PF prende dois por receberem R$ 9 milhões com fraudes no seguro-desemprego

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21/09/2018

Nesta quinta-feira (20), a Polícia Federal prendeu dois homens em uma operação que mira em supostas fraudes do seguro-desemprego. Conforme a PF, os suspeitos foram detidos em um escritório de contabilidade no bairro da Penha, na zona leste de São Paulo, por possuírem consigo mais de 1.600 documentos falsos ou em branco, como espelhos de RG e Carteiras de Trabalho. Os esquemas teriam gerado saques de 9 milhões de reais em benefícios fraudulentos. De acordo com nota da Polícia Federal, as investigações começaram em Presidente Prudente (SP) quando, em outubro de 2017, “um trabalhador desempregado procurou a PF para relatar que não havia conseguido retirar seu seguro-desemprego porque alguém já o havia recebido”. Ainda segundo a corporação, foram criadas cerca de 300 empresas fictícias para receber mais de 9.000 seguros-desemprego fraudulentos. Junto com os documentos falsos ou em branco, a PF apreendeu 472.000 reais em espécie e “apetrechos” para falsificação de documentos. A Polícia Federal afirma que vai voltar aos trabalhos “para identificar os beneficiários dos benefícios, seu envolvimento com o grupo investigado e também a origem dos documentos apreendidos, se são verdadeiros – desviados de instituições legítimas, ou falsos”. “Os presos foram encaminhados ao sistema prisional estadual, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal. Eles responderão pelos crimes de estelionato, organização criminosa e corrupção ativa”, conclui a PF.

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Fonte: Veja

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Trio é preso por alugar carros e revender com documentos falsos

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15/08/2018

Em Alagoas, a Polícia Civil prendeu três pessoas suspeitas de falsificar documentos de carros alugados e revender os veículos a terceiros. Os suspeitos estavam jantando em uma churrascaria em Marechal Deodoro, na noite dessa terça-feira (14), quando foram abordados por agentes da Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC). No momento da prisão, três carros prontos para serem revendidos foram apreendidos. Conforme o delegado responsável, o trio alugava os veículos de locadoras dos estados da Bahia e Pernambuco e os revendia em Alagoas, após falsificar os documentos dos automóveis. Os suspeitos revendiam os carros a preços do mercado. “Após a não devolução dos veículos, as locadoras acionavam a polícia e quando a polícia chegava nos carros em questão eles já se encontravam em posse das pessoas que os compravam de boa-fé e que saíam no prejuízo”, conta o delegado. No momento da prisão, foram encontrados com eles os veículos Cruze/ Chevrolet, Renault Logan e Onix Chevrolet que pertencem a duas locadoras de Pernambuco. Segundo o delegado, caso as vendas fossem efetuadas, o trio iria lucrar cerca de R$ 100 mil. No momento da prisão, eles ainda ofereceram R$ 40 mil aos policiais para não serem presos. Ao receber a recusa da polícia, quando se dirigiam para a delegacia, eles ainda tentaram fugir ao abrir a porta da viatura e sair correndo. Os três foram presos por estelionato, associação criminosa e corrupção ativa.

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Fonte: OP9

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Quatro homens são presos por falsificação de identidades e de cheques

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10/08/2018

 Na tarde desta quinta-feira (09), quatro homens foram presos em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, por falsificação de documentos de identidade e cheques bancários. A prisão foi realizada em flagrante pelos policiais da delegacia do bairro. Os suspeitos foram identificados como R.F.Souza, A.S.Siqueira, L.S.Amorin e G.C.Sales. A quadrilha estava em posse de cédulas de identidade e inúmeros cheques falsos, diversos apetrechos de falsificação, extratos bancários e dinheiro, além do planejamento de uma possível ação criminosa no Recife. Um deles, procurado no Rio de Janeiro por estelionato, era foragido da Justiça. Para que não fossem presos, o grupo chegou a oferecer dinheiro aos policiais. Os suspeitos foram autuados por corrupção ativa, petrechos de falsificação e associação criminosa.

De acordo com o delegado responsável, a quadrilha tinha atuação interestadual. “Nenhum deles é de Pernambuco, todos são de outros estados e o grupo parece ter sede no estado do Mato Grosso. Identificamos atuação deles também no Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros estados do sul. Acreditamos que eles movimentem grandes quantias em dinheiro, pela quantidade de extratos bancários e de cheques encontrada”, explica. A investigação segue na identificação de novas vítimas e novos crimes, inclusive com relação à falsificação de documentos públicos.

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Fonte: OP 9

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Empresários do DF desviaram R$ 55 milhões com fraude em licitações

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27/07/2018

Uma operação chamada Monopólio, deflagrada na quinta-feira (26) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), revelou que através de fraudes em licitações, alguns empresários da capital conseguiram movimentar R$ 55 milhões. O grupo atuava desde 2011 em contratos firmados com algumas Administrações Regionais do DF. As investigações haviam começado em 2014, quando uma denúncia anônima apontou que os empresários usavam um grupo de empresas registradas em nome de laranjas (em geral, funcionários ou parentes) para fraudar as licitações. As ações ilícitas teriam acontecido, principalmente, em contratos com as administrações regionais de Águas Claras e do Gama, segundo as apurações. Conforme a polícia, o esquema ocorria em licitações do tipo “convite”, em que pelo menos três empresas são convidadas para disputar a realização de uma obra com valor menor que R$ 150 mil. Com isso, não é necessário “divulgar” a licitação.

Entre as principais obras fraudadas estavam a construção de quadras poliesportivas, parquinhos e a instalação de meio-fios. Durante o pente-fino, foram analisadas 259 licitações vencidas pelas empresas investigadas. Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e 18 de prisão temporária (por cinco dias). Entre os alvos, havia três servidores públicos, além dos empresários e seus laranjas. Os investigados foram indiciados por fraude em licitação, organização criminosa (com aumento de pena por envolverem servidores públicos), lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva. O GDF informou que irá exonerar os servidores.

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Fonte: Destak

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Operação da Polícia Civil cumpre mandados de prisão a servidores do Detran em Santarém

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20/06/2018

Foi deflagrada, no início da manhã desta quarta-feira (20), uma operação da Polícia Civil em Santarém (PA), para cumprimento de mandados de prisão de servidores do Detran-PA (Departamento Estadual de Trânsito do Pará), ex-servidores e despachantes que estariam vendendo CNHs e fazendo apreensão de veículos. A operação também faz busca e apreensão.

Segundo a polícia, a denúncia sobre o esquema criminoso foi feita pelo próprio Detran, no ano de 2015, quando as investigações foram iniciadas pela Polícia Civil. Durante o inquérito, a polícia constatou indícios de infrações penais como associação criminosa, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema de informação, concussão (obtenção de vantagem indevida por servidor público), corrupção passiva e corrupção ativa, advocacia administrativa, dentre outras ilegalidades. As investigações foram feitas pelo Núcleo de Investigação (NAI) da superintendência regional de polícia do Baixo-Amazonas.

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Fonte: G1

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Estelionatários são presos ao tentarem aplicar golpe em idosos em banco em MT

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31/05/2018

Ao tentarem aplicar golpes em idosos em agências bancárias, dois homens foram presos em Mirassol D’Oeste, a 329 km de Cuiabá. Conforme a polícia, J.R.S.C., de 59 anos, e V.A.S., também de 59 anos, se ofereciam para sacar valores para os idosos. As prisões aconteceram na terça-feira (29). Conforme a Polícia Civil, de posse dos cartões e senhas dos idosos, um dos estelionatários fazia o saque quando o outro se aproximava da vítima. Na ocasião, ele dizia que o dinheiro nos caixas haviam acabado. No momento de distração, o primeiro pegava as cédulas que eram liberadas e, em seguida, o cartão era devolvido ao idoso, que acreditava que o saque não havia sido realizado. Foram identificadas vítimas dos golpistas em Cáceres, São José dos Quatro Marcos, Cuiabá e nos estados do Piauí e Maranhão. Ainda segundo a polícia, na delegacia um deles ofereceu R$ 2 mil aos policiais afirmando que “não voltariam ao município, caso fossem liberados”. Eles devem responder por estelionato e corrupção ativa.

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Fonte: G1

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Nove pessoas são presas por suposto envolvimento em um esquema de venda de identidades falsas

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17/04/2018

Na manhã desta terça-feira (17), nove pessoas foram presas  por suposto envolvimento em um esquema de vendas de identidades falsas expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe. Inicialmente a Secretaria de Segurança de Pública informou que eram 10 presos, mas às 10h a informação foi corrigida e o número foi atualizado para nove pessoas. Equipes do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) cumpriram nove mandados de prisões temporárias e mais dez mandados de buscas domiciliares durante a ‘Operação Fênix’, cujas investigações duraram seis meses. Entre os presos estão: cinco servidores do Instituto de Identificação de Sergipe, um agente penitenciário, um oficial da PM da reserva e dois autônomos, que agiam como atravessadores. Segundo a delegada que coordenou as investigações, a polícia vinha percebendo RGs falsos apreendidos com criminosos em situações dentro e fora do estado de Sergipe. O fato de terem sido expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe, contendo informações falsas que acobertavam os criminosos por todo o país, chamou a atenção das equipes de investigação. “Foram dois anos de investigação e ela foi iniciada quando uma quadrilha de assaltantes de banco foi presa na Bahia e os criminosos tinham identidades emitidas no Instituto de Identificação de Sergipe, mas os dados eram falsos. Depois percebemos que houve uma sequência de prisões dentro e fora do estado e que os presos tinham documentos expedidos originariamente pelo Instituto de Identificação de Sergipe e que continham dados falsos. Também foi percebido a negligência dos servidores que trabalham aqui, pois eles não se preocuparam em comparar a veracidade dos documentos apresentados a eles”, disse a delegada. Segundo as investigações, um agente penitenciário era quem intermediava a venda de carteiras de identidade. “Ele era uma das principais pessoas que traziam pessoas de facções criminosos. Ele era procurado com o fim específico de ter acesso ao Instituto de Identificação”, explicou. A polícia ainda não sabe quantas identidades com dados falsos foram emitidas pela quadrilha, porém receberam a informação de que era cobrado a quantia de R$ 5 mil por cada uma. Dentre os crimes revelados com a investigação, além da corrupção ativa e passiva que envolvem as falsificações, foram apurados delitos de uso de documento falso, peculato e estelionatos praticados por pessoas que recorriam à compra de carteiras de identidade falsas para a prática de fraudes, em especial, de benefícios previdenciários. Sobre a negligência no momento da confecção dos documentos o presidente da Associação Sergipana dos Papiloscopistas de Carreira (ASPAC), resumiu: “Existe uma fragilidade com relação ao profissional papiloscopista que fica de fora do processo. Para quem vai tirar a primeira via é retirada as digitais e na retirada da segunda via a uma conferência das digitais coletadas inicialmente para o primeiro documento”. Entre as providências solicitadas, a associação espera que sejam realizadas a digitalização e a contratação de outros papiloscopistas. A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), disse que está estudando os questionamentos da associação dos papiloscopistas.

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Fonte: G1

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