Polícia prende pela 18ª vez suspeito de estelionato em caixas eletrônicos no Rio

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01/08/2017

Um homem suspeito de integrar uma quadrilha que instala equipamentos que roubam dados dos clientes em caixas eletrônicos, conhecido como chupa-cabra, foi detido pela Polícia do Rio, neste domingo (30). A.M.P.R. foi preso pela 18ª vez praticando o mesmo crime. Ele responde por estelionato e há três meses foi preso pela penúltima vez. Ele faz parte de uma quadrilha que costuma agir em agências bancárias da Zona Sul da cidade. De acordo com a titular da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), os investigadores chegaram até o suspeito após muitos turistas estrangeiros relatarem operações fraudulentas com seus cartões bancários depois que utilizaram agências bancárias, principalmente em Copacabana. “Infelizmente, a tendência do judiciário é libertar os presos quando não há violência. Mas depois de 17 vezes, dificilmente esse suspeito vai se regenerar. A função dele na quadrilha era vigiar a agência e instalar o equipamento chupa-cabra”, contou a delegada, acrescentando que a quadrilha age basicamente no fim de semana, quando há menos seguranças e as agências estão vazias. Imagens da câmera de segurança mostram o homem entrando numa agência vazia e instalando o equipamento num terminal de caixa eletrônico. Ele aparece depois sendo preso por policiais militares. A delegada diz que esse tipo de fraude é difícil de ser detectado pelo cliente, mas que as pessoas devem ficar atentas a alguns detalhes. “Se perceber que vários terminais de uma mesma agência estão em pane e só um deles está funcionando, desconfie e procure outra agência. Eles mexem nos outros terminais para que o cliente seja obrigado a utilizar o caixa eletrônico que foi alterado com o chupa-cabra”, alertou a delegada.

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Fonte: G1

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Polícia Federal prende 17 pessoas que aplicavam golpe para sacar FGTS de contas inativas

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09/07/2017

Foi desarticulado pela Polícia Federal um esquema criminoso que visava realizar saques fraudulentos em contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Dezessete pessoas foram presas em flagrante quando faziam saques em agências bancárias no Rio de Janeiro. Cerca de 160 policiais federais participantes da ação, batizada de Operação Pescaria, em conjunto com a Gerência de Segurança do banco. As investigações indicam que os criminosos se dirigiam diretamente aos caixas de autoatendimento e confirmavam os dados necessários para os saques, se passando pelos reais beneficiários. Para prender os criminosos, os policiais monitoraram 65 agências em vários municípios do estado do Rio de Janeiro. A operação visou frustrar especialmente os saques irregulares até o limite de R$1,5 mil, que podem ser realizados nos caixas eletrônicos sem necessidade de utilização do Cartão Cidadão, apenas com a senha. Os criminosos conseguiam o código por meio de e-mails, aplicativos e postagens em redes sociais com vírus que capturavam informações dos beneficiários. Em seguida, realizavam os saques normalmente nas contas dos trabalhadores com direito a resgatar o FGTS inativo. “Não era uma quadrilha só. Eram vários grupos separados que usavam a estratégia de phishing, usando alertas falsos de internet para capturar dados. Uma parte dela veio de São Paulo e eles fizeram um site falso do banco. Você clicava em alertas como ‘consulte aqui o seu saldo do FGTS’ e isso levava para um site falso, onde digitava os dados”, explicou o delegado federal chefe do Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos. Com os presos, foram apreendidos R$ 160 mil. No penúltimo lote de trabalhadores beneficiados com o FGTS inativo, as fraudes levaram a prejuízo de R$ 4 milhões, em todo o país. O último lote de saques de contas inativas do FGTS, para trabalhadores nascidos em dezembro, foi liberado hoje. Os recursos devem ser sacados até o dia 31 deste mês. Mais de 2,5 milhões de trabalhadores têm direito ao saque. O valor total disponível ultrapassa R$ 3,5 bilhões e equivale a aproximadamente 8% do total disponível. “A gente prevê que neste último lote o prejuízo seria de R$ 700 mil a R$ 1 milhão, só no Rio de Janeiro. Em torno de R$ 8 milhões no país todo”, disse o delegado.

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Fonte: ND Online

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Homem tem cartão ‘puxado’ por caixa eletrônico e perde R$ 2,5 mil em Piracicaba

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24/05/2017

Um homem, de 59 anos, que é guarda municipal, teve o cartão “puxado” por um caixa eletrônico de um banco de Piracicaba (SP). Ele acabou perdendo quase R$ 2,5 mil. O caso ocorreu no sábado (20), mas só na terça-feira (23), o guarda municipal percebeu o prejuízo. Segundo o relato à Polícia Civil, ele foi até a agência e viu que os caixas eletrônicos não estavam funcionando. O único equipamento que operava era usado por outro rapaz e, quando ficou livre, o guarda tentou utilizá-lo, mas o cartão bancário acabou “sugado” pela máquina. A vítima afirmou que ligou para a central de atendimento e pediu o bloqueio do cartão imediatamente e, na segunda-feira (22), voltou à agência, mas o cartão não estava na máquina. Ele afirmou que na terça foi informado que a conta havia sido movimentada com compras, empréstimos e recargas de celular. O prejuízo total foi de R$ 2.498,97. O guarda encontrou o nome da pessoa que realizou as transações e um telefone, mas não conseguiu entrar em contato com o suspeito. Ninguém foi preso e o caso foi registrado como furto.

Na web

Em outro caso, um idoso de 81 anos, também morador de Piracicaba, perdeu R$ 619,91 após abrir um e-mail com vírus. De acordo com o filho dele, que registrou o BO, ele tem problemas de saúde e por isso faz as movimentações bancárias pela internet.

Cuidados

Abaixo, segue algumas dicas de segurança para evitar golpes de estelionatos.

Caixas eletrônicos

  • Fique atento à presença de pessoas suspeitas. Ao digitar sua senha, evite que outros possam ver o movimento dos seus dedos no teclado;
  • Em caso de dificuldades, não utilize celulares de terceiros para entrar em contato com o banco. Seus dados ficam registrados na memória do aparelho;
  • Fiação aparente, respingos de cola, fita adesiva e dispositivos obstruindo a saída do dinheiro costuma indicar adulteração do caixa eletrônico. Se ele apresentar esses sinais, não o utilize e entre em contato com a central de atendimento;
  • Antes de iniciar a transação, verifique na tela se o equipamento está ativo. Caso contrário, não insira o cartão.

E-mails e links

  • Nunca clique nos links ou arquivos recebidos em e-mails ou mensagens instantâneas não solicitadas. Eles podem instalar programas maliciosos que capturam dados, como número de cartão de crédito e senhas;
  • Desconfie de e-mails com remetente ou conteúdo duvidosos. Endereços falsos em nome de instituições bancárias e órgãos governamentais muitas vezes são utilizados com o objetivo de instalar programas maliciosos no seu computador;
  • Nunca responda e-mails ou telefonemas que peçam seus dados bancários, como número de conta, agência e senhas. Procure utilizar sempre seu computador pessoal para transações bancárias e compras. Computadores públicos ou desconhecidos podem estar infectados com vírus e programas maliciosos.

Telefone

  • Nunca forneça dados pessoais, bancários ou senhas em ligações telefônicas recebidas;
  • O banco nunca entra em contanto via telefone solicitando senhas, assinatura eletrônica, códigos de acesso ou outras informações pessoais;
  • Somente informe seus dados pessoais quando você entrar em contato com a Central de Atendimento;
  • Não utilize telefones celulares de terceiros para entrar em contato com o banco. Os dados de sua conta e senha ficam registrados na memória do aparelho.

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Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Idoso constata prejuízo de quase R$ 10 mil após ficar com cartão preso em caixa eletrônico

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02/05/2017

Na Avenida Washington Luiz, no Jardim Paulista, em Presidente Prudente, um homem de 74 anos contabilizou um prejuízo de quase R$ 10 mil depois de ter seu cartão bancário preso dentro de um caixa eletrônico de uma agência bancária. Entre as transações não reconhecidas pela vítima, estão saques, pagamentos de multas e impostos e compras em supermercado. O idoso relatou à Polícia Civil que esteve no banco na manhã desta segunda-feira (1º) e não conseguiu retirar o seu cartão do dispositivo. Em seguida, o cliente entrou em contato com a instituição financeira e comunicou o fato. Segundo consta no Boletim de Ocorrência, a vítima retornou ao banco no período da tarde com outro cartão e, ao acessar a conta, verificou que haviam sido feitas diversas transações não autorizadas, que totalizaram R$ 9.636,00. O idoso entrou novamente em contato com a instituição bancária e foi informado de que seu cartão já havia sido cancelado e orientado a entrar em contato diretamente com a agência para receber informações de como deveria proceder. O caso foi registrado como estelionato consumado e está sob investigação da Polícia Civil.

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Fonte: G1

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Nova fraude contra caixas eletrônicos facilita roubo de bancos

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28/03/2017

Estão se tornando cada vez mais comuns as tentativas de fraude a bancos e os cibercriminosos usam métodos sofisticados para roubar grandes quantidades de dinheiro. Os ataques, segundo o diretor de uma empresa antifraude, são divididos em duas categorias principais — os que visam o consumidor e os que visam as instituições financeiras. “A primeira e mais antiga categoria é a dos ataques que visam principalmente clientes bancários e softwares financeiros online”, detalha. Algumas técnicas que os cibercriminosos usam incluem sequestrar a tela de login do aplicativo online; evitar ou ignorar recursos de segurança, como os teclados virtuais ou autenticação de dois fatores; instalar um spyware personalizado de ferramenta de acesso remoto (RAT) no computador infectado. Mas a segunda categoria de ataques — aqueles direcionados às instituições bancárias e a seus sistemas internos — está crescendo. Os cibercriminosos costumam usar ameaças persistentes avançadas (APTs), engenharia social ou ataques de phishing sobre funcionários internos e externos dos bancos a fim de obter acesso a sistemas internos. Em alguns casos, conseguem atacar isoladamente a rede interna do caixa eletrônico e, eventualmente, atacam fisicamente o mesmo, propagando a infecção para todas as outras máquinas na mesma rede. “Um dos ataques mais recentes desse tipo foi uma infecção maciça de caixas eletrônicos russos através da rede interna de uma instituição bancária. Segundo informações da mídia russa, o ataque foi especialmente interessante pois usava malwares sem arquivos gravados, executados na memória da máquina e resistente ao reinício do sistema operacional dos caixas eletrônicos infectados, geralmente baseados em Windows. Depois disso, ao receber um código especial, o caixa eletrônico infectado entregará todo o dinheiro do primeiro dispensador, onde ficam normalmente armazenadas as notas de maior valor nominal. Este método também é chamado de “Ataque Jackpotting”, e já foi usado várias vezes no passado. “As infecções de caixas eletrônicos ocorrem com frequência cada vez maior, e estão gradualmente substituindo os métodos de skimming (‘chupa-cabra’), onde os criminosos tinham de colocar seu equipamento em um caixa eletrônico específico, tornando alto o risco de serem descobertos”, diz o diretor.

Sistemas bancários fortalecidos

O executivo lembra que, embora caixas eletrônicos geralmente sejam bem protegidos contra ataques físicos, quase todos usam o sistema operacional Windows — CE, 2000, XP e 7. “Não sabemos se os sistemas operacionais dos caixas eletrônicos são regularmente atualizados e corrigidos, e os caixas eletrônicos provavelmente dependem do software de segurança instalado na rede interna. Mas uma rede é tão segura quanto o seu nó mais fraco — ou seja, uma vez que a rede interna seja violada, os caixas eletrônicos na rede são um alvo fácil. Portanto, para proteger seus caixas eletrônicos e sistemas de tais ataques, os bancos devem se concentrar mais em suas políticas de segurança interna e tecnologia, bem como na segurança dos caixas eletrônicos. Os tempos estão mudando, e parece que ficou mais fácil roubar um caixa eletrônico online do que usando a velha força bruta. Isso pode nos trazer mais segurança física, mas expõe novas questões e desafios que os bancos devem abordar”, finaliza.

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Fonte: IDGNOW!

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PM encontra ‘engenhoca’ que clona cartões em banco de Piracicaba

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26/11/2017

Na manhã do sábado (26) em uma agência bancária em Piracicaba (SP), policiais encontraram um equipamento utilizado para clonar cartões de crédito em um caixa eletrônico. A ‘engenhoca’, que é semelhante ao ‘chupa-cabra’, chamou a atenção dos agentes pelo grau de sofisticação. Por volta das 8 horas, a Polícia Militar (PM) foi acionada porque havia um homem mexendo nos caixas eletrônicas do banco.  Ao chegar no local, o policial percebeu que um dos caixas havia sido alterado. Logo após, uma cliente, que havia utilizado o caixa modificado, avisou ao policial militar que seu cartão estava sem chip.

Funcionamento

Conforme o tenente da PM, o equipamento tem um dispositivo que retira o chip do cartão de crédito quando o cliente insere no caixa eletrônico. Depois é feita uma leitura das informações do chip e repassadas para um modem, que posteriormente é recolhido pelos criminosos. Para que a vítima não estranhe a retirada do chip, é emitida uma falsa mensagem de erro na tela do caixa eletrônico. A orientação da PM é para que os clientes verifiquem se não há nada de estranho no caixa eletrônico antes de utilizá-lo e para redobrarem a atenção nos finais de semana, onde a ocorrência desse tipo de golpe é mais comum.

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Fonte: G1

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PM flagra dupla com dispositivo que segura cartão de clientes em Ribeirão

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16/01/2017

Foram detidos no domingo (16), dois homens suspeitos de instalarem um dispositivo para reter cartões de clientes em um caixa eletrônico de uma agência na zona leste de Ribeirão Preto (SP). A fraude foi registrada em um banco da Avenida Treze de Maio. Conforme a Polícia Militar, além do equipamento de plástico colocado no painel, sobre o compartimento do cartão, também havia grampos que travavam as teclas do terminal de autoatendimento. O material foi apreendido e a dupla, que é de Santo André (SP), foi levada para o plantão da Polícia Civil. Um dos suspeitos já teve passagem por estelionato. Os dois foram ouvidos, mas foram liberados.

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Fonte: G1

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