentos e alguns dispositivos de informática. “A (Polícia) Civil continuou a investigação e chegou à conclusão da possível participação de uma servidora da receita federal, que ajudava esse grupo criminoso na fabricação de CPFs”, disse o delegado da Polícia Federal. Segundo a PF, os principais crimes investigados são de falsificação de documento público, inserção de dados falsos, corrupção ativa e passiva e organização criminosa. Em muitos casos, houve a criação de números de RGs e CPFs e desvio de cédulas de identidades. Um dos investigados estaria exercendo a função de papiloscopista da Polícia Civil. A Polícia Federal entrou no caso porque foi identificada, entre os investigados, a participação de uma servidora da Receita Federal. Os presos serão ouvidos na Superintendência da Polícia Federal em Belém e depois encaminhados ao sistema prisional.

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Fonte: G1

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Morador de Sorocaba teria se beneficiado de esquema de fraudes no INSS

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07/01/2019

Um morador de Sorocaba (SP) é suspeito de ter se beneficiado de um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que foi descoberto pela Polícia Federal. Os criminosos usavam o gabinete de uma vereadora de Santo André (SP) para organizar as irregularidades. A estimativa da polícia é de que mais de R$ 100 milhões tenham sido desviados pelos golpistas, que ofereciam aposentadoria antes do prazo em troca de dinheiro. A investigação começou em julho do ano passado depois que o setor de inteligência da Secretaria de Previdência Social percebeu um aumento no número de aposentadorias especiais de funcionários de bancos e empresas do setor de telefonia, sempre por meio da agência do INSS em Diadema, na Grande São Paulo. A investigação mostrou que os interessados em furar a fila do INSS de forma fraudulenta pagavam até R$ 10 mil para conseguir a aposentadoria especial e assim eles conseguiam receber do INSS antes do prazo. Segundo a Polícia Federal, um funcionário de um banco em Sorocaba conseguiu a aposentadoria especial em apenas quatro minutos.

Para conseguir fraudar o INSS os golpistas incluíam no sistema a informação sobre tempo de trabalho no setor gráfico para caracterizar a insalubridade, que dá direito a aposentadoria especial. Conforme a investigação, tudo era feito dentro do gabinete da vereadora. Era lá que o despachante A.S., segundo a Polícia Federal, oferecia a vantagem para os interessados na fraude. A investigação aponta que ele contava com a ajuda de V.M.S., funcionário do INSS da agência de Diadema, que inseria dados falsos no sistema. Ao todo, 1.300 aposentadorias estão sob suspeita. Em novembro do ano passado, a Polícia Federal fez uma operação para desmontar o esquema. Foram presos a vereadora, o despachante e o funcionário do INSS, que agora respondem em liberdade. Na casa do servidor do INSS foram apreendidos R$ 42 mil. Todos eles negam a participação na fraude. Os envolvidos devem responder pelos crimes de associação criminosa, corrupção passiva e estelionato qualificado, além de ter que devolver o dinheiro desviado com juros e multa.

Três pessoas são presas no Araguaia por envolvimento no esquema de compra e venda de CNHs em MT

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18/12/2018

Três pessoas foram presas na cidade de São Félix do Araguaia, na região do Vale do Araguaia, acusadas de estarem envolvidas num esquema de fraudes junto ao Detran de Mato Grosso. Ao todo foram detidos 51 suspeitos após conclusão de inquérito policial da operação “Mão Dupla”, da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz). Os suspeitos estariam participando de um esquema de compra e venda de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dentro do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) e vão responder pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, inserção de dados falsos no sistema e organização criminosa. O delegado responsável explica que, além dos indiciamentos dos suspeitos, também foram instaurados autos complementares para dar continuidade à investigação de fraudes na obtenção de CNHs. A Defaz também recebeu, de outras unidades policiais do Estado, informações referentes a pessoas que procuraram espontaneamente a Polícia Civil para registrar boletim de ocorrência e entregar Carteira Nacional de Habilitação (CNH), confessando que adquiriram de maneira indevida o documento, nos mesmos moldes da investigação em andamento. Os valores, que podiam variar de acordo com a condição financeira do candidato, eram pagos aos representantes das autoescolas, que por sua vez repassavam aos servidores da banca examinadora do Detran.

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Fonte: Folha MT

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Quadrilha é condenada a 172 anos de prisão por fraudes fiscais

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26/11/2018

Foi condenada a um total de 172 anos de prisão, pela 11ª Vara da Justiça Federal no Ceará, uma organização criminosa investigada na Operação Estorno, da Polícia Federal (PF), sob acusação de fraude fiscal a diversos órgãos públicos no Estado. Entre os oito réus sentenciados estão servidores públicos, empresários, contadores e um advogado. As penas individuais variaram de cinco anos e seis meses a 39 anos e cinco meses de reclusão. As condenações se deram pelos crimes de corrupção ativa e passiva, crime contra a ordem tributária, quadrilha, falsificação ou uso de selo ou sinal público, falsificação de documento particular, falsidade ideológica e tráfico de influência. A maior pena foi atribuída ao contador E.G.M., que, conforme a sentença, liderava o esquema criminoso. Segundo a investigação da PF e a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), ele era proprietário de uma empresa de contabilidade e mantinha contatos com servidores de órgãos públicos, com o objetivo de solucionar dívidas fiscais e multas e liberar cargas e mercadorias apreendidas dos seus clientes, de forma ilícita.

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Fonte: Diário do Nordeste

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Empresários do DF desviaram R$ 55 milhões com fraude em licitações

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27/07/2018

Uma operação chamada Monopólio, deflagrada na quinta-feira (26) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), revelou que através de fraudes em licitações, alguns empresários da capital conseguiram movimentar R$ 55 milhões. O grupo atuava desde 2011 em contratos firmados com algumas Administrações Regionais do DF. As investigações haviam começado em 2014, quando uma denúncia anônima apontou que os empresários usavam um grupo de empresas registradas em nome de laranjas (em geral, funcionários ou parentes) para fraudar as licitações. As ações ilícitas teriam acontecido, principalmente, em contratos com as administrações regionais de Águas Claras e do Gama, segundo as apurações. Conforme a polícia, o esquema ocorria em licitações do tipo “convite”, em que pelo menos três empresas são convidadas para disputar a realização de uma obra com valor menor que R$ 150 mil. Com isso, não é necessário “divulgar” a licitação.

Entre as principais obras fraudadas estavam a construção de quadras poliesportivas, parquinhos e a instalação de meio-fios. Durante o pente-fino, foram analisadas 259 licitações vencidas pelas empresas investigadas. Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e 18 de prisão temporária (por cinco dias). Entre os alvos, havia três servidores públicos, além dos empresários e seus laranjas. Os investigados foram indiciados por fraude em licitação, organização criminosa (com aumento de pena por envolverem servidores públicos), lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva. O GDF informou que irá exonerar os servidores.

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Fonte: Destak

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Operação da Polícia Civil cumpre mandados de prisão a servidores do Detran em Santarém

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20/06/2018

Foi deflagrada, no início da manhã desta quarta-feira (20), uma operação da Polícia Civil em Santarém (PA), para cumprimento de mandados de prisão de servidores do Detran-PA (Departamento Estadual de Trânsito do Pará), ex-servidores e despachantes que estariam vendendo CNHs e fazendo apreensão de veículos. A operação também faz busca e apreensão.

Segundo a polícia, a denúncia sobre o esquema criminoso foi feita pelo próprio Detran, no ano de 2015, quando as investigações foram iniciadas pela Polícia Civil. Durante o inquérito, a polícia constatou indícios de infrações penais como associação criminosa, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema de informação, concussão (obtenção de vantagem indevida por servidor público), corrupção passiva e corrupção ativa, advocacia administrativa, dentre outras ilegalidades. As investigações foram feitas pelo Núcleo de Investigação (NAI) da superintendência regional de polícia do Baixo-Amazonas.

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Fonte: G1

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