Homem indiciado 34 vezes por estelionato e furto é preso após aplicar novos golpes em Piracicaba

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09/01/2018

Na tarde desta terça-feira (09), um homem, de 40 anos, foi preso após admitir à Polícia Civil que entregou cheques sem fundo para pagar duas farmácias de Piracicaba (SP). Conforme a corporação, ele já foi indiciado outras 34 vezes por estelionato ou furto. Um outro suspeito, que estava com o preso, conseguiu fugir. O homem foi seguido por um policial civil que viu ele saindo de uma farmácia com sacolas na mão. Como ele é conhecido pelos crimes de estelionato, o policial suspeitou que estivesse aplicando outro golpe. O policial o seguiu até uma galeria no bairro Cidade Alta. Lá, a Polícia Civil o abordou e questionou sobre as sacolas. O suspeito, então, admitiu que deu cheques sem fundo em duas farmácias da mesma rede durante o dia. Os policiais encontraram dois talões com o homem e apreenderam as mercadorias.

Tentativa de suborno

O suspeito ainda sugeriu à equipe um “acerto” para liberá-lo. O caso foi registrado na Unidade de Polícia Judiciária (UPJ) e o homem responderá por estelionato, uso de documento falso e falsidade ideológica, além de corrupção ativa, já que tentou subornar os policiais. Ele ficou encarcerado e será encaminhado para uma unidade prisional até a audiência de custódia.

Polícia procura por estelionatário que aplicou golpe em pelo menos oito vítimas

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23/10/2017

Em Campo Grande, oito proprietários de veículos foram vítimas de golpe ao negociar a venda de seus carros com um suposto proprietário de lava a jato, de 25 anos. R.V.Oliveira comprou os veículos, pagou com cheques sem fundo e desapareceu. Casos ocorrem desde agosto na Capital. O delegado responsável pelo inquérito, disse ao que a polícia procura pelo estelionatário e acredita que ele já tenha saído da cidade. Sete carros já foram recuperados e pelo menos outros três continuam em busca. “Fomos ao lava a jato que as vítimas denunciaram, mas não o encontramos no local. Ele ainda mantém contato com algumas das vítimas, por meio de mensagem, onde diz que vai pagar o valor devido”, disse o delegado. Em um dos casos, uma vítima denunciou que levou um Chevrolet Onix para lavar no lava a jato onde o suspeito era proprietário. Na ocasião, o dono do estabelecimento negociou a compra do veículo e se comprometeu a efetuar a transferência no valor de R$ 28,9 mil. A vítima confiou no suspeito e entregou o carro e documentos. No dia 15 de setembro, R.V.Oliveira entregou para a vítima um comprovante de depósito, porém, alguns dias depois, a mesma constatou que o documento era falso e que a transferência nunca ocorreu. Ela foi tirar satisfação com o empresário, que lhe entregou um cheque no valor devido, que também foi constatado posteriormente que era sem fundos. Em outro caso, ocorrido no dia 20 de setembro, outra vítima realizou a venda de dois carros para o suspeito, sendo que um o valor de R$ 6 mil foi pago à vista e uma Saveiro foi paga no cheque, no valor de R$ 17 mil. Quando ela foi ao banco descontar o cheque, descobriu que estava sem fundo. Entrando em contato com o suspeito, ele informou que estaria em outra cidade e resolveria a situação “outro dia”, não dando mais satisfação. Outros seis casos ocorreram da mesma forma. O dono do lava a jato negociou a compra e pagou com cheque sem fundos, assinado com o nome de uma mulher, que seria namorada do suspeito. As compras eram negociadas no estabelecimento ou por meio do site de vendas OLX. Segundo o delegado, logo após pegar os carros das vítimas, o homem revendia o automóvel. Sete pessoas que compraram o carro com o rapaz entregaram o veículo à polícia ao tomarem conhecimento que o carro era produto de golpe. Veículos foram devolvidos aos donos e a polícia continua a investigação para encontrar o suspeito.

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Fonte: Correio do Estado

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Homem cai em golpe de cheque ‘sem fundo’ ao vender carro em Campina Grande

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12/05/2017

Foi vítima de um golpe na quinta-feira (11), um homem que estava vendendo um carro em Campina Grande, no Agreste paraibano. Ele foi enganado por um homem que se apresentou como um policial militar e entregou um cheque “sem fundo” na compra do veículo. A vítima entregou o carro e só percebeu o golpe quando foi tentar retirar o dinheiro no banco. Segundo as informações do Centro Integrado de Operações da Polícia Militar (Ciop), a vítima contou que o homem chegou a ir mostrar uma conta com dinheiro em que verificou que tinha dinheiro. Entretanto, havia um bloqueio na conta. Depois de ter verificado que havia o valor na conta, a vítima entregou o carro ao homem. O golpe só foi percebido quando a vítima foi ao banco fazer a retirada do dinheiro no banco e descobriu que o cheque era “sem fundo”. A vítima foi orientada a procurar a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência sobre o golpe. Até 7h20 desta sexta-feira (12) o veículo não havia sido recuperado.

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Fonte: G1

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Suspeito de aplicar golpes milionários é preso em Bragança Paulista, SP

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10/02/2017

Um empresário suspeito de revender casas e carros de luxo de maneira fraudulenta, foi preso nessa sexta-feira (10) em Bragança Paulista (SP). Procurado pela polícia, ele havia deixado a cidade no último dia 1º com destino a Santa Catarina. Vítimas do homem chegaram a oferecer recompensa de R$ 10 mil por informações de seu paradeiro. Em um dos seus golpes milionários, a vítima teve prejuízo de R$ 2 milhões. Pelo menos 25 pessoas relataram que foram lesadas pelo empresário. No golpe, os interessados em vender carros entregavam o veículo e recebiam um sinal, sendo cerca de 10% do valor dos veículos, e o restante era depositado depois da venda do carro pela loja do estelionatário. Na ação, ele dava às vítimas cheques sem fundo e ficava com o valor da venda dos veículos – sem repassar aos donos dos automóveis. O homem foi localizado em Santa Catarina depois de fazer um boletim de ocorrência por ameaça. Após a polícia identificar o paradeiro dele, o empresário se apresentou na madrugada desta sexta-feira (10) à polícia em Bragança Paulista para prestar depoimento. Ao delegado, ele contou que não teria aplicado um golpe, mas que a empresa teria passado por problemas financeiros. “Para nós ele disse que não havia programado bem as finanças da loja e que não teria conseguido honrar os compromissos financeiros. Ele ainda disse que só fugiu temendo pela família depois de ter sido ameaçado, apesar de não ter contado quem havia feito a ameaça“, disse o delegado responsável pelo caso. O homem atuava há vinte anos como empresário.

Vítimas

Um homem vendeu o carro avaliado em R$ 180 mil para o empresário. Ele receberia R$ 30 mil como sinal e depois teria o restante depositado após a venda. “No dia programado percebi que o pagamento não havia sido feito e quando fui procurar por ele, a loja já estava vazia e não atendia mais os telefones”, contou. O maior prejuízo envolve carros de luxo, mas uma das vítimas teve um prejuízo de R$ 2 milhões com a venda de uma casa. A vítima, que não quis se identificar, vendeu o imóvel e receberia o valor por cheques. Os dois primeiros foram pagos, mas os demais não tinham fundo. “Eu negociei uma casa com ele e acabou comprando com pagamento em cheques. Ele me entregou 22 cheques, em que dois foram compensados, e os outros estão voltando”, disse. Apesar da suspeita de estelionato, o homem foi preso em flagrante por falsidade ideológica. A polícia explica que, respondendo por estelionato, ele não ficaria preso, e por isso teria aceitado se apresentar. Ele vai responder também pelos golpes. No boletim de ocorrência feito por ele em Santa Cataria havia sido feito com um endereço falso e ao comprovar isso, o homem foi mantido preso. A polícia diz que as vítimas ainda estão procurando a delegacia e estima que em média 50 pessoas tenham sido vítimas do empresário.

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Fonte: G1

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Ex-diretor da Ciretran e de presídio é preso por estelionato em Ji-Paraná

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03/02/2017

Em Ji-Paraná (RO), na sexta-feira (03), a Polícia Civil prendeu um homem de 73 anos, acusado de estelionato. O idoso é ex-diretor da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) e de um presídio e usou a influência dos antigos cargos na prática dos golpes. Conforme as investigações do caso, o suspeito e o filho dele, um homem de 40 anos, entravam em sites de vendas ou grupos de vendas nas redes sociais e negociavam diversos produtos. Na hora de realizar o pagamento, os suspeitos depositavam envelopes vazios ou com cheques sem fundos. “Eles entravam em contato com a vítima, marcavam um local de encontro e negociavam. Após estarem em posse do objeto, eles falavam que iriam pagar posteriormente. O pagamento não era feito no ato. E quando realizavam o pagamento era por meio do golpe do envelope vazio ou com cheques sem fundos de terceiros”, conta a delegada responsável pelo caso. A dupla costumava aplicar os golpes contra vítimas que estavam em situação de vulnerabilidade. Segundo a delegada, o suspeito utilizava a influência dos ex-cargos públicos que ocupou para praticar os golpes. “Ele dizia que era ex isso, ex aquilo e que conhecia fulano e ciclano. Se fazia passar por uma pessoa que no passado gozava de muita influência. Mas não com todas as vítimas, com algumas ele nem precisava mencionar. Principalmente as pessoas em situações de vulnerabilidade, às vezes com um familiar doente”, diz a delegada. Dois mandados de prisão foram expedidos em nome da dupla, o idoso foi preso durante a quinta-feira (02) e o filho continua foragido, mas deverá se entregar nos próximos dias.

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Fonte: G1

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Polícia prende suspeitos de aplicar golpes que somam R$ 1 milhão

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01/11/2016

A Polícia Civil apresentou nesta terça-feira (1º), um grupo suspeito de aplicar golpes que somam mais de R$ 1 milhão. Quatro pessoas foram presas e duas estão foragidas. Conforme as investigações, os investigados compravam empresas e usavam a reputação delas para adquirir carros de luxo, lancha e joias, pagando com cheques sem fundo e depois fugindo. A quadrilha era formada por três homens e três mulheres. Um dos investigados tem mais de 70 passagens pela polícia, a maioria por estelionato. Os demais nunca foram presos. “O grupo é do sul do país, mas chegou a Goiânia em setembro de 2015, alugaram uma chácara compraram duas empresas e, a partir daí, adquiriam bens usando os cheques dessas empresas e usando a credibilidade que elas tinham no mercado. Mas os cheques eram sem fundo. Depois de um tempo eles fechavam as empresas e as vítimas ficavam no prejuízo. O intuito era revender os bens e ficar com o dinheiro”, disse a delegada responsável pelo caso. A polícia diz que o grupo levava uma vida de luxo. “Eles tinham carros no valor de R$ 100 mil, uma lancha de mais de R$ 50 mil e várias joias. O padrão de vida mostrava ostentação. Chegaram  a comprar uma franquia de academia no valor de R$ 2 milhões”, disse a delegada. Agora, os suspeitos vão responder por estelionato, associação criminosa e uso de documento falso.

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Fonte: G1

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Costureiro é detido por suspeita de estelionato no Agreste de PE

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08/10/2016

Na sexta-feira (7), em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco, um costureiro foi detido pela polícia por suspeita de estelionato. Conforme a Polícia Militar, ele depositou cheques sem fundo no valor de R$ 4,5 mil. A vítima vendeu mercadorias para o suspeito, mas foi avisada pelo gerente que os cheques eram sem fundo. Uma equipe da PM foi ao local onde a mercadoria seria entregue e deteve o costureiro. Ele foi levado à Delegacia de Polícia Civil e autuado em flagrante.

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Fonte: G1

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