Técnica em enfermagem tem cheque adulterado para R$ 3,5 mil em Sinop

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24/07/2018

A mulher, de 41 anos, registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Polícia Civil informando que teve um cheque de R$ 175 adulterado para 3,5 mil. O valor não chegou a ser debitado. Os funcionários do banco perceberam a fraude e comunicaram a denunciante. Uma outra vítima, de 62 anos, também teve um cheque de R$ 350 adulterado para R$ 3,4 mil. Conforme a mulher, a fraude foi descoberta quando o gerente do banco entrou em contato perguntando se realmente havia emitido o cheque que estava na unidade para ser debitado. O valor também não chegou a ser descontado. Os casos foram registrados como estelionato com natureza de falsidade ideológica e serão investigados pela Polícia Civil.

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Fonte: Só Notícias

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Dupla tenta pagar boletos de R$ 50 mil com cheque adulterado e é presa

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09/07/2018

Uma dupla foi presa ao tentar pagar boletos com cheques adulterados em uma agência bancária localizada no bairro Alto da XV, em Curitiba. A quantia a ser paga somava R$ 50 mil. O setor de inteligência da Delegacia de Estelionato chegou até os suspeitos após receber a informação de que duas pessoas, identificadas como M.E.A.J., de 22 anos, e P.J.M.R.J., de 23, estariam utilizando cheques adulterados para pagar boletos bancários de alto valor. Segundo o delegado responsável, os dois negaram o crime e disseram que receberam os cheques de um amigo do Rio de Janeiro via correios, e que não sabiam qual era a origem. Ambos foram autuados em flagrante na última sexta-feira (06) pelos crimes de associação criminosa e tentativa de estelionato. Ambos não possuem antecedentes criminais.

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Fonte: Massa News

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Falsificadores de cheques agiam em Mato Grosso do Sul e mais oito estados

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19/04/2018

Materiais utilizados pelos criminosos na falsificação.

Na terça-feira (17), foi presa  durante operação desencadeada pela Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba (PR), uma quadrilha envolvida na clonagem de cheques que agiu em Mato Grosso do Sul, Paraná e mais sete estados. Um homem, de 47 anos, é apontado como líder do bando e foi detido em casa, na cidade de Guarapuava (PR). Estima-se que em pelo menos seis meses a associação criminosa, por meio da fraude, obteve a quantia superior a R$ 1 milhão. Além do líder, outras quatro pessoas suspeitas de integrar o bando também foram detidas ao longo da operação. As investigações iniciaram há cerca de seis meses, depois que a especializada realizou a prisão de uma mulher suspeita de aplicar um golpe bancário, descontando cheques clonados. A partir desta prisão, com base nas informações, foi possível identificar o envolvimento de outras pessoas. Segundo as investigações, o bando conseguia os cheques originais de diversas formas, uma delas era a compra com pessoas (normalmente idosas) que estavam em filas nos caixas eletrônicos.  Os cheques originais eram enviados para o líder da quadrilha, preso em Guarapuava, que por ser publicitário e desenhista, refazia os cheques com perfeição, adulterando os valores, código de barras e número de série. “Em seguida, os cheques eram enviados para outros membros do bando que tem a função de apresentá-los nos caixas para o desconto”, explicou a delegada-adjunta da DE. Os crimes iniciaram em Curitiba, mas o bando também atuou nos Estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso,  Rondônia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, além de Mato Grosso do Sul e em várias cidades do Paraná. “Somente nesses seis meses de investigações, estima-se que a quadrilha obteve a quantia de R$ 1 milhão”, lembra a delegada.  Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão domiciliar. Foram apreendidos diversos documentos falsos, cheques clonados (em processo de confecção), apetrechos para a falsificação, bem como computadores, impressoras de alta resolução, um automóvel BMW e uma caminhonete Hilux. Os suspeitos responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, associação criminosa e falsidade ideológica. Todos permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.

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Fonte: Correio do Estado

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Fazendeiro perde mais de R$ 8 mil ao ter cheque adulterado e compensado em Sinop

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16/02/2018

Em Sinop (MT), u homem, de 72 anos, procurou a delegacia de Polícia Civil na quinta-feira (15), e registrou um boletim de ocorrência informando que teve um cheque no valor de R$ 1,6 mil adulterado para R$ 9,8 mil e compensado no último dia 7. Os policiais registraram o caso como estelionato. Outro homem, de 52 anos, morador do bairro Jardim das Palmeiras, também registrou um boletim relatando que teve também um cheque adulterado no Paraná de R$1,2 mil para R$ 6,8 mil. A vítima não chegou a relatar se o cheque foi descontado. Os dois casos são investigados pela Polícia Civil.

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Fonte: Só Notícias

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Presos suspeitos de vender cheques roubados e falsificados em Goiânia

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04/01/2018

Polícia Civil apreendeu 13 talões de cheque roubados e falsificados com dupla de estelionatários.

A Polícia Civil prendeu dois suspeitos de comercializar folhas e talões de cheques roubados e falsificados em Goiânia. Além da dupla, de 48 e 50 anos de idade, a corporação também deteve dois idosos, de 73 e 71 anos, que compravam o material. A investigação aponta que os estelionatários pagavam comerciantes em várias cidades de Goiás, mas que os valores não foram descontados, causando prejuízo de cerca de R$ 450 mil aos empresários. “Eles chegavam ali no comércio com cheque já preenchido com determinado valor, porque o cheque é de terceiro. Um falava que recebeu do patrão, outro fala que recebeu de uma venda. O fato de serem idosos com uma conversa mansa despertava até solidariedade por parte do comerciante. Faziam compras até em valor menor e convenciam o comerciante ainda a voltar a diferença em dinheiro”, explicou a delegada responsável pelo caso. Ainda segundo ela, foram apreendidos 13 talões originais e falsificados com os presos, que respondem pelos crimes de estelionato e receptação. A delegada afirmou que a dupla comprava os talões roubados por R$ 300 e vendia cada folha por R$ 15. “Identificamos dois dos estelionatários que compravam essas folhas, mas com certeza são diversos. Eles usavam essa oficina gráfica para comercializar os cheques, mas acredito que não era ali que era feita a falsificação, era só o local de venda mesmo”, completou.

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Fonte: G1

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Preso acusado de aplicar golpe com cheques adulterados

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18/09/2017

Um homem foi preso acusado de estelionato. O acusado, conforme o boletim de ocorrência, teria tentado sacar, em dois momentos, cheques de uma cliente e que as folhas apresentadas estariam adulteradas. No primeiro momento, o homem tentou sacar R$ 2,8 mil, mas os funcionários do banco entraram em contato com a cliente, que negou a emissão do referido cheque e que, pela numeração, a folha do cheque estaria no talonário que se encontrava em poder da cliente. O servidor do banco a orientou a inutilizar a folha de cheque em questão. No entanto, posteriormente, a cliente recebeu novo telefonema de funcionário da agência bancária de que havia um homem tentando sacar um cheque da cliente no valor de R$ 17 mil. Pela numeração, a cliente observou que seria a mesma folha de cheque que teria sido sustada. A cliente também constatou que os telefones dela também teriam sido bloqueados, irregularmente, por furto. Os funcionários do banco acionaram os policiais e o acusado foi encaminhado para a Delegacia Plantonista, onde foi autuado em flagrante por estelionato tentado.

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Fonte: INFO NET

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Golpe com cheque fica cada vez mais sofisticado

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07/06/2017

A cada ano que passa, os cheques são menos utilizados, por causa disso, eles têm sido alvo de golpes requintados em São Paulo. Especialistas em reproduzir “assinaturas perfeitas” e até sequestro de celular são alguns dos recursos usados por quadrilhas para lesar as vítimas, sem precisar enganá-las para obter informações e praticar o crime. A sofisticação dos bandidos, porém, também convive com estelionatos “clássicos”. Dias após usar um cheque, uma administradora de empresas, de 42 anos, percebeu um débito de R$ 2.450 na sua conta bancária. “Era de um cheque que eu nunca tinha dado”, afirma. O valor, diz, era exatamente o que tinha na conta. Ela conta que o cheque clonado era “perfeito”. “Até a assinatura, diria que fui eu que fiz”, diz. O dinheiro foi ressarcido pelo banco, mas o caso a fez se sentir insegura. “Houve acesso ao meu RG, CPF. Meu medo era que usassem os dados para outros golpes.” Um técnico de telecomunicação, de 41 anos, também teve o cheque clonado depois de realizar um depósito. “Eu mesmo pus o cheque no caixa eletrônico para a minha própria conta”, diz. O verdadeiro tinha o final 52. O falso, 55. “Essa folha nunca foi usada. Tenho o original na carteira até hoje.” O valor era de R$ 4,9 mil e foi restituído pelo banco. Em março, uma operação do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), órgão da Polícia Civil que apura crimes contra o patrimônio e a fé pública, prendeu nove integrantes de uma quadrilha de falsificação de cheque. Outros seis estão foragidos até hoje. Conforme as investigações, os bandidos escolhiam os alvos com base em fichas cadastrais de banco – um indicativo de que tinham informantes dentro de agências. O esquema conseguia movimentar até R$ 600 mil por mês e tinha, entre as vítimas, juízes, promotores e delegados. Para o golpe, a quadrilha se valia de um especialista em falsificar assinatura, conhecido entre os investigadores como “o artista”. Os criminosos também “sequestravam” a linha telefônica da vítima. Quando o banco ligava, era o bandido quem autorizava a transação.

Vulnerabilidade

“O avanço da tecnologia abriu novas frentes de trabalho para as quadrilhas”, afirma um coronel, especialista em segurança pública. “Os bandidos também procuram a vulnerabilidade da vítima, então se valem de pessoas que não sabem lidar com e-mail ou aplicativos, principalmente idosos.” Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que os bancos investem cerca de R$ 2 bilhões ao ano em sistemas e ferramentas de segurança da informação. “Diversos golpes, porém, usam de artimanhas de engenharia social, ou seja, técnicas de persuasão”, diz. Segundo a Polícia Civil, um desses golpes envolve estelionatários que ligam para vítimas se passando por funcionários do setor de segurança dos bancos. Após obter informações, como o número de série do cheque, conseguem praticar o crime.

Queda

Dados da Serasa indicam que o número total de cheques compensados em São Paulo caiu cerca de 81,2%, na comparação entre os anos de 2001 e 2016. Apesar do recuo, a ordem de pagamento ainda é bastante usada, em especial como forma de garantia em transações comerciais.

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Fonte: Estadão

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