Polícia Federal prende quadrilha que clonava cartões em Caraguatatuba

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04/04/2019

Na manhã desta quinta-feira (04), uma quadrilha suspeita de estelionato que agia nos bairros Camaroeiro e Ipiranguinha, em Caraguatatuba, foi detida por agentes da Polícia Federal (PF) durante a Operação Easy Card. O grupo é acusado de clonagens de cartões bancários que eram enviados pelos Correios. Foram quatro pessoas presas em cumprimento de mandados de prisões preventiva e temporárias. E.S.P., de 66 anos, A.F.S., de 36, L.A.S, 33 anos, e A.F.S.R., de 29. Dois ficaram detidos e dois foram liberados após prestarem depoimentos. Também foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão. A Polícia Militar auxiliou nas ações. Os acusados foram encaminhados para a sede da PF em São Sebastião. Segundo informações da PF, as investigações tiveram início após denúncia dos Correios, que indicaram os crimes de corrupção ativa, de estelionato contra as instituições financeiras, (os integrantes do grupo receberam inúmeros cartões bancários em nome de pessoas diversas), associação criminosa e falsa identidade (o grupo usava a identidade de clientes dos bancos, entre outros crimes a serem apurados). As diligências são importantes para localização de documentos relacionados com as fraudes bancárias perpetradas pelo grupo, “notadamente cartões bancários em nome de terceiras pessoas, comprovantes de compras e gastos diversos com cartões bancários, relações de nomes e contatos que sejam empregados de instituições bancárias ou de fabricantes de cartões, falsificações de documentos de identificação pessoais, máquinas para facilitar tais práticas e outros”.

Rio+Seguro prende homem suspeito de clonar cartões bancários em Copacabana

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11/03/2019

No sábado (09), em Copacabana, uma equipe do Programa Rio+Seguro, programa da Prefeitura do Rio em apoio à segurança, prendeu um homem por estelionato e corrupção ativa. Com ele, foram apreendidos 67 cartões de créditos, R$ 10.754,00 em espécie, dois celulares e um carregador portátil. O preso, que tentou subornar os agentes, já possuía passagens pela polícia. Policiais militares e guardas municipais a serviço do programa foram acionados, por telefone, por uma testemunha que suspeitou do homem em um supermercado do bairro. A equipe procedeu ao local para averiguar a denúncia e conseguiu localizar o suspeito, identificado como S.A., de 40 anos, em uma lanchonete próxima ao estabelecimento. Durante a abordagem, foram encontrados os cartões e o dinheiro. O homem tentou subornar os agentes e foi preso em flagrante. Ainda no sábado, seis dispositivos de clonagem de cartões, popularmente conhecidos como “chupa-cabras”, foram apreendidos em várias agências de Copacabana. O Rio+Seguro tem atuado com frequência no combate a quadrilhas de estelionatários em Copacabana e Leme. Nos últimos seis meses, outros 14 dispositivos de clonagem foram apreendidos em agências bancárias dos bairros e cinco pessoas presas acusadas de instalar os aparelhos.

Crime de estelionato ‘ganha força’ durante o fim do ano, diz polícia

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30/12/2018

Segundo dados da Polícia Civil, o número de casos de estelionato tende a aumentar durante o fim do ano. Os golpistas aproveitam o pagamento do 13º salário e os preparativos de festas para agir. “Tem crime de falsificação de cartão de crédito, documentos, e basicamente é o estelionato porque é o crime que atrai a atenção do consumidor”, afirma um delegado. Em São José do Rio Preto (SP), uma das vítimas de estelionato – que pediu para ter a identidade divulgada – perdeu cerca de R$ 10 mil. “Uma mulher que dizia ser minha gerente me telefonou para entregar um cartão para verificar um problema. Nem desconfiei”, conta a idosa. Em seguida, o golpista foi até a casa da vítima, pegou o cartão e passou a efetuar pagamentos em nome dela. Um crime comum durante o fim do ano é a clonagem de cartões e cheques. Mas além dos clientes, comerciantes também acumulam queixas e prejuízos provocados por golpistas. A proprietária de uma loja de calçados há 35 anos já recebeu diversos cheques falsificados. Mas hoje ela orienta às funcionárias a checar os dados e documentos dos clientes, o que a Associação Comercial e Empresarial de Rio Preto (Acirp) recomenda. “Cada vez que receber pagamento com cheque e cartão é preciso pedir documento com foto e também fazer consulta no SPC porque estes tipos de ações preventivas dão segurança ao comerciante”, explica o presidente da Acirp.

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Fonte: G1

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Polícia Militar prende estelionatário com 17 cartões clonados em Planaltina

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28/12/2018

Na tarde de quinta-feira (27), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) prendeu  um estelionatário que atuava na região de Planaltina. De acordo com a corporação, M.A.S.F. tem diversas passagens pelo mesmo crime. Existe a suspeita de outras pessoas envolvidas no caso. O homem foi abordado durante um patrulhamento de rotina da PMDF no Arapoangas portando um cartão de banco em nome de uma outra pessoa. Após garantir ser dono do cartão por três vezes, os policiais localizaram o contato do proprietário, que confirmou o extravio. Ainda não se sabe ao acerto como o acusado clonava os cartões das vítimas. “Eles enganavam as pessoas nas agências bancárias trocando ou clonando o cartão a partir de máquinas que colocavam nos caixas eletrônicos”, detalhou um major. Segundo o porta-voz da PMDF, existe a probabilidade de que outras pessoas possam ter participação no esquema de estelionato. Em buscas realizadas na residência do suspeito, os militares encontraram outros 17 cartões de diversos bancos, 10 RGs preenchidos com dados alterados e outras 17 cédulas do documento em branco. A PMDF também apreendeu computadores e carimbos de cartório. 

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Fonte: Correio Braziliense

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O que é skimming? Golpe em caixa eletrônico rouba dados do cartão

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24/12/2018

Skimming (ou chupa-cabra) é um tipo de golpe em que criminosos instalam dispositivos em caixas eletrônicos para clonar cartões e assim ganhar acesso às contas bancárias das vítimas. Cada vez mais sofisticados, esses aparelhos podem interceptar os dados magnéticos do cartão e enviá-los via conexão sem fio de forma criptografada ao criminoso. Números de 2017 divulgados em um relatório da União Europeia mostram que os chupa-cabras foram usados em caixas eletrônicos de 54 países. Estados Unidos, Indonésia e Índia lideraram o ranking de ocorrências. A seguir, entenda como o golpe funciona.

Como funciona

O ataque tem dois movimentos: o primeiro é copiar os dados do cartão assim que ele é inserido na máquina e o segundo é descobrir a senha do cliente do banco. Para dar conta da etapa inicial, os criminosos usam um hardware específico, que pode ser posicionado por cima da entrada real de cartão do caixa eletrônico, ou um leitor mais discreto, colocado no interior do slot, bem mais difícil de detectar. Quando a pessoa insere o cartão em um desses equipamentos, eles copiam os dados da vítima sem interferir no funcionamento do caixa eletrônico. Por isso, é tão difícil perceber que há algo errado. A segunda etapa do golpe depende de que o criminoso descubra a senha do usuário para acessar a sua conta, já que só os dados do cartão não permitem essa ação. Para isso, existem dois métodos: uma pequena câmera escondida acima do teclado ou tela do caixa ou um teclado falso sobre as teclas reais. No primeiro caso, a câmera pode ser descoberta por quem estiver mais atento. Já no segundo, a engenhosidade dos criminosos surpreende: um teclado falso registra os números que o cliente do banco toca na hora de digitar a senha. Como ele fica por cima do teclado verdadeiro, o caixa eletrônico continua funcionando normalmente quando a vítima aperta as teclas. Essas informações – dados do cartão e senhas – podem ser armazenadas localmente, o que aumenta os riscos, já que o responsável pelo ataque terá de ir pessoalmente buscá-las. Outra possibilidade é transmiti-las via redes sem fio, sejam elas de telefonia celular ou Bluetooth. Com os dados coletados do cartão e senha, um criminoso poderá ter acesso à sua conta bancária, realizar pagamentos e fazer saques. Acessa a notícia na íntegra para saber como se prevenir.

Homens são presos ao usar cartões clonados para comprar roupas

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12/11/2018

Através de uma denúncia anônima, a Polícia Militar prendeu dois homens por estelionato. Eles coletavam dados bancários das vítimas e usavam o cartão para comprar produtos em um shopping na Rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva (SP). O caso ocorreu no sábado (10), após os policiais militares receberem a informação de que um veículo Fiat Palio com placa de São Paulo estaria sendo utilizado na prática do crime. Em patrulhamento, os policiais conseguiram abordar o veículo ocupado por dois homens, um de 45 anos e com passagem criminal pela prática de furto a banco e o outro, de 38, com passagem por estelionato. No carro foram localizados roupas, relógios, bonés e um óculos que haviam sido comprados em Itupeva, com os cartões clonados. Inicialmente ambos negaram o crime, mas entraram diversas vezes em contradição, assim sendo, acabaram admitindo o estelionato e descreveram a forma de atuação. Os homens confessaram que o golpe aconteceu durante este final de semana em caixas 24 horas, coletando dados bancários e senhas das vítimas para, posteriormente, usarem na compra dos produtos. Eles foram autuados em flagrante e levados para a 2ª Delegacia Seccional de Polícia, em Campinas, onde acabaram sendo reconhecidos por uma vítima.

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Fonte: O Liberal

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Mulheres são presas com mais de 1,4 mil cartões em banco de Sorocaba

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29/10/2018

Na tarde de domingo (28), no Centro de Sorocaba (SP), três mulheres foram presas por estelionato com mais de 1,4 mil cartões em branco dentro de uma agência bancária na Rua XV de Novembro. Conforme informações da Polícia Militar, uma equipe fazia patrulhamento quando notou que as três mulheres ficaram nervosas ao ver a viatura. Os policiais entraram na agência e viram que elas inseriam diversos cartões nos caixas eletrônicos, e que uma das suspeitas jogou fora um comprovante bancário antes de ser abordado. Durante revista, os policiais encontraram 1.420 cartões em branco, mas com tarja magnética. Por isso, de acordo com a PM, a suspeita é que são clonados. Também foi apreendido um comprovante de depósito de R$ 600. As três suspeitas foram levadas ao plantão norte, onde permaneceram à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

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