Homem é preso ao tentar empréstimo com documento falso

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28/03/2018

Acusado de integrar uma quadrilha especializada em golpes, um homem de 61 anos foi preso nesta quarta-feira (28) pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), quando tentava fazer um empréstimo em um banco, na quadra 27 da av. Nações Unidas, com documentos falsos. Morador do Guarujá, o homem foi flagrado por uma equipe da DIG ao tentar aplicar o golpe. Em um hotel nas imediações em que ele estava hospedado, os policiais localizaram  vários “kits” de documentos contendo outros RGs com sua foto e de outro comparsa até o momento não identificado, além de outros cartões e extratos bancários. “O estelionatário, que possui antecedentes criminais por furto e tráfico de drogas, foi autuado pelos crimes de tentativa de estelionato, falsificação de documentos, uso de documento falso e associação criminosa e encaminhado a cadeia Pública de Avaí”, destaca o delegado titular da DIG.

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Fonte: JCNET

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Operação procura 10 suspeitos de trocar cartões bancários das vítimas como ‘passe de mágica’

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27/03/2018

Foi realizada na manhã desta terça-feira (27), uma operação da Polícia Civil para prender dez suspeitos de integrar uma quadrilha de estelionatários que agia, prioritariamente, nas cidades de Recife e Olinda e outros municípios da Região Metropolitana. A Operação Passe de Mágica se refere ao modo de atuação dos estelionatários. Muitas das vítimas utilizaram a mesma expressão para  se referir à maneira como tiveram seus cartões bancários substituídos sem perceberem.  A ação da quadrilha consiste em trocar os cartões das vítimas, entregando cartões de terceiros durante operações financeiras em agências bancárias. O caso está sendo investigado pela delegada adjunta da Delegacia de Polícia de Repressão ao Estelionato, do Depatri. Os alvos da operação são suspeitos da prática dos crimes de estelionato e associação criminosa. A operação trabalha para cumprir 10 mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Juiza da 18ª Vara Criminal da Comarca de Recife. Um total de 60 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães participam da operação, supervisionada diretamente pela Chefia de Polícia e coordenada pela DIRESP. Durante as investigações, iniciadas há quatro meses, foi preso em flagrante o paraense S.L.S.L. Com ele foram apreendidos diversos cartões pertencentes às vítimas.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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PF prende grupo responsável por R$ 10 milhões em fraudes bancárias

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21/03/2018

Nesta quarta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Código Reverso, com o objetivo de desarticular um esquema especializado em fraudes bancárias pela internet. As investigações abrangem os estados do Tocantins, de São Paulo, Goiás e Pernambuco. A estimativa é de que, ao burlarem mecanismos de seguranças dos bancos, o grupo criminoso tenha causado, nos últimos nove meses, prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. Por meio de nota, a PF informou que o grupo é constituído de hackers suspeitos de ter conexões até com criminosos cibernéticos do Leste Europeu. Por meio de programas maliciosos, os hackers (pessoas que têm grande conhecimento de informática) acessavam remotamente os computadores das vítimas, com o propósito de fazer transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras via internet. Mais de 100 policiais federais estão cumprindo 43 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, capital do Tocantins. Há sete mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão. Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de investigados, bem como o bloqueio de contas bancárias, inclusive de moedas virtuais como a bitcoin. A PF informou que os integrantes da organização têm “alto padrão de vida” e fazem uso de empresas de fachada “para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas”. Entre os suspeitos de participação na fraude que estão sendo intimados a prestar esclarecimentos, há empresários que procuravam os criminosos “com a finalidade de obter vantagem competitiva no mercado e prejudicar a livre concorrência”. Esses empresários teriam recebido descontos de cerca de 50% para quitar seus impostos, pagar contas e realizar compras por meio de pagamentos feitos pelos criminosos. Além de responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso, os integrantes do grupo serão acusados de lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

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Fonte: TI Inside Online

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Polícia Civil deflagra operação ‘Rádio Pirata’ em Ibiá

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22/03/2018

Nesta quarta-feira (21), em Ibiá (MG), a Polícia Civil realizou uma ação para desarticular uma associação criminosa especializada em crimes de falsificação de documentos, estelionato e agiotagem. A investigação que resultou na operação “Rádio Pirata” começou após o dono de uma rádio da cidade descobrir e denunciar, em setembro de 2017, a transferência dela para o nome dos dois investigados. Foram cumpridos dois mandados de prisão contra dois homens, um de 42 anos, que foi encaminhado ao presídio de Araxá, e outro 39, que foi ouvido e liberado, pois colaborou com as investigações e tinha um alvará judicial. A Polícia Civil informou que as investigações apontavam que o os envolvidos falsificaram contratos sociais da emissora de rádio. Foi constatado durante as investigações que quase todas as assinaturas que estavam nos contratos da transferência da rádio eram falsas. As únicas assinaturas verdadeiras, segundo a perícia, eram dos autores. Eles falsificaram, inclusive, assinaturas de uma pessoa que faleceu e de um advogado. Durante a operação, os policiais civis constataram também que um dos detidos, de 42 anos, praticava o crime de agiotagem. Durante a ação, uma pessoa de identidade não divulgada, foi flagrada pagando uma dívida em dinheiro referente a um empréstimo com juros de 10% ao mês. Foram apreendidos cerca de R$13 mil em dinheiro, computadores, uma caminhonete e vários documentos com indícios de falsificação.

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Fonte: G1

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PF desarticula esquema de hackers responsável por fraudes bancárias na internet

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21/03/2018

Nesta quarta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Código Reverso, com o objetivo de desarticular um esquema especializado em fraudes bancárias pela internet. As investigações abrangem os estados do Tocantins, de São Paulo, Goiás e Pernambuco. A estimativa é de que, ao burlarem mecanismos de seguranças dos bancos, o grupo criminoso tenha causado, nos últimos nove meses, prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. Por meio de nota, a PF informou que o grupo é constituído de hackers suspeitos de ter conexões até com criminosos cibernéticos do Leste Europeu. Por meio de programas maliciosos, os hackers (pessoas que têm grande conhecimento de informática) acessavam remotamente os computadores das vítimas, com o propósito de fazer transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras via internet. Mais de 100 policiais federais estão cumprindo 43 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, capital do Tocantins. Há sete mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão. Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de investigados, bem como o bloqueio de contas bancárias, inclusive de moedas virtuais como a bitcoin. A PF informou que os integrantes da organização têm “alto padrão de vida” e fazem uso de empresas de fachada “para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas”. Entre os suspeitos de participação na fraude que estão sendo intimados a prestar esclarecimentos, há empresários que procuravam os criminosos “com a finalidade de obter vantagem competitiva no mercado e prejudicar a livre concorrência”. Esses empresários teriam recebido descontos de cerca de 50% para quitar seus impostos, pagar contas e realizar compras por meio de pagamentos feitos pelos criminosos. Além de responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso, os integrantes do grupo serão acusados de lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

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Fonte: Agência Brasil

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PM detém trio que aplicava golpes contra idosas em Juiz de Fora

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06/03/2018

Na noite desta segunda-feira (5), em Juiz de Fora, dois jovens, de 24 e 28 anos, e uma garota de 18 foram detidos por estelionato, associação criminosa e posse de entorpecentes. Segundo a Polícia Militar (PM), eles tentavam enganar uma idosa para pegar o cartão bancário dela. Pelo menos outras quatro vítimas do trio, todas idosas e do sexo feminino, foram localizadas. O trio foi descoberto após denúncia da acompanhante da vítima, moradora do Bairro Bairu. Elas chamaram a PM e relataram que receberam uma ligação telefônica em que uma pessoa se passava por funcionário de um banco e dizia que tinha feito compras no cartão da vítima. O falso funcionário solicitou que ela entrasse em contato com o serviço de atendimento ao consumidor, no número que consta no verso do cartão. Na ligação, o suposto atendente solicitou a confirmação dos dados pessoais da idosa e reafirmou que fizeram uma compra no valor de R$ 2 mil, que deveria ser um caso de clonagem, e que em cerca de dez minutos seria enviado um funcionário para recolher o cartão clonado. Os policiais esperaram até que o rapaz de 28 anos chegasse ao local. Ele desceu de um carro com placas de Mairinque (SP) usando um capacete e tocou a campainha da casa da vítima. Ao perceber que seria abordado, o jovem correu e entrou no carro, que foi parado pelos policiais. Com o rapaz e o motorista de 24, nada foi encontrado. Dentro do veículo, foram encontrados R$ 140,95 em dinheiro, três celulares, um cartão de crédito e uma contestação de compra em nome de outra provável vítima. O jovem contou que ele e o motorista, de 24 anos, são de São Paulo (SP) e vieram até Juiz de Fora para aplicar golpes. Para isso, alugaram uma granja em Matias Barbosa, onde pretendiam se hospedar por uma semana. Equipes da PM foram até o local e receberam a informação que uma jovem desceu a rua correndo, pedindo ajuda para chamar um táxi. Ela foi localizada, detida e contou aos policiais que sabia do planejamento das ações criminosa. Na granja, foram localizadas quatro máquinas de cartão do tipo débito/crédito, que os detidos disseram pertencer a eles e que eram usadas para a ação criminosa. De acordo com informações da 70ª Companhia da PM, os autores afirmaram que uma central em São Paulo seria responsável por enganar as vítimas e desviar as ligações do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do banco para a central clandestina e repassava aos detidos as informações pessoais das vítimas para que agissem pessoalmente. Eles receberam voz de prisão em flagrante pelo crime de estelionato e foram conduzidos para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil em Santa Terezinha.

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Fonte: G1

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Polícia do RS investiga venda de cartões de crédito emitidos em nomes de terceiros pela internet

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26/02/2018

Golpistas usam dados pessoais de vítimas para fazer cartões de créditos

No Rio Grande do Sul, um novo golpe na internet vem chamando a atenção da Polícia Civil. Em redes sociais, criminosos oferecem a venda de cartões de crédito feitos em nome de pessoas que têm os dados clonados, ou ainda de laranjas. Quem é lesado tem que pagar milhares de reais em compras que não fez. “Eles [os fraudadores] oferecem os cartões prometendo que não vão dar problema, e que com esse cartão a pessoa poderá efetuar compras no prazo determinado de 30 dias”, diz o delegado, que investiga o crime. É possível encontrar ofertas de limite que vai até R$ 6 mil, para serem utilizados no comércio. As faturas não são pagas. Quem teve os dados pessoais usados na fraude acaba com uma dívida que não é sua. O delegado afirma que investiga a forma como os fraudadores conseguem os dados das pessoas lesadas para emitirem os cartões. Um médico diz ter sido prejudicado pelo golpe. Ele conta que dois cartões foram emitidos em seu nome, e renderam uma dívida de R$ 7 mil, além do nome negativado. A situação, para ele, representou um entrave para atingir um objetivo pessoal: comprar uma casa. “Isso travou completamente a possibilidade de fazer a compra de um imóvel novo, que é o nosso planejamento atual. Não conseguimos. Dependemos da resolução dessa fraude para seguir adiante”, lamenta. A reportagem de um canal de TV entrou em contato com um dos golpistas. Ele pede R$ 650 por um cartão com limite de R$ 6 mil. Por vídeo, ele mostra alguns cartões e diz que fornece até cópias de documentos para complementar o golpe. “Eu mando junto com o cartão uma cópia do RG e o CPF da pessoa, porque tem muita gente que quer comprar coisa na internet, daí precisa de RG e CPF e endereço da pessoa. Eu mando isso aí tudo junto com o cartão.” A reportagem então entrou em contato com o homem cujo nome aparece nos documentos oferecidos pelo golpista. Ele diz que sequer tem cartão de crédito. “Eu só tenho o meu cartão que eu recebo no banco, todo o meu salário que eu recebo. E para esses caras fazerem cartão de crédito, eles teriam que ter documento meu, não teriam?”, questiona. Um especialista em tecnologia diz que os fraudadores aproveitam as possibilidades da internet para praticar golpes como esse. “A rede social proporciona uma certa privacidade para o golpista. Ele sabe que é complicado identificar a origem dele, então, cria um perfil falso, usa imagens pra ilustrar o perfil, que obtém facilmente na internet e daí ele faz o anúncio”, diz. A polícia informa que pretende descobrir a identidade dos falsários pedindo a quebra dos sigilos telefônicos e das redes sociais em que foram feitos os anúncios. O delegado ainda faz um alerta: adquirir os cartões dos golpistas também é crime. “As pessoas que compram os cartões também praticam crimes: associação criminosa, estelionato e uso de documento falso. Podem ficar sujeitas a penas impostas de até 14 anos de reclusão”, explica.

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Fonte: G1

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