Operação estima fraudes de R$ 5 milhões na abertura de empresas por estrangeiros, na PB

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18/09/2018

Na manhã desta terça-feira (18) uma operação foi deflagrada para apreender documentos relacionados a uma esquema de abertura de empresas e negociação de imóveis por estrangeiros, em João Pessoa. Conforme a Delegacia de Defraudações e Falsificações da capital (DDF), a Operação Fratelli cumpriu mandados de busca e apreensão em João Pessoa e Maceió, e estima que a fraude pode superar a quantia R$ 5 milhões. As investigações tiveram início há aproximadamente seis meses, após denúncia feita por uma das vítimas, que descobriu o desvio de mais de R$ 600 mil, relacionados a apenas uma das empresas investigadas. Os mandados de busca e apreensão domiciliar foram realizados nas cidades de João Pessoa e Maceió, em Alagoas. A ação foi realizada com o apoio da Polícia Civil de Alagoas. As investigações da DDF identificaram que um dos investigados, um técnico em contabilidade , possui 60 empresas registradas em seu nome, sendo grande parte de empresas de construção civil, em sociedade com estrangeiros. Durante a investigação, a DDF identificou 20 contas bancárias relacionadas aos fatos. Apenas com a análise dos dados bancários, com quebra de sigilo já autorizada pela Justiça, e do material apreendido, será possível ter uma exata dimensão da fraude. Durante a primeira fase da Operação Fratelli, a Polícia Civil de Alagoas apreendeu documentos e equipamentos eletrônicos dos investigados, que serão analisados para concluir as investigações. De acordo com o delegado de defraudações em João Pessoa, outras quatro pessoas também estão sendo investigadas.

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Fonte: G1

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Casos de estelionato preocupam PM de Patos de Minas; no primeiro semestre foram mais de 100 vítimas

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17/09/2018

De janeiro a julho deste ano, 147 pessoas foram vítimas de estelionato no município, segundo um levantamento feito pela Polícia Militar de Patos de Minas. O modo de atuação, geralmente, é o mesmo: os bandidos entram em contato com as vítimas, oferecem vantagens – como empréstimos, bilhetes premiados e outros – e arrancam dinheiro. Para o Major da PM, a falta de informação é o principal problema. “Infelizmente, muitas pessoas não sabem e, por isso, consideram comum, por exemplo, depositar quantias em dinheiro para receber um empréstimo. Isso não existe!”, explicou. 

Além dos golpes aplicados na rua, em plena luz do dia, as redes sociais também se tornaram uma opção bastante utilizada pelos criminosos. Pelo WhatsApp, por exemplo, são oferecidos empréstimos, seguros e saques de valores retroativos de FGTS. Há registros, inclusive, de casos de falsos contratos enviados por meio do aplicativo. “As ligações também são um problema. Essas pessoas, que geralmente ligam de presídios, oferecem falsos benefícios, ou tentam aplicar o golpe do sequestro”, contou.  Nesses casos, manter a calma é fundamental. Desconfiar das informações e acionar as autoridades é o procedimento padrão mais adequado.

A ganância das vítimas é um dos fatores que contribuem, em muitos casos, para que as vítimas sejam extorquidas com mais facilidade pelos bandidos. “Geralmente tem sempre alguém interessado em ganhar alguma coisa, por isso eles caem nos golpes. É preciso desconfiar: ninguém dá nada para ninguém, principalmente dinheiro”, disse o Major.

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Fonte: Patos Agora

Fique ligado.

Mulher é vítima de golpe e tem prejuízo de quase R$ 14 mil

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18/09/2018

Após contratar os serviços de uma juíza para regularizar os documentos da aposentadoria, uma mulher foi vítima de golpe e teve um prejuízo de quase R$ 14 mil. A vítima, que é moradora do Jardim Maravilha, em Maringá, informou que optou pela profissional após uma reunião com um homem, que indicou o nome e forneceu os dados bancários para o depósito. Porém, a pessoa titular da conta onde o dinheiro foi depositado não é juíza. A vítima foi à Delegacia e denunciou os suspeitos, que estão sendo procurados pela Polícia Civil.

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Fonte: Massa News

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Idosa de 66 anos tenta abrir conta com documento falso e é presa, em Campos

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18/09/2018

Uma idosa, de 66 anos, foi presa em flagrante tentando abrir uma conta em uma agência bancária na tarde de segunda-feira (17), no Distrito de Goytacazes, na Baixada Campista. Conforme informações da polícia, funcionários do banco desconfiaram da cliente porque as informações da conta de energia elétrica e da escrita não correspondiam. A carteira de identidade apresentada tinha a foto da suspeita, mas com o nome de outra pessoa. A falsa cliente foi presa em flagrante. Dentro da bolsa da idosa foi encontrada uma foto da pessoa que constava no documento falso. Indagada, a idosa contou aos policiais que um homem teria oferecido a quantia de R$ 2 mil para ela abrir a conta. Ele também teria a deixado perto da agência bancária. Ele estava em um carro preto, mas a mulher não soube informar o modelo do veículo. A suspeita saiu de Italva para abrir a conta em Campos. Ela foi encaminhada para 134ª DP/Centro, onde a ocorrência foi registrada.

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Fonte: Portal OZK

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Estelionatários presos na Capital já fizeram mais de 100 vítimas em SP

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18/09/2018

A quadrilha de estelionatários presa na segunda-feira (17) em Campo Grande, já fez mais de 100 vítimas em Franca (SP). Conforme o delegado responsável, os golpistas são profissionais, artistas, dissimulados e com desvio de personalidades. “Eles tentam enganar até a polícia”, diz. Oito vítimas de Sidrolândia (MS) foram identificadas. O bando lucrou mais de R$ 100 mil com vendas de cartas de crédito falsas no município. Os quatro suspeitos foram autuados por estelionato, associação criminosa e falsidade ideológica. Eles foram levados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro. O quinto integrante da quadrilha ainda não foi localizado, mas o delegado já pediu a prisão dele. O caso será investigado pela Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Defraudações, Falsificações).

Como agiam

Além de usar uma pessoa para fazer propagandas, a quadrilha oferecia cartas de crédito pelas redes sociais. Eles pediam um terço do contrato, ou seja, valores de entrada que iam de R$ 7 mil a R$ 40 mil. A primeira vítima da quadrilha em Sidrolândia foi um homem que fazia propaganda do grupo. Após descobrir sobre o golpe, ele passou a avisar os conhecidos que tinham feito contrato com os estelionatários. Até que ontem, as vítimas que vieram de Sidrolândia para assinar o contrato com o grupo, acionou a Polícia Militar e relatou sobre a situação. Dois dos suspeitos foram presos em flagrante. Os outros dois foram localizados em um hotel. Lá, a polícia encontrou vários documentos, contratos e máquinas de cartão de crédito. Eles admitiram a forma de agir. Mas insistem, segundo a polícia, em dizer que a empresa vai pagar os contratos. Eles são profissionais. Se forem soltos, vão migrar para outra cidade.

Idoso perde mais de R$ 4 mil após cair em golpe dentro de agência em Araçatuba

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17/09/2018

Neste domingo (16), um idoso de 66 anos perdeu mais de R$ 4 mil após ser vítima de um golpe em uma agência bancária na Rua Olavo Bilac, na região central de Araçatuba (SP). O aposentado tentava fazer um saque, quando teve o cartão ‘engolido’ pelo caixa eletrônico. Segundo o boletim de ocorrência, um homem que também estava na agência ofereceu o celular para o idoso ligar em um número de reclamações, que ficava em um adesivo dentro do banco. Uma mulher atendeu a ligação e pediu para ele sair da agência porque o sinal estava ruim. Ela ainda solicitou a senha do cartão e que ele retornasse ao banco no dia seguinte com o número de protocolo. Ainda conforme a ocorrência, o idoso resolveu tentar retirar o cartão da máquina de novo e viu o homem, que havia oferecido ajuda, no mesmo caixa. A vítima conseguiu pegar o cartão e foi para casa. Mais tarde, o aposentado ligou novamente no número de telefone e falou com a mesma atendente, a qual informou que o cartão dele havia sido bloqueado, devido a um problema na biometria. A vítima só percebeu que tinha caído em um golpe, quando a agência ligou dizendo que havia registrado vários saques e compras com o cartão. O caso foi registrado na polícia como estelionato.

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Fonte: G1

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Polícia prende 29 pessoas por fraude em contas bancárias, entre elas cantor sertanejo

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17/09/2018

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil prenderam, nesta segunda-feira (17), 29 pessoas integrantes de uma quadrilha comandada por hackers que furtava correntistas de bancos em todo o país, em operações que chegaram a movimentar cerca de R$ 2 milhões irregularmente ao longo dos nove meses de investigações. A operação, batizada de Open Doors, teve por objetivo também o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão na região sul fluminense, principalmente nas cidades de Resende, Volta Redonda e Barra Mansa. As investigações do Gaeco constataram que a quadrilha fez centenas de transferências bancárias ilegais, subtraindo dinheiro de correntistas de todo o Brasil.

Esquema

A organização criminosa agia primeiramente com a atuação dos hackers, que burlavam a segurança bancária para obter acesso a dados de titulares de contas bancárias, como senhas, CPF, número de agência e conta, nome completo do titular e dependentes. De posse dessas informações, os envolvidos no esquema solicitavam a outros membros da quadrilha, chamados de “cabeças”, que lhes fornecessem as contas de “laranjas” para que pudessem direcionar o dinheiro subtraído das vítimas para futuro saque em espécie. O grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. De acordo com o MP, para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers.

Partilha

O dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha: o hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%. O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças. As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal.

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Fonte: Gaúcha ZH

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