Falso delegado da Polícia Federal é preso no Espírito Santo

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16/03/2012

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (15), um homem de 45 anos portando documentos falsos em Guarapari, Espírito Santo. Ele estava em um ônibus interestadual e identificou-se como delegado da PF para os policiais rodoviários que abordaram o veículo. O homem se fez passar por policial federal para comprar uma passagem de graça na empresa que fazia a linha Vitória (ES) – São Paulo (SP). Com ele foram encontrados vários documentos falsos, entre eles, um diploma de Delegado Federal, outro de Comandante Tenente Coronel da Força Nacional de Policiamento e uma carteira de identidade funcional que o caracterizava como membro da “Policia de Inteligência da Força Nacional de Policiamento”. Ele também usava um boné semelhante ao utilizado pela Polícia Rodoviária Federal. O suspeito foi autuado por falsificação, uso de documentos falsos, estelionato e desacato.

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Fonte: Terra

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Estelionatário passa cheque falso de R$ 918 em restaurante em São Paulo

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09/03/2012

Um falso cineasta e jornalista de 43 anos foi preso nesta quinta-feira (8), por apresentar um cheque falsificado para pagar a conta de um restaurante no distrito de Itaim Bibi, em São Paulo. Marcelo Estrella de Assis, que já possui passagem por estelionato, estava em companhia de um homem e de um travesti. Eles pediram champanhe, vinho, entrada, prato principal e sobremesa em um restaurante e como pagamento da conta no valor de R$ 918, ele deu um cheque falsificado. No entanto, o gerente do estabelecimento não aceitou, pois os funcionários do local reconheceram Marcelo por ter passado um cheque sem fundo há cerca de um ano em nome de terceiro, que também não foi aceito. Ele ofereceu a moto como forma de pagamento, mas o gerente recusou e acionou a polícia. Marcelo apresentou à polícia, duas carteiras falsas de jornalista. Com ele foram apreendidos diversos cartões com o nome falso, além de sua carteira de trabalho verdadeira. Ele indicou o nome do homem que falsificou os documentos e foi indiciado por estelionato e uso de documento falso.

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Fonte: Último Segundo

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PRF e Gaeco prendem falso médico que atuava em Sapé e Pilar

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06/03/2012

Um homem de 31 anos, natural de Pernambuco, foi preso nesta terça-feira (6), por utilizar documentos falsos de um médico já falecido. Eric Gustavo Santana da Silva, de 31 anos, se passava por Plácido Guimarães Sales, que morreu em 2007. O falso médico atendia na especialidade de Clínica Geral em hospitais da Paraíba e recebia R$ 12 mil. De acordo com a polícia, esta é a terceira vez que ele é preso pelo crime de falsidade ideológica.

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Fonte: Folha do Sertão

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Homem é preso após fingir ser policial e extorquir comerciantes e traficantes

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16/02/2012

Um homem foi preso nesta quarta-feira (15) por se passar por policial civil e extorquir comerciantes e traficantes no estado de Mato Grosso do Sul. Marcos Sobreira Gomes, 44 anos, tinha distintivo, carteira funcional, colete à prova de balas e várias ordens de emissão policial, que ele mesmo fez para entrar em bocas-de-fumo e comércios. Ele agia dessa forma há cerca de um ano. Passando-se por policial, ele pegava as mercadorias vendidas ilegalmente para revender, ou pedia dinheiro para não “apreendê-las”. A polícia chegou até ele através de denúncias anônimas.  De acordo com a polícia, endereço e nome de Marcos foi passado pelas próprias “vítimas”. Ele foi localizado trabalhando como segurança, no “bico” que faz em uma igreja. Ele foi abordado e mostrou que portava a pochete tática, utilizada por policiais, o distintivo, duas armas de brinquedo e a falsa carteira funcional. Na casa dele, a polícia encontrou cheques, ordens de emissão policial, o colete e uma camisa pólo bordada com o símbolo da Polícia Civil. O falso policial afirmou que entrou em uma boca-de-fumo em março de 2011 para pegar um computador que havia sido trocado por droga de um conhecido e que somente naquela ocasião é que teria usado a falsa identificação de policial. Ele afirmou ainda que conseguiu nomes de policiais através da internet. Marcos responderá por uso de documento falso, simulação de qualidade de funcionário público, receptação e utilização de uniforme ou distintivo.

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Fonte: Jornal do Povo de Três Lagoas

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