Nove pessoas são presas por suposto envolvimento em um esquema de venda de identidades falsas

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17/04/2018

Na manhã desta terça-feira (17), nove pessoas foram presas  por suposto envolvimento em um esquema de vendas de identidades falsas expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe. Inicialmente a Secretaria de Segurança de Pública informou que eram 10 presos, mas às 10h a informação foi corrigida e o número foi atualizado para nove pessoas. Equipes do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) cumpriram nove mandados de prisões temporárias e mais dez mandados de buscas domiciliares durante a ‘Operação Fênix’, cujas investigações duraram seis meses. Entre os presos estão: cinco servidores do Instituto de Identificação de Sergipe, um agente penitenciário, um oficial da PM da reserva e dois autônomos, que agiam como atravessadores. Segundo a delegada que coordenou as investigações, a polícia vinha percebendo RGs falsos apreendidos com criminosos em situações dentro e fora do estado de Sergipe. O fato de terem sido expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe, contendo informações falsas que acobertavam os criminosos por todo o país, chamou a atenção das equipes de investigação. “Foram dois anos de investigação e ela foi iniciada quando uma quadrilha de assaltantes de banco foi presa na Bahia e os criminosos tinham identidades emitidas no Instituto de Identificação de Sergipe, mas os dados eram falsos. Depois percebemos que houve uma sequência de prisões dentro e fora do estado e que os presos tinham documentos expedidos originariamente pelo Instituto de Identificação de Sergipe e que continham dados falsos. Também foi percebido a negligência dos servidores que trabalham aqui, pois eles não se preocuparam em comparar a veracidade dos documentos apresentados a eles”, disse a delegada. Segundo as investigações, um agente penitenciário era quem intermediava a venda de carteiras de identidade. “Ele era uma das principais pessoas que traziam pessoas de facções criminosos. Ele era procurado com o fim específico de ter acesso ao Instituto de Identificação”, explicou. A polícia ainda não sabe quantas identidades com dados falsos foram emitidas pela quadrilha, porém receberam a informação de que era cobrado a quantia de R$ 5 mil por cada uma. Dentre os crimes revelados com a investigação, além da corrupção ativa e passiva que envolvem as falsificações, foram apurados delitos de uso de documento falso, peculato e estelionatos praticados por pessoas que recorriam à compra de carteiras de identidade falsas para a prática de fraudes, em especial, de benefícios previdenciários. Sobre a negligência no momento da confecção dos documentos o presidente da Associação Sergipana dos Papiloscopistas de Carreira (ASPAC), resumiu: “Existe uma fragilidade com relação ao profissional papiloscopista que fica de fora do processo. Para quem vai tirar a primeira via é retirada as digitais e na retirada da segunda via a uma conferência das digitais coletadas inicialmente para o primeiro documento”. Entre as providências solicitadas, a associação espera que sejam realizadas a digitalização e a contratação de outros papiloscopistas. A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), disse que está estudando os questionamentos da associação dos papiloscopistas.

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Fonte: G1

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PF faz ação contra fraudes em fundos de previdências municipais

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12/04/2018

Foi deflagrada nesta quinta-feira (12), pela Polícia Federal, uma operação para apurar fraudes envolvendo a aplicação de recursos de institutos de previdência municipais. As investigações apontam que empresas de fachada emitiam títulos de dívidas, que geram um direito de crédito ao investidor, chamado debêntures. O valor dessa medida pode ultrapassar R$ 1,3 bilhão. Policiais Federais e auditores-fiscais da Receita Federal cumprem 60 mandados de busca e apreensão e 20 mandados de prisão temporária expedidos pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina e Goiás, além de São Paulo. Somente no Paraná são quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmeira, São Mateus do Sul, Colombo e Pinhais, mas não há mandado de prisão. Segundo a PF, foram identificados 28 institutos de previdência municipais que investiram em fundos que, por sua vez, direta ou indiretamente, adquiriram os papéis sem lastro. “Há o envolvimento de uma empresa de consultoria contratada pelos institutos e elementos que apontam para corrupção de servidores”, informou a PF, em nota. Estão sendo investigados, até o momento, 13 fundos de investimento. No 2º semestre de 2016 foi constatada a existência de R$ 827 milhões de reais em apenas oito destes fundos, dinheiro que, deveria ser destinado ao pagamento de aposentadorias dos servidores municipais. A ação Encilhamento conta com o apoio da Secretaria de Previdência (SPREV) e faz parte da segunda fase da Operação Papel Fantasma. Os investigados responderão, na medida de suas participações, por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. As penas podem variar entre dois e 12 anos de prisão.

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Fonte: Destak

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Estelionatário tenta subornar policiais e funcionário de agência bancária ao ser flagrado durante golpe em Junqueirópolis

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26/03/2018

Em Junqueirópolis (SP), um homem, de 37 anos, foi preso pelos crimes de estelionato tentado e consumado, uso de documentação falsa e corrupção ativa. O caso foi registrado nesta segunda-feira (26), após o indivíduo conseguir sacar R$ 1 mil dos Correios com o uso de documentos falsos e tentar outra retirada de mais de R$ 23 mil. Conforme informações da Polícia Civil, o homem, que é natural de Tiradentes, zona leste da capital paulista, pretendia sacar cerca de R$ 23 mil em benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ele chegou a apresentar documentos falsos, como RG, cartão do benefício e carta do benefício, mas o funcionário dos Correios desconfiou, pois conhece o real beneficiário. Ainda na agência, o indivíduo foi informado que ele conseguiria no banco um saque superior a R$ 1 mil – máximo permitido nos Correios. Com isso, o estelionatário saiu do local e seguiu até uma agência bancária, onde um funcionário foi avisado do golpe pelo conhecido da vítima.

Diante da informação, foi constatado que o homem já estava no interior da agência bancária. Ele foi abordado e a Polícia Militar acionada. No local, em uma sala reservada, o indivíduo foi questionado e acabou confessando o crime. Segundo a Polícia Civil, o homem ainda tentou subornar um funcionário da agência bancária e os policiais ao oferecer R$ 2 mil para cada, no intuito de que o flagrante não fosse apresentado na delegacia. Porém, a oferta foi recusada e o indivíduo, preso. Em depoimento, o homem disse que agiu desta forma porque está desempregado e precisava de dinheiro. Ele ainda declarou que o contratante, cujo nome não denunciou, daria 30% do dinheiro sacado para ele. O fato será investigado e a Polícia Civil não descarta a participação de outras pessoas. O valor que havia sido sacado foi apreendido e devolvido aos Correios, que depositariam novamente na conta da vítima.

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Fonte: G1

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Polícia Federal deflagra nova etapa de operação que investiga esquema de fraude na Previdência do RJ

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12/01/2018

A Polícia Federal e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizam nesta sexta-feira (12) uma nova fase da Operação Cardiopatas, que investiga um esquema de fraudes na Previdência, em Campos dos Goytacazes e São João da Barra, Norte Fluminense. A polícia busca cumprir dois mandados de prisão, e cinco de busca e apreensão. Conforme a investigação, o prejuízo ao INSS chega a R$ 4,3 milhões e a quadrilha começou a atuar em 2010. A OAB acompanha o trabalho dos policiais, porque advogados estariam envolvidos no esquema. A operação foi deflagrada no dia 8 de dezembro de 2017 quando 13 suspeitos foram presos. “É um desdobramento com base nos dados coletados na primeira fase da operação. A partir do que descobrimos em dezembro foram expedidos novos mandados de prisão”, informou o delegado que coordena a operação. A quadrilha recrutava pessoas saudáveis que apresentavam os exames de uma senhora doente à perícia, como se fossem delas. Servidores do INSS, incluindo médicos peritos, que participavam do golpe, aprovavam os exames e autorizavam o auxílio-doença. Além de médicos peritos e médicos particulares, também são investigados técnicos do Seguro Social, agenciadores de benefícios e clientes da organização criminosa. De acordo com a PF, foram comprovadas fraudes em 34 benefícios por incapacidade, entre auxílios-doença e aposentadoria por invalidez. Segundo a Polícia Federal, os investigados responderão pelos crimes de pertencimento à organização criminosa, estelionato previdenciário e corrupção ativa.

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Fonte: G1

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Homem é preso por suspeita de estelionato e corrupção ativa em Pouso Alegre, MG

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10/01/2018

Um homem foi preso nesta quarta-feira (10) por suspeita de estelionato e corrupção ativa em Pouso Alegre (MG). Segundo a Polícia Civil, o rapaz tentou fazer compras em uma loja de materiais de construção com um cheque que seria falso. Ainda conforme os policiais, o dono da loja suspeitou porque o cheque estava no nome de outra pessoa, que não tem conta no banco emissor do cheque. Ele ligou para a polícia e, no momento da prisão em flagrante, o suspeito teria oferecido dinheiro aos investigadores para que ele não fosse levado para a delegacia. A Polícia Civil disse ainda que o suspeito já foi investigado por diversos crimes semelhantes em outras cidades do Estado.

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Fonte: G1

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Homem indiciado 34 vezes por estelionato e furto é preso após aplicar novos golpes em Piracicaba

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09/01/2018

Na tarde desta terça-feira (09), um homem, de 40 anos, foi preso após admitir à Polícia Civil que entregou cheques sem fundo para pagar duas farmácias de Piracicaba (SP). Conforme a corporação, ele já foi indiciado outras 34 vezes por estelionato ou furto. Um outro suspeito, que estava com o preso, conseguiu fugir. O homem foi seguido por um policial civil que viu ele saindo de uma farmácia com sacolas na mão. Como ele é conhecido pelos crimes de estelionato, o policial suspeitou que estivesse aplicando outro golpe. O policial o seguiu até uma galeria no bairro Cidade Alta. Lá, a Polícia Civil o abordou e questionou sobre as sacolas. O suspeito, então, admitiu que deu cheques sem fundo em duas farmácias da mesma rede durante o dia. Os policiais encontraram dois talões com o homem e apreenderam as mercadorias.

Tentativa de suborno

O suspeito ainda sugeriu à equipe um “acerto” para liberá-lo. O caso foi registrado na Unidade de Polícia Judiciária (UPJ) e o homem responderá por estelionato, uso de documento falso e falsidade ideológica, além de corrupção ativa, já que tentou subornar os policiais. Ele ficou encarcerado e será encaminhado para uma unidade prisional até a audiência de custódia.

Ministério Público denuncia esquema de vendas de CNH em Goiás e Mato Grosso

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23/11/2017

O Ministério Público Estadual do MT denunciou um esquema de vendas de CNH nas autoescolas de Mato Grosso e Goiás. Os casos teriam acontecido entre 2012 e 2013, principalmente na cidade de Barra do Garças (MT) e Araguaína (TO). O esquema contava com a participação de servidores do Departamento de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) e outros 17 proprietários de autoescolas dos dois estados. A fraude custava entre R$3 e R$5 mil e a maioria dos que recorriam ao esquema eram semianalfabetos. Não era necessário realizar a prova teórica, nem a prova prática ou o exame psicotécnico. As autoescolas e instrutores envolvidos na fraude, de ambos os estados, foram denunciados. Além deles, outros vinte e dois funcionários do Detran e duas psicólogas também estão envolvidos. Estes irão responder por corrupção passiva qualificada, formação de quadrilha e falsidade ideológica. Outras 55 pessoas, que foram denunciadas pela compra da carteira, irão responder por corrupção ativa e falsidade ideológica. Os denunciados que participaram do esquema em Goiás tiveram participação na cooptação dos candidatos aspirantes à CNH. Os envolvidos são proprietários de CFCs nos municípios de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Itapuranga, São Luiz de Montes Belos, Firminópolis, Britânia, Mozarlândia, Paraúna e Crixás, além de um servidor público do Detran de Uruana (GO), que era o líder do esquema criminoso consumado no Estado de Mato Grosso.

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Fonte: DM

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