Polícia prende cinco por dar golpe pela internet

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31/05/2017

Na noite da terça-feira (30), cinco indivíduos que estavam dando golpes pela internet foram presos por policiais da 4ª Cia do 6º Batalhão de São Bernardo. Durante bloqueio pela Rua dos Vianas, policiais avistaram um veículo HB20 que tentou evadir-se do bloqueio. Após serem abordados, foram encontrados com os cinco ocupantes do carro R$ 4.500 em espécie, um aparelho celular, produto de roubo, e dois extratos com movimentações bancárias estranhas. Ao serem questionados, os homens tentaram oferecer dinheiro para os policiais como forma de se livrarem da autuação em flagrante. Na delegacia, a investigação acusou que os criminosos praticavam estelionato pela internet, pois realizavam anúncios de veículos zero quilômetro e quando a vítima entrava no golpe e depositava a quantia solicitada, eles desapareciam. Tal situação foi confirmada com uma das vítimas. O grupo foi enquadrado por estelionato, corrupção ativa e falsa comunicação de crime.

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Fonte: Diário do Grande ABC

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PF faz operação para desarticular organização suspeita de fraudar seguro-desemprego e FGTS

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18/05/2017

Nesta quinta-feira (18) foi realizada pela Polícia Federal, em parceria com o Ministério do Trabalho, a operação Stellio para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudes contra programa de seguro-desemprego e FGTS que atuava em vários estados. A investigação apontou um prejuízo de R$ 320 milhões, entre janeiro de 2014 e junho de 2015. Ao todo estão sendo cumpridos 136 mandados judiciais nos estados do Tocantins, Goiás, Pará, Maranhão, Roraima, Paraná e Santa Catarina, sendo 56 mandados de busca e apreensão, 10 de condução coercitiva, 9 prisões preventivas e 61 prisões temporárias. A investigação apontou que requerimentos fraudulentos eram inseridos nos SINES por agentes credenciados e em escritórios montados pela organização, mediante a utilização das senhas desses agentes cooptados pelos criminosos. A Justiça Federal em Palmas determinou a prisão de 14 agentes e ex-agentes de SINES dos estados do Tocantins, Goiás e Maranhão, que atuaram na inserção de milhares de requerimentos fraudulentos no sistema do Ministério do Trabalho. Os fatos estão relacionados aos crimes de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva, cujas penas somadas ultrapassam 50 anos.

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Fonte: G1

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Polícia apura fraude no pagamento de IPVA que gerou prejuízo de R$ 10 milhões

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10/04/2017

A Polícia Civil iniciou uma operação que apura a fraude no pagamento de IPVA, que gerou prejuízo de R$ 10 milhões aos cofres públicos, em Goiás. Conforme a corporação, 800 boletos do tributo receberam baixa no sistema da Secretaria da Fazenda (Sefaz) sem serem pagos. Dois despachantes foram presos e cinco servidores do órgão foram conduzidos coercitivamente suspeitos de envolvimento com o crime. O resultado da Operação Click foi apresentado nesta segunda-feira (10), em Goiânia. A ação foi deflagrada na última sexta-feira (07) e cumpriu dois mandados de prisão temporária, cinco de condução coercitiva e seis de busca e apreensão em Goiânia, Quirinópolis e Aragarças. Segundo o delegado da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Ordem Tributária (DOT), esta foi a segunda etapa das investigações, que já haviam identificado, anteriormente, um ex-funcionário da secretaria como operador das fraudes. De acordo com o investigador, ele ocupava um cargo comissionado na Sessão de IPVA da Sefaz. Em depoimento, o homem confirmou as fraudes, mas, segundo o delegado, não haviam elementos suficientes para a prisão dele. Após ser descoberto, o suspeito abandonou o cargo.

Esquema

O superintendente executivo da Sefaz, conta que a fraude foi identificada pela própria secretaria, que encaminhou o caso para a investigação da Polícia Civil. De acordo com o representante do órgão, a secretaria está colaborando com as investigações e quer reaver os R$ 10 milhões que deixaram de ser pagos aos cofres públicos desde o ano de 2012. O delegado explica que a dinâmica do esquema será esclarecida a partir da análise do material apreendido. Mas que já pode adiantar que a fraude acontecia em três esferas. Segundo ele, foram utilizadas várias senhas de servidores para que fosse dada a baixa no pagamento do imposto. A Polícia Civil apura se todos estes servidores tinham envolvimento com o esquema. “Pode ter sido de dentro da secretaria, por parte do servidor, ou servidores, que acessava o sistema para anular a cobrança do tributo, do lado do contribuinte, que pode ter procurado despachantes para obter vantagem, o que nós vamos apurar com depoimentos. E por parte dos profissionais que foram presos suspeitos de mediar a questão entre o contribuinte e o servidor que fraudava”, afirmou. Os envolvidos devem responder por inserção de dados falsos no sistema, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e sonegação fiscal. A pena para estes crimes pode chegar a 40 anos.

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Fonte: G1

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PF desarticula grupo suspeito de desviar R$ 1,2 milhão do INSS em RO

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14/03/2017

Em Rondônia, na manhã desta terça-feira (14), a Polícia Federal deflagrou a Operação Consilium Fraudis, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso suspeito de cometer fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no estado. De acordo com a PF, os suspeitos são responsáveis por um prejuízo de cerca de R$ 1,2 milhão aos cofres públicos. Ao todo, 34 mandados judiciais estão sendo cumpridos nas cidades de Porto Velho, Ariquemes (RO) e Alto Paraíso (RO). Dentre os mandados que estão sendo cumpridos por 65 policiais federais, três são de prisão temporária, nove de busca e apreensão e 22 de condução coercitiva. Calcula-se que a operação evitou um prejuízo de R$ 7 milhões. Segundo a PF, a investigação apurou que servidores do INSS de Ariquemes recebiam propina em troca da concessão de benefícios previdenciários fraudulentos, principalmente em casos de pensão por morte rural. O grupo criava processos administrativos com documentos falsos para justificar a liberação dos benefícios. Em alguns casos, os processos nem chegavam a ser criados, as informações eram inseridas diretamente no sistema da Previdência Social pelos servidores investigados. Na maioria dos casos, a propina era paga por meio de empréstimos consignados que eram obtidos pelos titulares dos benefícios fraudados e, posteriormente, repassados ao grupo criminoso. A PF explica que os suspeitos responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de associação criminosa, uso de documento falso, inserção de dados falsos em sistemas de informação, corrupção passiva e corrupção ativa. Além do cumprimento dos mandados, a Justiça Federal determinou o afastamento de dois servidores do órgão, a suspensão de 30 benefícios previdenciários e a proibição de quatro investigados de frequentarem qualquer agência da Previdência Social no Brasil.

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Fonte: G1

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Ao saber que seria presa, mulher oferece R$ 10 mil a policiais militares

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15/01/2017

A Polícia Civil abordou uma mulher em uma Penitenciária de Junqueirópolis, no sábado (14), após receber a informação de que a mesma tentaria entrar na unidade prisional com documento falso. Ela foi questionada se seu documento era verdadeiro e respondeu positivamente. Porém, a suspeita apresentou “muito nervosismo e respostas desencontradas, inclusive fornecendo vários outros nomes e números de RG”. A mulher foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil, onde novamente foi questionada sobre seu documento e acabou confessando que era falso e tinha adquirido no Centro da cidade de São Paulo (SP). “Quando foi informada que seria presa em flagrante, ofereceu à equipe o valor de R$ 10 mil para que não fosse efetuada a prisão”, afirmou a Polícia. Como a autora insistia em não informar seu verdadeiro nome, ela foi levada para a Delegacia Seccional de Dracena para ser legitimada e assim possibilitar a confrontação com os arquivos do Instituto de Identificação “Ricardo Gumbleton Daunt” (IIRGD). Dessa forma, a suspeita foi identificada como uma moradora de São Paulo e que havia contra ela um mandado de prisão expedido no dia 22 de novembro de 2012 pelo crime de roubo. A mulher foi presa em flagrante por uso de documento falso e corrupção ativa e permanece à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

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PF deflagra operação que investiga fraude na Previdência Social de RO

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12/12/2016

Foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (12), pela Polícia Federal, com apoio de auditores da Previdência Social, a Operação Imprevidência. Conforme as investigações, uma organização criminosa que atuava no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho (Ipam), aplicou ao menos R$ 80 milhões em investimentos fraudulentos como contrapartida pela injeção de valores na campanha de reeleição do prefeito da capital. Estão sendo investigados os crimes de gestão fraudulenta e corrupção ativa no Ipam e também em outros cinco municípios de Rondônia. Cerca de 73 policiais federais cumpriram 30 mandados judiciais, sendo quatro de prisão temporária, 19 de busca e apreensão, sete de condução coercitiva. Os mandados estão sendo cumpridos nos Estados de São Paulo e Rondônia. A investigação apurou que uma organização criminosa, formada por empresários, corretores de investimentos, lobistas e servidores públicos atuou com o fim de viabilizar a realização de aplicação de R$ 80 milhões do Ipam em fundos de investimentos “podres” ou fraudulentos, como contrapartida pela injeção de valores na campanha de reeleição do prefeito de Porto Velho. Para atingir seu objetivo a organização criminosa procurou pressionar e corromper servidores públicos, mediante o oferecimento de propina. A organização criminosa pretendia captar 250 milhões de reais junto aos institutos de previdência de municípios de Rondônia para investi-los em fundos “podres”. Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta e corrupção ativa.

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Fonte: G1

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Quadrilhas movimentaram R$ 600 mil com fraudes no Detran-MT, diz polícia

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10/11/2016

Em apenas um ano, cerca de R$ 600 mil foram movimentados por duas organizações criminosas identificadas pela Polícia Civil como atuantes dentro de unidades do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT). As quadrilhas foram desmanteladas durante a operação “Hidra de Lerna”, deflagrada nesta quinta-feira (10) pela Polícia Civil. As duas organizações eram lideradas por despachantes, contavam com a participação de servidores públicos e seus membros também tinham tarefas bem definidas. Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de prisão contra os suspeitos de participação nas quadrilhas. Além disso, a polícia ainda conduziu 18 pessoas suspeitas de terem se beneficiado do esquema que funcionava nas unidades do Detran em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, e em Nossa Senhora do Livramento, a 42 km da capital. Conforme o titular da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (Derrfva), as quadrilhas atuavam de forma a garantir a aprovação de veículos irregulares durante a vistoria obrigatória no Detran-MT, mediante pagamento de vantagem indevida, e também para conseguir agendamento prioritário aos clientes interessados. As quadrilhas também ofereciam o “serviço” de suspensão de multas de trânsito e pontos na carteira de habilitação. O esquema funcionava da seguinte forma: a pessoa interessada em agendar o serviço de vistoria mais rápido ou para aprovar um veículo irregular procurava o despachante que, por sua vez, já tinha um contato dentro da 5ª Circunscrição Regional de Várzea Grande (Ciretran) e em Nossa Senhora do Livramento, onde era feitos os agendamentos prioritários e as vistorias irregulares. Era o despachante que pagava o vistoriador para que os veículos fossem aprovados e cobrava, posteriormente, o cliente pelo serviço “VIP” recebido ou pela facilidade com que seu veículo era aprovado na vistoria. “Num montante geral, isso dava um valor expressivo. Às vezes, a fraude individualmente  considerada pode não parecer muito, porque se trata de R$ 50, R$ 100. Porém, em um dia, são vistoriados mais de 20 veículos. Uma equipe nossa conseguiu flagrar, em apenas um dia, mais de 12 veículos irregulares. Fizemos estimativas com base no montante diários e chegamos ao valor de cerca de R$ 600 mil, que teria sido movimentado em apenas um ano”, afirmou o delegado. Os particulares que se beneficiaram dos “serviços” prestados podem responder por corrupção ativa, segundo a polícia, caso seja comprovado que eles ofereceram vantagens para algum servidor. Agora, se eles apenas atenderam a uma solicitação feita pelo servidor, é o servidor citado quem poderá responder pelo crime de corrupção passiva.

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Fonte: G1

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