Após fraudes, bancos têm questionado RGs oriundos de SE

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11/05/2018

O Instituto de Identificação de Sergipe, sob gestão de uma comissão interventora desde a descoberta de um esquema de fraude na emissão de identidades, tem recebido, nos últimos dias, demandas de algumas agências bancárias de outros estados. Após conhecimento da Operação Fênix, alguns bancos, por protocolo interno, têm questionado a autenticidade de RGs oriundos de Sergipe e vêm entrando em contato com o Instituto de Identificação emissor do documento para ‘cruzar os dados’ e atestar a sua veracidade. “Não se trata de pandemia, são apenas algumas agências que tomaram conhecimento da operação e estão entrando em contato conosco. Aqui nós averiguamos e informamos se o documento é procedente ou não”, explicou o papiloscopista da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe e membro da comissão interventora. O escrivão de polícia, também membro da comissão interventora, explica ainda que a polícia está atenta para o uso dessas documentações falsas. “Em determinadas situações, coletando as informações com o banco, haverá a prisão em flagrante onde a pessoa tiver apresentado o documento falso. Tanto em Sergipe, quanto fora do estado, a polícia está na cola dessas pessoas”, afirmou.

Modificação na emissão de RGs

Desde que o esquema de fraude foi descoberto dentro do Instituto de Identificação, no dia 17 de abril, quando seis servidores, um oficial da PM da reserva e dois autônomos foram presos, o secretário de Segurança Pública publicou portaria que passava a gestão do ID para uma comissão interventora, pelo prazo de 30 dias – prorrogáveis pelo mesmo prazo, se necessário. A primeira medida da equipe foi estabelecer o prazo de 30 dias para análise e emissão de uma identidade em todos os 42 polos do instituto. “É uma maneira de uniformizar o trabalho, não sobrecarregar uma unidade e ter tempo suficiente para analisar a documentação apresentada para que não haja mais fraudes”, explicou o papiloscopista. Anteriormente, as identidades eram entregues em apenas algumas horas, com critérios pouco rigorosos na apuração dos documentos – o que abriu margem para as fraudes dentro do Instituto. Com as mudanças, além de promover um mecanismo de emissão do documento semelhante aos institutos de outros estados, a comissão interventora pretende acabar com as fraudes e descentralizar o sobrepeso de algumas unidades.

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Fonte: Info Net

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Nove pessoas são presas por suposto envolvimento em um esquema de venda de identidades falsas

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17/04/2018

Na manhã desta terça-feira (17), nove pessoas foram presas  por suposto envolvimento em um esquema de vendas de identidades falsas expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe. Inicialmente a Secretaria de Segurança de Pública informou que eram 10 presos, mas às 10h a informação foi corrigida e o número foi atualizado para nove pessoas. Equipes do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) cumpriram nove mandados de prisões temporárias e mais dez mandados de buscas domiciliares durante a ‘Operação Fênix’, cujas investigações duraram seis meses. Entre os presos estão: cinco servidores do Instituto de Identificação de Sergipe, um agente penitenciário, um oficial da PM da reserva e dois autônomos, que agiam como atravessadores. Segundo a delegada que coordenou as investigações, a polícia vinha percebendo RGs falsos apreendidos com criminosos em situações dentro e fora do estado de Sergipe. O fato de terem sido expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe, contendo informações falsas que acobertavam os criminosos por todo o país, chamou a atenção das equipes de investigação. “Foram dois anos de investigação e ela foi iniciada quando uma quadrilha de assaltantes de banco foi presa na Bahia e os criminosos tinham identidades emitidas no Instituto de Identificação de Sergipe, mas os dados eram falsos. Depois percebemos que houve uma sequência de prisões dentro e fora do estado e que os presos tinham documentos expedidos originariamente pelo Instituto de Identificação de Sergipe e que continham dados falsos. Também foi percebido a negligência dos servidores que trabalham aqui, pois eles não se preocuparam em comparar a veracidade dos documentos apresentados a eles”, disse a delegada. Segundo as investigações, um agente penitenciário era quem intermediava a venda de carteiras de identidade. “Ele era uma das principais pessoas que traziam pessoas de facções criminosos. Ele era procurado com o fim específico de ter acesso ao Instituto de Identificação”, explicou. A polícia ainda não sabe quantas identidades com dados falsos foram emitidas pela quadrilha, porém receberam a informação de que era cobrado a quantia de R$ 5 mil por cada uma. Dentre os crimes revelados com a investigação, além da corrupção ativa e passiva que envolvem as falsificações, foram apurados delitos de uso de documento falso, peculato e estelionatos praticados por pessoas que recorriam à compra de carteiras de identidade falsas para a prática de fraudes, em especial, de benefícios previdenciários. Sobre a negligência no momento da confecção dos documentos o presidente da Associação Sergipana dos Papiloscopistas de Carreira (ASPAC), resumiu: “Existe uma fragilidade com relação ao profissional papiloscopista que fica de fora do processo. Para quem vai tirar a primeira via é retirada as digitais e na retirada da segunda via a uma conferência das digitais coletadas inicialmente para o primeiro documento”. Entre as providências solicitadas, a associação espera que sejam realizadas a digitalização e a contratação de outros papiloscopistas. A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), disse que está estudando os questionamentos da associação dos papiloscopistas.

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Fonte: G1

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Nove são presos por estelionato e ataques a bancos no Ceará

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11/04/2018

Nove pessoas foram presas suspeitas de participação em crimes contra instituições financeiras e estelionato. As prisões são o resultado de três ações conjuntas das polícias Civil e Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizadas em Fortaleza e no interior do Estado. Os detalhes das prisões foram divulgados nesta quarta-feira (11). A ação mais recente ocorreu nesta segunda-feira (09). Policiais civis prenderam F.K.F.Alves (42), um suspeito investigado pela Polícia Civil e reincidente nos crimes de estelionato e furto mediante fraude. “Ele aproveitava da vulnerabilidade de idosos ou do descuido de outras pessoas para inventar artifícios, como o de solicitar às vítimas que trocassem suas senhas bancárias”, explicou o delegado, titular da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Além disso, segundo o delegado, o suspeito “abordava os usuários de caixa eletrônico informando que havia saído um comprovante, do equipamento recém-utilizado pela vítima, solicitando a troca de autenticação da conta. Sob esse argumento, K.F. conseguia subtrair o cartão e, momentos depois, sacava dinheiro e fazia empréstimos”. Há indícios de que o estelionatário tenha furtado cerca de R$ 80 mil. Preso no momento em que entregava um veículo em uma locadora na Av. Washington Soares, no Bairro Engenheiro Luciano Cavalcante, em Fortaleza, o estelionatário foi encaminhado à DRF, onde prestou depoimento e ficará à disposição da Justiça.

Irauçuba

Em Irauçuba, no Norte do Ceará, foram presos, na quinta-feira (05), dois irmãos piauienses, identificados por L.P.Silva (37) e J. J.Silva (54). Contra L.P. havia um mandado de prisão preventiva expedido no Piauí pela participação em ataques a bancos no ano de 2015. Já com J.J. foram apreendidas seis cédulas de identidade falsas. “Em depoimento, ela afirmou que era estelionatária e que veio ao Ceará para sacar o dinheiro oriundo de um empréstimo fraudulento. Com eles, foram apreendidos mais de três mil reais em espécie”, revelou o delegado. Os dois foram presos em ação da Polícia Rodoviária Federal.

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Fonte: G1

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Jovem é preso após tentar sacar valores do PIS com documento falso em Caruaru

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30/03/2018

Em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, um recepcionista de 21 anos foi preso após tentar sacar valores do Programa de Integração Social (PIS-PASEP) com documento de identidade falso. O caso aconteceu na quarta-feira (28). Conforme a Polícia Federal, o jovem tentou realizar o saque em um banco do bairro do Salgado, quando um funcionário percebeu a falsificação do documento. O suspeito também tentou sacar o PIS com outra carteira de identidade falsa em um agência de Boa Viagem, no Recife, de onde conseguiu fugir. Para a polícia, o homem informou que adquiriu o documento através da Deep Web com pessoas que não se identificam, mas que deram certeza ser possível sacar os valores através de uma carteira de identidade que seria enviada para o endereço através dos Correios. Ele disse também que enviou a foto para os criminosos e pagou pela confecção das duas carteiras de identidades falsas no valor de R$ 150 por cada documento. Por fim, informou que os dados das contas dos beneficiários do PIS-PASEP também foram repassados por integrantes da Deep Web. O suspeito foi autuado em flagrante e levado à delegacia da Polícia Federal. Ele passou por audiência de custódia e foi encaminhado para a Penitenciária Juiz Plácido de Souza, onde ficará à disposição da Justiça Federal.

Deep Web

“Deep Web” é o nome dado para uma zona da internet que não pode ser detectada facilmente pelos tradicionais sites de busca, garantindo privacidade e anonimato para os navegantes. É formada por um conjunto de sites, fóruns e comunidades que, na sua grande maioria, costumam debater temas de caráter ilegal e imoral.

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Fonte: G1

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Dupla tenta buscar encomenda com RG falso e é detida pela polícia

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21/03/2018

A Polícia Civil prendeu dois homens por estelionato, depois de serem flagrados tentando retirar uma encomenda nos Correios utilizando um RG falso. O caso aconteceu na tarde da última segunda-feira (19) no bairro José Bonifácio, zona leste de São Paulo. O rapaz mais novo, um estudante de 18 anos, foi visto deixando a agência com uma caixa. Ao ser abordado por agentes do 103º Distrito Policial (Cohab II / Itaquera), o outro jovem, de 20 anos, confessou que os dois haviam recebido uma quantia em dinheiro para retirar a mercadoria, que tinha sido enviada por um morador do Rio de Janeiro, cujo nome aparecia no documento falsificado. Na caixa de encomenda havia um notebook, que foi apreendido com os celulares dos detidos. Os documentos falsificados também foram recolhidos e serão analisados por perícia. O caso foi registrado como estelionato, uso de documento falso e falsa identidade.

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Fonte: Metro

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Estelionatário com mais de 19 processos é preso durante operação

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08/03/2018

A Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) juntamente com a Gerência Estadual de Polinter, prenderam um homem acusado de aplicar golpes de estelionato. O suspeito teve o mandado de prisão da Justiça de Minas Gerais cumprido durante a operação Maat, da DHPP, na quarta-feira (07). Em levantamentos do Núcleo de Inteligência da DHPP, os policiais descobriram que ele responde um processo no Estado Paraná, e outros 19 processos em Minas Gerais. A prisão dele foi efetuada durante a operação, em aproveitamento ao efetivo que estava nas ruas para cumprimento de ordens de prisão. Quando localizado em uma padaria, o estelionatário foi pego com uma identidade falsa. Por conta disso foi autuado em flagrante por uso de documento falso, além de ter o mandado de prisão cumprido e oficializado à Justiça de Minas Gerais. Os golpes aplicados estão relacionados a venda falsa de franquia de pet shop, TV por assinatura, dentre outros.

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Fonte: Cenário MT

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Quadrilha é presa por crime de estelionato na região do Triângulo Mineiro

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27/02/2018

Nesta terça-feira (27), cinco pessoas foram presas por crime de estelionato pela Polícia Militar (PM) de Ituiutaba. Os militares informaram que a quadrilha é de Brasília (DF) e estava aplicando golpes em agências bancárias na região do Triângulo Mineiro. Ainda de acordo com a PM, os policiais receberam denúncia anônima da cidade de Santa Vitória, informando que os autores estavam praticando o crime em uma agência da cidade. Dois deles foram presos no município. Já os outros três foram localizados em Ituiutaba. A polícia informou que os autores abriram contas com identidades falsas e falsificaram talões de cheques. Foram apreendidos 110 folhas de cheques, vários cartões de crédito, celulares e carteiras de identidades falsas. A Polícia Civil apura se há participação de outras pessoas no crime.

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Fonte: G1

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