Ministério Público denuncia esquema de vendas de CNH em Goiás e Mato Grosso

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23/11/2017

O Ministério Público Estadual do MT denunciou um esquema de vendas de CNH nas autoescolas de Mato Grosso e Goiás. Os casos teriam acontecido entre 2012 e 2013, principalmente na cidade de Barra do Garças (MT) e Araguaína (TO). O esquema contava com a participação de servidores do Departamento de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) e outros 17 proprietários de autoescolas dos dois estados. A fraude custava entre R$3 e R$5 mil e a maioria dos que recorriam ao esquema eram semianalfabetos. Não era necessário realizar a prova teórica, nem a prova prática ou o exame psicotécnico. As autoescolas e instrutores envolvidos na fraude, de ambos os estados, foram denunciados. Além deles, outros vinte e dois funcionários do Detran e duas psicólogas também estão envolvidos. Estes irão responder por corrupção passiva qualificada, formação de quadrilha e falsidade ideológica. Outras 55 pessoas, que foram denunciadas pela compra da carteira, irão responder por corrupção ativa e falsidade ideológica. Os denunciados que participaram do esquema em Goiás tiveram participação na cooptação dos candidatos aspirantes à CNH. Os envolvidos são proprietários de CFCs nos municípios de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Itapuranga, São Luiz de Montes Belos, Firminópolis, Britânia, Mozarlândia, Paraúna e Crixás, além de um servidor público do Detran de Uruana (GO), que era o líder do esquema criminoso consumado no Estado de Mato Grosso.

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Fonte: DM

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Operação da PF prende suspeitos investigados por fraudar licitações de transporte escolar

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21/11/2017

Na manhã desta terça-feira (21), a Polícia Federal realizou uma operação contra uma organização criminosa investigada por fraudes em licitações para prestação de serviços de transporte escolar no Rio Grande do Sul. Cinco pessoas foram presas temporariamente e outras duas presas em flagrante. Entre eles, há um vereador, suspeito de ter recebido dinheiro pra interceder junto ao Poder Executivo para dificultar a fiscalização que uma das empresas vinha sofrendo. Ao todo, foram cumpridos 36 mandados de busca e apreensão, cinco de prisão temporária e quatro ordens judiciais de afastamento da função pública nos municípios de Santana do Livramento, Dom Pedrito, Rosário do Sul, São Gabriel, Alegrete e Uruguaiana. A operação é coordenada pela Polícia Federal e conta com o apoio da Controladoria Geral da União (CGU). Ao longo das investigações também houve participação do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul (MP-RS). Participam 150 policiais federais e seis auditores da CGU. As investigações foram iniciadas em setembro de 2016 para apurar a suspeita de ter ocorrido um acerto entre empresários para frustrar o caráter competitivo da licitação de transporte escolar nos municípios de Santana do Livramento e Dom Pedrito. Acordos previamente estabelecidos definiam quais as empresas ficariam responsáveis por determinadas “linhas”, de maneira que todas obtivessem contratos nesses municípios. De acordo com o a PF, o valor pago pela Prefeitura de Santana do Livramento à empresa prestadora de serviço de transporte escolar ultrapassou R$ 5 milhões no ano passado. Além da fraude no processo licitatório, a investigação identificou casos em que os serviços executados estavam fora dos padrões mínimos exigidos pela lei ou pelo edital, com veículos em condições precárias. De acordo com informações obtidas pela investigação, um dos veículos que transportava crianças ao lado de combustíveis chegou a incendiar, mas não haviam alunos no momento. O caso ocorreu em 2 de outubro. “Apenas no ano passado, só a prefeitura de Santana do Livramento empenhou R$ 5 milhões no transporte escolar, sendo que esse transporte era prestado de forma irregular, com veículos inadequados, que ofereciam alto risco às crianças transportadas, tanto que um acabou incendiando”, afirma o delegado da PF. Também em Santana do Livramento, um vereador teria solicitado e recebido vantagem indevida de um empresário para interceder junto ao Poder Executivo em um procedimento de fiscalização que a prestadora de serviço de transporte escolar vinha sofrendo. Foi apurado ainda que, frequentemente, os serviços não eram prestados, embora atestados por diretores de algumas das escolas em troca de caronas, viagens, festas e até mesmo pagamento em dinheiro. Os crimes apurados são fraude à licitação, estelionato, falsidade ideológica, corrupção ativa, organização criminosa e ameaça.

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Fonte: G1

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Suspeitos de aplicar golpes em Mogi tentam subornar policiais e acabam presos, diz polícia

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25/10/2017

Na noite da terça-feira (24), um ajudante geral de 22 anos e um eletricista de 62 anos foram presos em Mogi das Cruzes, depois de tentar subornar policiais. Eles são suspeitos de aplicar golpes na cidade. O caso foi registrado no 1º Distrito Policial na noite de terça-feira (24), como corrupção ativa e receptação. Segundo o boletim de ocorrência, a dupla estava com um carro na Rua Coronel Santos Cardoso por volta das 12h30. Policiais militares contaram na delegacia que já tinham recebido denúncias de que dois homens praticavam golpes com dinheiro falso usando esse veículo. Por isso, eles decidiram fazer a abordagem. Na vistoria do carro, nada de ilícito foi encontrado. No entanto, os policiais afirmaram que acharam um maço de papel cortado como notas de dinheiro e coberto com uma nota verdadeira de R$ 100. Os policiais informaram que a dupla tentaria praticar golpes em vítimas de agência bancária em troca de dinheiro de verdade. Com a desconfiança de que os dois eram estelionatários, os celulares dos suspeitos foram apreendidos. Foi constatado então, segundo os policiais, que o aparelho de um deles era roubado. Os policiais militares relataram ainda que os dois ofereceram, ao todo, R$ 506 a eles para que fossem liberados. Os suspeitos foram encaminhados à delegacia. O veículo e o dinheiro dos suspeitos foram apreendidos pela PM. Na delegacia, por meio de consultas ao sistema da Polícia Civil foi descoberto que os suspeitos tinham diversas passagens pela polícia por crimes como corrupção passiva, estelionato, porte ilegal de arma de fogo e receptação. Segundo a polícia, ao ser questionado sobre o maço com papéis e a nota de R$ 100, o eletricista afirmou que usa a estratégia para enganar os ladrões, porque tem medo de ser assaltado. Ele negou que tenha praticado golpes na cidade e disse que não sabia a origem do celular que adquiriu há dois meses. Já o ajudante negou que os dois tenham oferecido dinheiro aos policiais. De acordo com o boletim de ocorrência, ele confessou que estavam procurando uma vítima para um estelionato. O ajudante disse ainda que junto com o eletricista aplicou golpes há um mês em Mogi, Itaquaquecetuba e Suzano. Os suspeitos foram encaminhados para a cadeia de Mogi das Cruzes.

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Fonte: G1

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Idosa é presa em flagrante por falsidade ideológica

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22/09/2017

Na noite desta quinta-feira (21), na cidade de Arapiraca (AL), uma idosa foi presa em flagrante pelo uso de documento falso e corrupção ativa. A prisão foi realizada pelo 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM) após serem notificados por um Banco, localizado no Centro, que uma mulher estava usando uma falsa identidade. Conforme informações do relatório da Polícia, E.M.P., de 65 anos e residente no estado de Pernambuco, estava na posse de um cartão de crédito, uma Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e um CPF em nome de M.L.S. A gerência do Banco ao notar que era um golpe acionou a polícia. A mulher ainda tentou subornar os militares, oferecendo R$1.000 para ser liberada. Ela foi conduzida para a Delegacia Central de Polícia Civil de Arapiraca, onde foi autuado em flagrante por uso de documento falso e corrupção ativa.

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Fonte: Cada Minuto

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Polícia prende cinco por dar golpe pela internet

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31/05/2017

Na noite da terça-feira (30), cinco indivíduos que estavam dando golpes pela internet foram presos por policiais da 4ª Cia do 6º Batalhão de São Bernardo. Durante bloqueio pela Rua dos Vianas, policiais avistaram um veículo HB20 que tentou evadir-se do bloqueio. Após serem abordados, foram encontrados com os cinco ocupantes do carro R$ 4.500 em espécie, um aparelho celular, produto de roubo, e dois extratos com movimentações bancárias estranhas. Ao serem questionados, os homens tentaram oferecer dinheiro para os policiais como forma de se livrarem da autuação em flagrante. Na delegacia, a investigação acusou que os criminosos praticavam estelionato pela internet, pois realizavam anúncios de veículos zero quilômetro e quando a vítima entrava no golpe e depositava a quantia solicitada, eles desapareciam. Tal situação foi confirmada com uma das vítimas. O grupo foi enquadrado por estelionato, corrupção ativa e falsa comunicação de crime.

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Fonte: Diário do Grande ABC

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PF faz operação para desarticular organização suspeita de fraudar seguro-desemprego e FGTS

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18/05/2017

Nesta quinta-feira (18) foi realizada pela Polícia Federal, em parceria com o Ministério do Trabalho, a operação Stellio para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudes contra programa de seguro-desemprego e FGTS que atuava em vários estados. A investigação apontou um prejuízo de R$ 320 milhões, entre janeiro de 2014 e junho de 2015. Ao todo estão sendo cumpridos 136 mandados judiciais nos estados do Tocantins, Goiás, Pará, Maranhão, Roraima, Paraná e Santa Catarina, sendo 56 mandados de busca e apreensão, 10 de condução coercitiva, 9 prisões preventivas e 61 prisões temporárias. A investigação apontou que requerimentos fraudulentos eram inseridos nos SINES por agentes credenciados e em escritórios montados pela organização, mediante a utilização das senhas desses agentes cooptados pelos criminosos. A Justiça Federal em Palmas determinou a prisão de 14 agentes e ex-agentes de SINES dos estados do Tocantins, Goiás e Maranhão, que atuaram na inserção de milhares de requerimentos fraudulentos no sistema do Ministério do Trabalho. Os fatos estão relacionados aos crimes de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva, cujas penas somadas ultrapassam 50 anos.

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Fonte: G1

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Polícia apura fraude no pagamento de IPVA que gerou prejuízo de R$ 10 milhões

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10/04/2017

A Polícia Civil iniciou uma operação que apura a fraude no pagamento de IPVA, que gerou prejuízo de R$ 10 milhões aos cofres públicos, em Goiás. Conforme a corporação, 800 boletos do tributo receberam baixa no sistema da Secretaria da Fazenda (Sefaz) sem serem pagos. Dois despachantes foram presos e cinco servidores do órgão foram conduzidos coercitivamente suspeitos de envolvimento com o crime. O resultado da Operação Click foi apresentado nesta segunda-feira (10), em Goiânia. A ação foi deflagrada na última sexta-feira (07) e cumpriu dois mandados de prisão temporária, cinco de condução coercitiva e seis de busca e apreensão em Goiânia, Quirinópolis e Aragarças. Segundo o delegado da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Ordem Tributária (DOT), esta foi a segunda etapa das investigações, que já haviam identificado, anteriormente, um ex-funcionário da secretaria como operador das fraudes. De acordo com o investigador, ele ocupava um cargo comissionado na Sessão de IPVA da Sefaz. Em depoimento, o homem confirmou as fraudes, mas, segundo o delegado, não haviam elementos suficientes para a prisão dele. Após ser descoberto, o suspeito abandonou o cargo.

Esquema

O superintendente executivo da Sefaz, conta que a fraude foi identificada pela própria secretaria, que encaminhou o caso para a investigação da Polícia Civil. De acordo com o representante do órgão, a secretaria está colaborando com as investigações e quer reaver os R$ 10 milhões que deixaram de ser pagos aos cofres públicos desde o ano de 2012. O delegado explica que a dinâmica do esquema será esclarecida a partir da análise do material apreendido. Mas que já pode adiantar que a fraude acontecia em três esferas. Segundo ele, foram utilizadas várias senhas de servidores para que fosse dada a baixa no pagamento do imposto. A Polícia Civil apura se todos estes servidores tinham envolvimento com o esquema. “Pode ter sido de dentro da secretaria, por parte do servidor, ou servidores, que acessava o sistema para anular a cobrança do tributo, do lado do contribuinte, que pode ter procurado despachantes para obter vantagem, o que nós vamos apurar com depoimentos. E por parte dos profissionais que foram presos suspeitos de mediar a questão entre o contribuinte e o servidor que fraudava”, afirmou. Os envolvidos devem responder por inserção de dados falsos no sistema, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e sonegação fiscal. A pena para estes crimes pode chegar a 40 anos.

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Fonte: G1

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