Golpe de Páscoa já atingiu mais de 300 mil pessoas no WhatsApp

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15/03/2018

A proximidade com a Páscoa reacendeu o sinal de alerta contra golpes e fraudes que circulam nas redes sociais e no WhatsApp. A bola da vez é uma falsa promoção de Páscoa que promete dar um vale-presente de R$ 800, mas, na verdade, apenas deixa o seu dispositivo exposto à ação de pessoas mal-intencionadas. A ação já atingiu 309 mil pessoas, número de acessos bloqueados à armadilha pelo aplicativo de segurança DFNDR Security. A técnica usada pelos criminosos não diferem em quase nada de outras ações do tipo: uma mensagem promete o vale-compras e contém um link; ao clicar sobre ele, o usuário precisa responder um mini questionário e depois pressionar um botão para “aceitar o presente”. O botão, porém, ativa o recebimento de notificações da página no navegador mobile, expondo o aparelho a ainda mais ações nocivas. Por meio dessas notificações, os cibercriminosos enviam páginas repletas de publicidade e malwares que podem resultar no roubo de dados sensíveis. Tanto a URL que está circulando pelo WhatsApp quanto os falsos e-commerces têm como objetivo roubar dados pessoais e financeiros para depois utilizá-los em outros golpes, como inscrição em serviços pagos de SMS e compras nos cartões de crédito das vítimas. O usuário deve utilizar aplicativos de segurança, que podem detectar a presença de links suspeitos e bloquear o acesso a eles. Além disso, manter uma rotina de cuidado quando usa o seu smartphone é outra dica bastante valiosa.

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Fonte: TecMundo

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E-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada 5 segundos

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09/03/2018

Cuidados são necessários ao comprar pela internet.

Mesmo com o avanço da tecnologia e com a atual segurança em comprar pela internet, os consumidores e até mesmo as lojas não estão totalmente livres das fraudes. Um estudo realizado por um empresa antifraude aponta que o e-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada cinco segundos. O CTO de uma empresa líder em full service para e-commerce na América Latina, aponta que, atualmente, as fraudes são raras em grandes e-commerces, pois estes já possuem um sistema de segurança mais robusto. “Fraudes com cartões falsos são os golpes mais comuns, mas temos em mãos tecnologias que evitam esse tipo de golpe. Com um código seguro e criptografado a loja se protege e blinda os clientes contra possíveis ataques”, explica. Já o consumidor deve se atentar em relação à idoneidade da loja. O especialista cita os principais pontos de atenção:

1. Identificar o endereço do site

Um passo simples é observar, ao acessar a loja online, se antes do “www” tem o protocolo “https”. Esse “s” significa que o ambiente possui certificado de segurança e atesta que os dados do cliente são protegidos por criptografia. Isso evita que as informações sejam roubadas ou que o cartão de crédito seja clonado, por exemplo.

2. Pesquisar a reputação da loja

É comum cair na tentação de adquirir um produto em uma loja desconhecida, mas que oferece um preço mais atrativo. Porém, o barato pode sair caro. Lojas maiores e renomadas possuem toda uma equipe por trás, seja própria ou terceirizada, que realiza o monitoramento e blinda o cliente contra possíveis ataques. Isso não quer dizer que não se deve comprar em lojas menores, mas sim, que a atenção nesses casos deve ser redobrada. Canais como o Reclame Aqui são parada obrigatória antes de realizar qualquer compra, pois permitem que o cliente conheça a reputação da loja e faça uma compra com mais tranquilidade.

3. Caminho até chegar ao site

Muitas tentativas de golpes são enviadas por email, por isso, é sempre bom checar se o site é real ou uma cópia. Uma boa dica é buscar o nome da loja no Google e clicar em links patrocinados, pois são pagos pela empresa para estar no topo, portanto, oficiais. Também é importante tomar cuidado com links divulgados pelo WhatsApp ou Facebook e prestar muita atenção antes de clicar em qualquer link de promoção.

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Fonte: Pleno News

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Por que o Brasil é um dos líderes mundiais da fraude online?

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23/02/2018

O Brasil é um dos países com o maior índice de fraudes na internet no mundo. Estudos revelam que 18% da população nacional já sofreu roubo de informações pessoais em apenas um trimestre de 2017; rankings apontam o nosso país como o mais vulnerável para vazamento de dados e que o prejuízo com golpes virtuais no último ano foi de quase R$ 70 bilhões. O México rivaliza com o Brasil nessa questão de tentativas de fraude no e-commerce, em compras com cartões clonados que posteriormente se transformam em chargeback (cancelamento de compra online) para o lojista. Mas por que Brasil e México? E não Estados Unidos ou Rússia? O principal fator é justamente que são dois países que têm uma economia forte, as duas maiores da América Latina, e também uma disparidade social muito grande. Essas diferenças fazem com que as pessoas busquem fontes de renda mais inusitadas. A criminalidade no Brasil e no México não é alta só no ambiente virtual, mas a diversificação do crime também vai cair no ambiente online. Além disso, outro ponto crucial para termos os e-commerces dos dois países liderando os rankings mundiais de fraude, é justamente a evolução do sistema de pagamentos em ambos. Neles, os cartões de crédito são emitidos obrigatoriamente com o chip EMV, o que reduz de maneira massiva a incidência de clonagem “física” de cartão, uma vez que é o chip quem realiza a transmissão de informações entre cartão, maquininha e banco, mediante senha e com um código único de transação. Antigamente, a tarja magnética oferecia uma proteção muito falha aos plásticos e “facilitava” consideravelmente a vida de estelionatários. Diante da dificuldade em clonar fisicamente cartões chipados, a fraude de cartão nestes dois países migrou para o cenário on-line, onde não é necessário o uso de senha pessoal para a validação de uma transação – apenas número do cartão, CVV e data de validade. Ou seja: foi justamente a modernização da cadeia de pagamentos por cartão que “empurrou” os fraudadores para o e-commerce.

Nos Estados Unidos, pasmem, o chip EMV ainda é uma tecnologia inicial e que causa muita divergência naquele mercado. Até outubro de 2015, por exemplo, as lojas não tinham a obrigatoriedade de aceitar cartões chipados. Isso abria uma margem muito grande para criminosos, que realizavam compras presenciais com cartões clonados e já saíam do estabelecimento com a mercadoria em mãos – nem tinham que esperar pelo frete! Aos poucos, porém, estamos vendo esta movimentação no cenário de pagamentos nos Estados Unidos. A fraude online vem aumentando muito por lá ano após ano, e provavelmente a nação norte-americana, com um e-commerce gigantesco em comparação aos mercados de Brasil e México, tomará o posto de país líder em golpes no comércio eletrônico.

A fraude faz parte do dia a dia de quem vende online. Assim que você tiver o risco do negócio assimilado fica muito mais fácil lidar com ele: você deixará de lutar contra o desconhecido e poderá combater este problema de uma maneira muito mais precisa. Já sabemos que sonhar com a “fraude zero” é uma armadilha para o lojista, que pode acabar abrindo mão de uma parcela grande de vendas boas pelo simples medo de não sofrer um ou outro chargeback. Mas, quem vence o jogo contra a fraude não é quem tem a taxa de fraude igual a zero, mas quem consegue realizar o máximo de vendas diante do menor risco possível. Sim: o e-commerce brasileiro está inserido em um cenário muito problemático, e o índice de tentativas de fraude de cartão é altíssimo, de 3,03%. Porém, só em 2017, as vendas online geraram um faturamento de quase R$ 60 bilhões, com 203 milhões de pedidos – dos quais mais de 70% foram pagos no cartão de crédito. Lojista, não deixe que o medo da fraude o paralise. Há diversas tecnologias antifraude no mercado, que farão de tudo para manter a saúde financeira do seu e-commerce!

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Fonte: E-Commerce News

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Não reconhece uma compra feita em seu cartão de crédito? Saiba o que fazer

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27/07/2017

Pesquisas recentes revelam que mais de 30% dos brasileiros já foram vítimas desse tipo de crime nos últimos anos, e o Brasil está na lista dos 10 países onde mais acontecem fraudes envolvendo cartões de crédito e débito em todo o mundo. E, se você identificou uma compra que você não fez na fatura do seu cartão, é possível que você tenha sido a mais nova vítima de uma fraude do tipo. É possível que seu cartão tenha sido clonado, ou, ainda, que os seus dados tenham sido roubados por meio de alguma transação realizada na internet. Isso porque os cibercriminosos costumam usar arquivos maliciosos, como malwares, que ficam instalados no computador dos usuários de prontidão para obter os dados de seu cartão assim que você faz uma compra online.

Direitos do consumidor

Uma vez que a administradora do cartão é a responsável pela segurança das transações, o consumidor que for lesado por algum tipo de fraude tem o direito de pedir que aquela compra seja suspensa e o valor devolvido. Já caso a cobrança tenha sido feita mesmo com a reclamação, o usuário tem o direito de pedir que o valor seja devolvido em dobro — e isso é garantido por lei, mesmo que o consumidor não tenha adquirido o seguro contra perda e roubo.

O que fazer?

Bom, ao confirmar que seu cartão foi mesmo usado para uma compra que você não fez, é imperativo que você ligue para a instituição financeira, peça a análise daquela transação e imediatamente bloqueie o seu cartão. Dessa forma, enquanto é feita a análise, o criminoso que estiver em posse de seus dados fica impedido de fazer novas compras em seu nome. A administradora do cartão costuma fazer essa análise em alguns dias, estornado o valor da compra indevida antes do pagamento da fatura. Mas, caso a fatura já tenha sido paga, esse valor deve vir abatido no pagamento do mês seguinte. Como as transações foram feitas em cartão de crédito, não existe a devolução em dinheiro. O outro passo é a abertura de um boletim de ocorrência em uma delegacia. Isso não é obrigatório, e o banco ressarce o valor mesmo sem o B.O, mas registrar com a polícia que você foi vítima desse crime ajuda as autoridades a não somente investigarem o caso, como, também, a atualizarem as estatísticas de crimes financeiros no país.

Dicas de ouro

Um cartão pode ser clonado fisicamente sem que você perceba ao ser passado em máquinas falsas em estabelecimentos comerciais por aí. Você acredita que fez uma compra como qualquer outra, mas, na verdade, aquela máquina conseguiu copiar os dados do seu cartão, fornecendo-os aos criminosos. Também há a modalidade virtual da fraude, mas você pode tomar alguns cuidados para se proteger o quanto puder:

  • Ao comprar em lojas físicas, não perca o seu cartão de vista. Sabe quando você está em um posto de gasolina, dentro do carro, e dá o cartão para o funcionário passá-lo na maquininha lá no escritório? Se assim o fizer, você não pode saber se ele está mesmo usando uma máquina real, ou um leitor ilegal. Mesmo que seja inconveniente, o certo é que a máquina seja trazida para você, ou que você saia do carro e se dirija ao local onde está a máquina;
  • Além disso, sempre que possível prefira você mesmo passar o cartão na máquina, não colocando-o nas mãos do vendedor. Algumas lojas, como restaurantes em praças de alimentação, já têm como regra pedir para que o cliente coloque o cartão na maquininha por conta própria;
  • Mantenha seu computador com antivírus sempre atualizado. Arquivos maliciosos podem estar instalados em sua máquina de prontidão para quando você fizer uma compra online;
  • Não digite os dados de seu cartão em lojas que não parecem ser confiáveis. Na dúvida, opte pelo pagamento via boleto bancário;
  • Preste atenção às URLs das páginas quando estiver em uma loja virtual, para não cair no golpe do phishing. Esse crime é caracterizado por direcionar o usuário a uma página falsa, que é muito parecida com a verdadeira, mas que costuma ter caracteres um pouco diferentes do link original em sua barra de endereços;
  • Nunca digite os dados de seu cartão em computadores públicos, como os de bibliotecas, universidades e lan houses, e também não confie em máquinas e smartphones de terceiros para comprar online;
  • Fique sempre de olho em sua fatura, e não se lembre de conferi-la somente na hora de pagar. Hoje em dia, os bancos e administradoras de cartões oferecem aplicativos para celular que enviam uma notificação sempre que uma compra for feita, e, com isso, você consegue descobrir imediatamente a fraude e resolver o problema o mais rápido possível.

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Fonte: Canal Tech

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Acusados de estelionato são presos no município de Itaporanga

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14/07/2017

A Polícia Civil da Paraíba, por meio de uma ação realizada pelo Grupo Tático Especial (GTE) da 17ª Delegacia Seccional, prendeu em flagrante R.S.L., E.A. e E.G.M. Eles são suspeitos de envolvimento em crimes de estelionato, associação criminosa e receptação. Conforme o delegado responsável, a Polícia recebeu informações sobre compras fraudulentas feitas pela Internet. “As investigações iniciaram há menos de um mês, quando vítimas da cidade de Sousa registraram boletins de ocorrência narrando a compra fraudulenta de produtos em seus cartões de crédito em lojas conhecidas na Internet, tendo como endereços de entrega a cidade de Itaporanga. O esquema foi monitorado pelos investigadores que identificaram os jovens envolvidos no golpe”, disse a autoridade policial. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e apreendidos celulares e maquinetas de cartões de crédito. E.G.M. foi preso em flagrante quando estava recebendo uma encomenda via Correios. “Conforme apurado nas investigações, E. seria o mentor das compras realizadas na Internet, adquirindo os produtos, principalmente celulares, os quais eram recebidos nos endereços de R.S.L. e de E.A. para posterior revenda e partilha dos lucros”, disse o delegado. E.A. e R.S. foram soltos mediante o pagamento de fiança.

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Fonte: Paraíba Online

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Pesquisa aponta queda nas tentativas de fraudes em compras online

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29/03/2017

Foi revelado por um estudo realizado por uma empresa que oferece soluções para lojas virtuais, que no ano passado as tentativas de fraudes em compras no e-commerce apresentaram queda. Segundo a empresa, o índice de queda foi de 6,5% em 2016. O estudo ainda mostra que a cada 28 pedidos que chegam nas lojas virtuais, ao menos um é feito por criminosos utilizando cartões de crédito clonados. Os números partiram das cerca de 30 milhões de transações analisadas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2016. Um fato interessante é que a investigação revelou o horário que os golpistas costumam agir: entre as 18h e 21h59, quando acontecem aproximadamente 30% das tentativas. Isso desmonta a ideia de que os fraudadores fazem compras durante a madrugada, uma vez que menos de 7% ocorrem entre 1h e 7h da manhã. Além disso, foi constatado que a maior parte dos criminosos possui um desktop com o Windows e navegam utilizando o Google Chrome. No entanto, os dispositivos móveis também foram mais utilizados para as tentativas de compras ilegais, que tiveram um crescimento de 2,5%, saltando para 19,92% no final do ano.

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Fonte: TecMundo

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Um terço dos consumidores brasileiros já sofreu fraudes on-line

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21/03/2016

O comércio eletrônico brasileiro teve um faturamento de R$ 41,3 bilhões em 2015, o que representou um crescimento de 15,3% na comparação com 2014, quando o setor movimentou R$ 35,8 bilhões, de acordo com uma empresa de segurança on-line. Isso mostra que os usuários estão comprando mais on-line e isso também pode trazer riscos, como fraudes. Uma pesquisa realizada por uma empresa especializada em segurança digital, mostra que esse tipo de técnica já chegou a atingir 28% dos consumidores que fazem compras pela internet no Brasil – 70% das vítimas de fraudes on-line tiveram mais de R$ 150 debitados de seus cartões e esse valor ultrapassou R$ 500 com 34% das vítimas. Com a consolidação da migração para cartões com chip, a tendência é os fraudadores se concentrarem no comércio eletrônico – já que os esquemas de clonagem de cartões com tarja tendem a diminuir, segundo a empresa. A pesquisa aponta, ainda, que 69% dos entrevistados compraram produtos ou serviços on-line mais de cinco vezes por mês e 64% já compraram em sites estrangeiros. Apesar disso, apenas 12% dos entrevistados são considerados consumidores intensos (que realizam mais de 15 operações por mês), e a maior parte deles tem entre 18 e 24 anos de idade.

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Fonte: It Forum 365

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