Dupla suspeita de estelionato é presa depois de tentar trocar cheque em banco de Juiz de Fora

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28/02/2019

Nesta quinta-feira (28), um homem de 30 anos e uma mulher de 38, foram detidos suspeitos de estelionato em Juiz de Fora. Eles foram descobertos após o gerente de um banco reconhecer o criminoso e chamar a Polícia Militar (PM). Foram apreendidos R$ 4.529 em dinheiro, quatro celulares, onde constam conversas dos envolvidos no golpe e dois chips de telefonia. Também foram recolhidos cinco cheques, 19 cartões de banco, 17 documentos de terceiros, como Cadastro de Pessoa Física (CPF), Carteiras Nacional de Habilitação (CNH) e de trabalho, um caderno de contabilidade da quadrilha. O veículo usado pela dupla foi removido para o pátio credenciado. Segundo as informações preliminares da PM, o homem estava na agência bancária na Rua Oswaldo Aranha, tentando descontar um cheque de procedência ilícita no valor de R$ 4.890,50. No dia 21 de fevereiro, o mesmo homem sacou outro cheque no valor de R$ 4.980,80, que depois a instituição descobriu que era uma fraude. Os policiais abordaram o homem que confessou que fez o saque há uma semana, alegando que recebeu R$ 150 da mulher de 38 anos que o contratou para dirigir de Barroso a Juiz de Fora. Ela ofereceu mais R$ 50 para descontar o cheque na agência. O homem disse saber que o cheque era “proveniente de algum esquema”. A PM ainda informou que o autor tem passagens por estelionato, contrabando e furto.

Ele relatou que a mulher estava em uma rua próxima. Houve rastreamento e foi localizada no estacionamento do shopping no Bairro Cascatinha. Segundo a ocorrência, ela estava com o dinheiro, documentos e aparelhos celulares. Nos telefones, constam conversas e áudios de aplicativos sobre a forma de agir da quadrilha para realizar a fraude nos estabelecimentos. A mulher contou que entrou no “esquema” de cartões e outras formas de fraudes em agosto do ano passado por necessidade financeira. Os dois suspeitos foram detidos. Segundo a PM, eles fazem parte de uma quadrilha especializada em estelionato que atua na região de Juiz de Fora, Barbacena e Conselheiro Lafaiete.

Golpe com cheque é o que mais afetou pequenos no ano passado

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25/02/2019

Uma nova pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) aponta que, em 2018, 11% das micro e pequenas empresas brasileiras tiveram prejuízo financeiro causado por golpes. Em 33% dos casos, os estelionatários utilizaram cheques falsificados ou roubados na hora de pagar por suas compras. A pesquisa foi realizada em todas as capitais do país. Entre as tentativas de fraude, que não chegaram a dar prejuízo para as empresas, foram citadas no levantamento o recebimento de boletos falsos para pagamento (37%), links que sequestram dados enviados por email (33%), roubo de informações pessoais no preenchimento de cadastros em sites (6%) e invasão no site da empresa (5%).

Técnica em enfermagem tem cheque adulterado para R$ 3,5 mil em Sinop

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24/07/2018

A mulher, de 41 anos, registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Polícia Civil informando que teve um cheque de R$ 175 adulterado para 3,5 mil. O valor não chegou a ser debitado. Os funcionários do banco perceberam a fraude e comunicaram a denunciante. Uma outra vítima, de 62 anos, também teve um cheque de R$ 350 adulterado para R$ 3,4 mil. Conforme a mulher, a fraude foi descoberta quando o gerente do banco entrou em contato perguntando se realmente havia emitido o cheque que estava na unidade para ser debitado. O valor também não chegou a ser descontado. Os casos foram registrados como estelionato com natureza de falsidade ideológica e serão investigados pela Polícia Civil.

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Fonte: Só Notícias

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Dupla tenta pagar boletos de R$ 50 mil com cheque adulterado e é presa

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09/07/2018

Uma dupla foi presa ao tentar pagar boletos com cheques adulterados em uma agência bancária localizada no bairro Alto da XV, em Curitiba. A quantia a ser paga somava R$ 50 mil. O setor de inteligência da Delegacia de Estelionato chegou até os suspeitos após receber a informação de que duas pessoas, identificadas como M.E.A.J., de 22 anos, e P.J.M.R.J., de 23, estariam utilizando cheques adulterados para pagar boletos bancários de alto valor. Segundo o delegado responsável, os dois negaram o crime e disseram que receberam os cheques de um amigo do Rio de Janeiro via correios, e que não sabiam qual era a origem. Ambos foram autuados em flagrante na última sexta-feira (06) pelos crimes de associação criminosa e tentativa de estelionato. Ambos não possuem antecedentes criminais.

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Fonte: Massa News

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Falsificadores de cheques agiam em Mato Grosso do Sul e mais oito estados

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19/04/2018

Materiais utilizados pelos criminosos na falsificação.

Na terça-feira (17), foi presa  durante operação desencadeada pela Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba (PR), uma quadrilha envolvida na clonagem de cheques que agiu em Mato Grosso do Sul, Paraná e mais sete estados. Um homem, de 47 anos, é apontado como líder do bando e foi detido em casa, na cidade de Guarapuava (PR). Estima-se que em pelo menos seis meses a associação criminosa, por meio da fraude, obteve a quantia superior a R$ 1 milhão. Além do líder, outras quatro pessoas suspeitas de integrar o bando também foram detidas ao longo da operação. As investigações iniciaram há cerca de seis meses, depois que a especializada realizou a prisão de uma mulher suspeita de aplicar um golpe bancário, descontando cheques clonados. A partir desta prisão, com base nas informações, foi possível identificar o envolvimento de outras pessoas. Segundo as investigações, o bando conseguia os cheques originais de diversas formas, uma delas era a compra com pessoas (normalmente idosas) que estavam em filas nos caixas eletrônicos.  Os cheques originais eram enviados para o líder da quadrilha, preso em Guarapuava, que por ser publicitário e desenhista, refazia os cheques com perfeição, adulterando os valores, código de barras e número de série. “Em seguida, os cheques eram enviados para outros membros do bando que tem a função de apresentá-los nos caixas para o desconto”, explicou a delegada-adjunta da DE. Os crimes iniciaram em Curitiba, mas o bando também atuou nos Estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso,  Rondônia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, além de Mato Grosso do Sul e em várias cidades do Paraná. “Somente nesses seis meses de investigações, estima-se que a quadrilha obteve a quantia de R$ 1 milhão”, lembra a delegada.  Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão domiciliar. Foram apreendidos diversos documentos falsos, cheques clonados (em processo de confecção), apetrechos para a falsificação, bem como computadores, impressoras de alta resolução, um automóvel BMW e uma caminhonete Hilux. Os suspeitos responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, associação criminosa e falsidade ideológica. Todos permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.

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Fonte: Correio do Estado

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Fazendeiro perde mais de R$ 8 mil ao ter cheque adulterado e compensado em Sinop

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16/02/2018

Em Sinop (MT), u homem, de 72 anos, procurou a delegacia de Polícia Civil na quinta-feira (15), e registrou um boletim de ocorrência informando que teve um cheque no valor de R$ 1,6 mil adulterado para R$ 9,8 mil e compensado no último dia 7. Os policiais registraram o caso como estelionato. Outro homem, de 52 anos, morador do bairro Jardim das Palmeiras, também registrou um boletim relatando que teve também um cheque adulterado no Paraná de R$1,2 mil para R$ 6,8 mil. A vítima não chegou a relatar se o cheque foi descontado. Os dois casos são investigados pela Polícia Civil.

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Fonte: Só Notícias

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Presos suspeitos de vender cheques roubados e falsificados em Goiânia

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04/01/2018

Polícia Civil apreendeu 13 talões de cheque roubados e falsificados com dupla de estelionatários.

A Polícia Civil prendeu dois suspeitos de comercializar folhas e talões de cheques roubados e falsificados em Goiânia. Além da dupla, de 48 e 50 anos de idade, a corporação também deteve dois idosos, de 73 e 71 anos, que compravam o material. A investigação aponta que os estelionatários pagavam comerciantes em várias cidades de Goiás, mas que os valores não foram descontados, causando prejuízo de cerca de R$ 450 mil aos empresários. “Eles chegavam ali no comércio com cheque já preenchido com determinado valor, porque o cheque é de terceiro. Um falava que recebeu do patrão, outro fala que recebeu de uma venda. O fato de serem idosos com uma conversa mansa despertava até solidariedade por parte do comerciante. Faziam compras até em valor menor e convenciam o comerciante ainda a voltar a diferença em dinheiro”, explicou a delegada responsável pelo caso. Ainda segundo ela, foram apreendidos 13 talões originais e falsificados com os presos, que respondem pelos crimes de estelionato e receptação. A delegada afirmou que a dupla comprava os talões roubados por R$ 300 e vendia cada folha por R$ 15. “Identificamos dois dos estelionatários que compravam essas folhas, mas com certeza são diversos. Eles usavam essa oficina gráfica para comercializar os cheques, mas acredito que não era ali que era feita a falsificação, era só o local de venda mesmo”, completou.

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Fonte: G1

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