China Prende Membros de Pirâmide Acusados de Fraude de US$ 2 Bilhões

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25/05/2018

Procuradores do governo chinês condenaram quatro suspeitos de coordenarem suposto esquema bilionário de pirâmide envolvendo criptomoedas. O resultado do julgamento foi publicado nessa quarta-feira (23) no site da Suprema Procuradoria Popular da província de Hunan, repercutido pelo site Coindesk. Aproximadamente, US$ 2 bilhões teriam sido roubado de investidores. As investigações ocorrem desde setembro do ano passado e já possuem 98 suspeitos envolvidos. O alvo das investigações são os membros da WeikaCoin, braço chinês da OneCoin, que vem sendo processada em diversos outros países na África, Ásia e Europa por suposto esquema de fraude financeira. Só na China, a empresa teria acumulado ¥15 bilhões, ou US$2 bilhões, cooptando cerca de 2 milhões de vítimas em mais de 20 províncias. Os membros da companhia considerados culpados terão de enfrentar penas de até quatro anos de prisão e ressarcimento equivalente a até US$ 783 mil. Até a publicação, US$ 266 milhões foram recuperados. A OneCoin é de propriedade da empresária Ruja Ignatova. Embora sua sede fique no Vietnã, as autoridades locais afirmam que a empresa não possui registro legal. No site da companhia, são oferecidos “pacotes” de investimento em criptomoeda com valores entre €110 e €55.555. Divulgadores da empresa acusada de pirâmide foram presos no ano passado na Itália e na Índia, sendo obrigados a devolver o dinheiro arrecadado. Na Bulgária, o Comitê Especial de Promotoria está fazendo investigações coordenadas com outros países na Europa e nas Américas em busca de suspeitos.

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Fonte: Portal do Bitcoin

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PF prende grupo responsável por R$ 10 milhões em fraudes bancárias

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21/03/2018

Nesta quarta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Código Reverso, com o objetivo de desarticular um esquema especializado em fraudes bancárias pela internet. As investigações abrangem os estados do Tocantins, de São Paulo, Goiás e Pernambuco. A estimativa é de que, ao burlarem mecanismos de seguranças dos bancos, o grupo criminoso tenha causado, nos últimos nove meses, prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. Por meio de nota, a PF informou que o grupo é constituído de hackers suspeitos de ter conexões até com criminosos cibernéticos do Leste Europeu. Por meio de programas maliciosos, os hackers (pessoas que têm grande conhecimento de informática) acessavam remotamente os computadores das vítimas, com o propósito de fazer transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras via internet. Mais de 100 policiais federais estão cumprindo 43 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, capital do Tocantins. Há sete mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão. Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de investigados, bem como o bloqueio de contas bancárias, inclusive de moedas virtuais como a bitcoin. A PF informou que os integrantes da organização têm “alto padrão de vida” e fazem uso de empresas de fachada “para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas”. Entre os suspeitos de participação na fraude que estão sendo intimados a prestar esclarecimentos, há empresários que procuravam os criminosos “com a finalidade de obter vantagem competitiva no mercado e prejudicar a livre concorrência”. Esses empresários teriam recebido descontos de cerca de 50% para quitar seus impostos, pagar contas e realizar compras por meio de pagamentos feitos pelos criminosos. Além de responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso, os integrantes do grupo serão acusados de lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

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Fonte: TI Inside Online

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Escritório de investimento é suspeito de aplicar golpe em moedas digitais no Ceará

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07/02/2018

Um grupo de investidores denunciou um escritório por comandar um suposto esquema de investimento em moedas digital que pode ter gerado um prejuízo milionário no Ceará. As vítimas dizem que investiram dinheiro com a promessa de receber lucros de 30%, mas não receberam nenhum valor. “Eles se utilizaram desse mercado novo para enganar as pessoas”, comentou uma das vítimas, que preferiu não se identificar. Uma outra vítima comentou que teve um prejuízo de R$ 40 mil. “A gente via que tinha uma sustentabilidade inicial. A gente também não conhecia muito do negócio. Eles diziam que apresentavam os lucros e realizavam as operações ao vivo”, disse. Uma mulher que pagou cerca de R$ 33 mil afirmou que suspeitou do esquema, mas que acabou investindo. “Eu sempre tive muito medo de fazer qualquer investimento. Era um dinheiro que eu juntava há algum tempo. Eu fui um pouco resistente, mas acabei entrando por ver a conta bancária e por ver as operações ao vivo”.

Investigação

O advogado das vítimas afirmou que o escritório de investimento está sendo investigado e que o grupo de investidores quer o dinheiro de volta. “Queremos que eles paguem não só do ponto de vista financeiro, mas também penalmente”, acrescentou o advogado. Ele disse que a investigação vai apurar os crimes de estelionato, formação de quadrilha, crime contra a ordem tributária e ordem financeira e crime contra a economia popular. O Ministério Público informou que o caso está sob sigilo da Justiça. Deste modo, o órgão não pode divulgar os detalhes sobre a investigação.

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Fonte: G1

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Esquema de fraude instala software de mineração em computadores

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03/01/2018

Os pesquisadores de uma empresa de segurança para a internet identificaram um esquema de fraude que distribuiu e instalou secretamente um software de mineração nos computadores de usuários por meio de softwares piratas de editores de fotos e de texto. Os cibercriminosos usavam sites que prometiam pacotes de softwares gratuitos de programas como Adobe Premiere Pro, CorelDraw, PowerPoint, entre outros para atrair as vítimas. Depois de baixar um software, o usuário recebe um arquivo comprimido que também contém um programa de mineração, que é instalado automaticamente junto com o software desejado. O arquivo comprimido de instalação inclui arquivos de texto com informações de inicialização, como endereços de carteiras e pools de mineração – um servidor que reúne vários participantes e distribui a tarefa de mineração entre seus computadores. Depois de instalados, os mineradores começam a funcionar silenciosamente no computador da vítima, gerando dinheiro criptografado para os criminosos. Em todos os casos eles usaram o software do projeto NiceHash, que sofreu recentemente uma violação de cibersegurança, resultando no roubo de milhões de dólares em moeda criptografada. Além disso, os especialistas descobriram que alguns mineradores continham um recurso especial que permite que o usuário altere remotamente o número da carteira, o pool ou o minerador. Isso quer dizer que, a qualquer momento, os criminosos podem definir outro destino para a moeda criptografada e assim administrar seus ganhos, distribuindo fluxos de mineração entre carteiras ou até fazendo o computador da vítima trabalhar para outro pool de mineração. Para evitar que seu computador faça parte de uma rede de mineração, a recomendação é de que os internautas tenham um antivírus instalado e baixe apenas software legítimo de fontes comprovadas.

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Fonte: Olhar Digital

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Bolha do bitcoin estimula fraudes com moedas digitais

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27/11/2017

O mercado de bitcoins, a moeda digital mais famosa, cresceu quase 10 vezes em volume de negócios no espaço de um ano. Se em 2016 as agências que negociam a criptomoeda no mercado (as chamadas ‘exchanges’) negociaram cerca de R$ 360 milhões da moeda digital que mais circula no mundo, só este ano estima-se que o valor ultrapasse os R$ 3,6 bilhões, segundo dados do site Bitvalor.com. Tamanho volume, porém, não atrai somente pessoas com boas intenções. São cada vez mais comuns casos de agências encerrando operações e aplicando golpes em investidores ou erros graves envolvendo bitcoins ou moedas similares, que fazem com que os mais desavisados, de olho numa valorização 10 vezes em um ano possam perder bastante dinheiro. O assunto é tão sério que levou até o Banco Central a emitir, no último dia 16, um comunicado alertando para o fato de que as moedas digitais “não têm garantia de conversão para moedas soberanas” e de que o risco fica todo com os detentores. “Seu valor decorre exclusivamente da confiança conferida pelos indivíduos ao seu emissor”, diz o alerta.

Precauções

Mas isso não quer dizer que seja um mercado a ser evitado. Segundo especialistas, há uma série de precauções que podem e devem ser tomadas antes de investir nesse mercado que só tende a crescer. Para um sócio-advisor da Foxbit, um mercado com uma filosofia tão diferente deve ser encarado com uma mentalidade totalmente nova. “Ter conhecimento em bitcoins é o mais importante para entrar nesse nicho. Sem o conhecimento da segurança, dos backups e dos riscos envolvidos fica muito fácil perder dinheiro”, avisa, dizendo que os interessados podem estudar o assunto por conta própria mesmo, através de sites, livros e comunidades nas redes sociais. Há também vários cursos que podem ajudar. A primeira coisa que um iniciante deve procurar saber é o funcionamento básico da moeda e do seu armazenamento. Para ter um ideia, existem atualmente perto de mil moedas digitais.

Erros mais comuns

  • Não saber de quem está comprando é o principal

Os compradores de moedas digitais devem escolher exchanges (as corretoras) que estejam no topo do ranking de volume de transações. Ter muitos usuários minimiza os riscos. Outro aspecto é procurar ler notícias sobre a corretora, se já teve histórico de problemas ou se o mercado levanta alguma suspeita. Há também as lojas da moeda, que têm preços fixos, e ainda a compra direta de outro proprietário, a chamada P2P. Esse método, porém, exige bem mais cuidado e confiança no vendedor.

  • Não entender que as moedas digitais são voláteis

Um bom planejamento financeiro antes de investir em bitcoins ou outras moedas digitais é necessário, principalmente para o caso de desvalorização. Muitas pessoas, movidas pela expectativa de lucro fácil, investem o que não deveria estar em risco e ficam sem fôlego financeiro para esperar uma recuperação do mercado.

  • Não entender as tecnologias envolvidas

É preciso conhecer bem cada ferramenta de armazenamento ou, no caso de armazenar com terceiros, escolher uma empresa de confiança. Deixar as criptomoedas na empresa onde elas são compradas costuma ser um péssimo hábito. Há casos, inclusive no Japão e na Europa, em que invasões de hackers, golpes internos ou até mesmo sanções das autoridades causam prejuízos milionários aos clientes. Dependendo do nível de conhecimento do usuário, deixar as moedas em uma boa exchange pode ser mais seguro do que manter as moedas em seu computador, caso as medidas de segurança ideais não sejam tomadas.

  • Armazenar as criptomoedas de forma inadequada

Invasões de hackers, roubo do computador onde o código foi armazenado ou mesmo do papel com o código (a paper wallet) podem fazer o investidor perder todas suas criptomoedas. Nesses casos, o ideal é ter múltiplas soluções. Backup, senha forte da carteira e uma paper wallet bem guardada estão entre elas.

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Fonte: Gazeta do Povo

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Polícia investiga pirâmide financeira em João Pessoa com uso de ‘bitcoin’

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26/09/2017

Foi identificado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, um suposto esquema de pirâmide financeira: uma empresa, com base na capital da Paraíba, mas que utilizava informações de empresas cearenses, é suspeita de causar um prejuízo superior a R$ 1,6 milhão a cerca de 2 mil vítimas no Brasil. O negócio, de acordo com o delegado responsável, consistia em “investimentos em bitcoins” – uma moeda digital. A polícia trabalha com os nomes de três pessoas apontadas como líderes, homens de 20, 26 e 31 anos – além de outras 10 pessoas suspeitas de ajudá-los. Um dos homens, o de 20 anos, se apresentou na tarde desta terça-feira (26) na DDF, foi ouvido e liberado, segundo o delegado. O delegado afirma que os líderes prometeram o dobro do valor investido em uma semana, mas depois de um tempo os “investidores” não recebiam o dinheiro de volta e eram informados de que a “empresa tinha falido”. Os valores eram repassados para os cabeças da pirâmide em mãos, sem o registro de depósitos ou transferências bancárias. Se confirmados os crimes, eles responderão por estelionato, associação criminosa e pirâmide financeira, podendo ser condenados a até 10 anos de reclusão cada um, disse Lucas Sá.

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Fonte: G1

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