Jovens são suspeitas desviar mais de R$ 70 mil de imobiliária em Araguaína

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08/10/2018

A.R.A. e A.C.A.L., ambas de 23 anos, são suspeitas de desviar R$ 75.766,16 de uma imobiliária onde trabalhavam em Araguaína, no norte do Tocantins. Além delas, um homem, de 36 anos, também é suspeito de participar do esquema, que ocorreu de fevereiro de 2017 a abril de 2018. Eles foram indiciadas nesta segunda-feira (08). Segundo a Polícia Civil, as investigações mostram que as jovens induziram os clientes a fazerem pagamentos em espécie na própria imobiliária. Elas recebiam os valores e não repassavam para a empresa, porém o procedimento padrão era de pagamento através de boletos bancários. Não era permitido o recebimento de qualquer valor, em espécie ou através de cheque, diretamente na imobiliária.

Os clientes compraram diversos lotes e realizavam os pagamentos através de boletos, mas depois foram orientados pelas jovens a efetuarem pagamentos em dinheiro. Elas recebiam os valores, e para não deixar qualquer suspeita, emitiam recibos falsos. Outra forma de receber o dinheiro dos clientes foi através de depósitos bancários na conta do homem suspeito, que na época era namorado de uma das garotas. As jovens diziam aos clientes que ele era um dos sócios da imobiliária. Conforme a investigação, as garotas levavam uma vida acima do padrão financeiro que o salário permitia. Elas viajavam e compravam roupas de marcas de preços elevados e ostentavam nas redes sociais. Os três suspeitos devem responder por furto duplamente qualificado, estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa, cuja pena dos crimes se somadas poderá chegar a 21 anos de prisão. Eles não foram presos e vão responder em liberdade.

Dupla é presa tentando transferir R$ 700 mil com documentos falsos na PB

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01/10/2018

Nesta segunda-feira (1º), duas mulheres foram presas tentando transferir R$ 700 mil usando documentos falsos, em João Pessoa. De acordo com o delegado da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, as duas são suspeitas de integrar uma associação criminosa especializada na abertura de contas e na realização de negociações fraudulentas, com acesso a documentos públicos falsos e informações de clientes de instituições financeiras. A associação criminosa, que seria composta por seis pessoas, escolhe suas vítimas de acordo com a renda disponível, motivo pelo qual chegou até a atual vítima, que possui o montante de R$ 700 mil em sua conta poupança, segundo informou o delegado. O grupo já havia tentado transferir, sem sucesso, R$ 500 mil da mesma conta poupança, há poucos dias, no estado de Pernambuco, uma vez que a instituição conseguiu bloquear a transferência, sem que nenhum suspeito tivesse sido preso. Dando seguimento à fraude, a associação deslocou-se ao estado da Paraíba, imaginando que teriam sucesso devido à distância. No entanto, a equipe da DDF conseguiu comprovar a falsidade da documentação utilizada e prendeu as duas mulheres em flagrante. As suspeitas foram levadas para a Central de Polícia Civil e vão ser apresentadas à audiência de custódia. Elas vão responder pelos crimes de estelionato qualificado, uso de documento falso e associação criminosa. A Polícia Civil continua as investigações para identificar os demais membros do grupo.

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Fonte: G1

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Alunos que receberam diploma falso gastaram mais de R$ 10 mil em 3 anos de ‘faculdade fake’

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02/10/2018

Diplomas falsos apreendidos pela polícia do DF durante a Operação Sofista

Segundo a Polícia Civil, os alunos que receberam diploma falso do instituto Axioma, no Distrito Federal, fizeram de três a quatro anos de aulas regulares e presenciais aos sábados. Durante esse período, eles pagaram de R$ 300 a R$ 400 por mensalidade – o prejuízo total de cada um passa dos R$ 10 mil. Até a publicação desta reportagem, pelo menos quatro pessoas haviam sido identificadas como vítimas – todas de baixa renda, de acordo com a polícia. Elas concluíram um curso falso de educação física. Três homens apontados como donos da empresa são investigados por falsificação de documentos, estelionato e associação criminosa. Os empresários foram alvos de mandados de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (02) em Taguatinga e Samambaia. Eles não foram detidos e vão responder em liberdade, pois a Justiça negou os pedidos de prisão preventiva. As unidades do instituto, que ficam em Brazlândia e Taguatinga, no Distrito Federal, e em Águas Lindas e Valparaíso, em Goiás, também foram alvos dos mandados da Operação Sofista. Nos locais, a polícia apreendeu R$ 12 mil em espécie, cheques e diplomas sem assinatura. A quantidade de documentos não havia sido estimada até as 11h.

Em apuração desde 2017

As investigações começaram no ano passado, quando o Conselho Regional de Educação Física (Cref-DF) encaminhou um diploma “aparentemente falso” à Polícia Civil. A suspeita era de que o aluno tivesse forjado o documento. “Isso é relativamente comum, mas, em casos anteriores, os alunos não tinham frequentado a faculdade e comprado os diplomas. Neste caso, os alunos são vítimas”, explicou um delegado, que é coordenador da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor e a Fraudes (Corf). Segundo ele, o aluno chegou a questionar o instituto irregular. Depois, recebeu uma nova emissão do diploma – mas este também foi barrado pelo conselho. As investigações apontaram que o instituto irregular usava o nome de pelo menos duas faculdades credenciadas pelo Ministério da Educação para forjar os diplomas. No documento, elas apareciam como “instituições parceiras” e, segundo o delegado que coordena o caso, também foram vítimas. O delegado recomenda a quem estiver pesquisando um curso acadêmico ou profissionalizante que se certifique do credenciamento da instituição junto ao MEC. “E desconfiar de preços muito abaixo do que é praticado pelo mercado”, disse. A suspeita é de que outros cursos ofertados pelo Axioma também não tenham validade. O instituto oferecia pedagogia, matemática, alfabetização em Libras, docência do ensino superior, recursos humanos e curso técnico de segurança no trabalho.

Quadrilha aplicava golpe do envelope vazio e explodia caixas para pedir ressarcimento ao banco e é presa em Cuiabá, diz polícia

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28/09/2018

Em Cuiabá, foi presa na manhã desta sexta-feira (28), na ‘Operação False Flag’, uma quadrilha que aplicava o golpe do envelope vazio e explodia caixas eletrônicos para pedir ressarcimento ao banco. De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), foram cumpridos três mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão. A operação é resultado de investigações sobre as ações criminosas contra uma agência alvo de ataque na região Central de Cuiabá. Naquela ocasião, caixas eletrônicos, portas, vidraças e o teto foram destruídos. A investigação apontou que o grupo usava explosivos para destruir o terminal de autoatendimento e ocultar depósitos vazios realizados anteriormente. O crime de estelionato pretendia fazer o pedido de ressarcimento ao banco. Conforme a GCCO, o grupo comprava produtos pela internet e negociavam os pagamentos por meio de depósito bancário. Eles pediam as contas dos vendedores e faziam o depósito sempre após o fechamento da agência. A quadrilha colocava envelopes vazios e, na parte da madrugada, outros membros do grupo explodiam os caixas eletrônicos para disfarçar o golpe. Segundo a delegada à frente da investigação, os presos foram indiciados pelos crimes de explosão, tentativa de estelionato, associação criminosa e emprego de artefato explosivo. Os detidos serão apresentados em audiência de custódia no Fórum de Cuiabá.

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Fonte: G1

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Ex-policial civil é preso ao tentar depositar cheque de R$ 35 milhões em agência do DF

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26/09/2018

Nesta quarta-feira (26), um ex-policial civil foi preso ao tentar depositar um cheque falso no valor de R$ 35 milhões em uma agência bancária do Setor Central do Gama, no Distrito Federal. Com ele, estavam mais dois homens apontados pela Polícia Civil como “olheiros”. De acordo com a ocorrência policial, eles tinham a função de vigiar e avisar sobre a possível chegada de policiais militares. Um dos detidos estava com R$ 14 mil em dinheiro. Os três homens foram autuados pelos crimes de tentativa de estelionato e associação criminosa. Até a publicação desta reportagem, não havia informações confirmadas sobre o motivo da expulsão do policial civil, apenas que ele saiu da corporação em 1990. O funcionário e o gerente do banco desconfiaram da quantia e, ao perceberem que o cheque era falso, acionaram a Polícia Militar. Na delegacia, nenhum dos suspeitos conseguiu explicar a origem do dinheiro e do cheque.

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Fonte: G1

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Trio é preso acusado de tentar abrir conta com documentos falsos

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26/09/2018

Na tarde da última terça-feira (25), três homens foram presos pela Polícia Civil em uma cooperativa de crédito localizada na Avenida Jacarandás em Sinop (MT). Segundo informações, os detidos são suspeitos de terem tentado abrir contas bancárias usando documentos falsos. Um dos suspeitos estava na agência tentando abrir uma conta, enquanto os outros dois estavam em uma caminhonete S-10 dando o apoio. No documento policial consta que os criminosos tentaram abrir uma conta em Sorriso, mas não conseguiram e vieram para Sinop e posteriormente iriam para Peixoto de Azevedo. Foram apreendidos vários documentos falsos, uma impressora, notebooks e a camionete. Os presos devem responder por uso de documentação falsa e associação criminosa.

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Fonte: Folha MT

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Polícia do Rio faz operação de combate à emissão de diplomas escolares falsos

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24/09/2018

Na manhã desta segunda-feira (24), a Delegacia de Defraudações da Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza uma operação de combate à emissão de diplomas escolares falsos, distribuídos para pessoas que não concluíram os estudos. Os supostos formandos chegaram a ter os nomes publicados no Diário Oficial. A ação, chamada de Operação Nota Zero, conta com mais de 110 policiais civis cumprindo 35 mandados de busca e apreensão em escolas e residências de donos, diretores e funcionários de colégios no Centro e nas zonas Sul, Norte e Oeste do Rio, além dos municípios de Duque de Caxias, Belford Roxo e Nilópolis, na Baixada Fluminense. Segundo os policiais, o grupo movimentou cerca de R$ 700 milhões nos últimos cinco anos com a emissão de 350 mil diplomas.

Entre os alvos estão um oficial reformado da Polícia Militar, que consta como sócio e diretor de um dos colégios investigados e já tem oito anotações criminais, inclusive por associação criminosa e falsidade ideológica; um ex-conselheiro do Conselho Estadual de Educação que, além de dono de uma das escolas, participava das votações que autorizam ou não o funcionamento de unidades de ensino no Estado do Rio. Este, inclusive, ainda ocupava o cargo de conselheiro quando seu colégio, mesmo em meio a denúncias de fraude na emissão de documentos, teve o credenciamento renovado. Também são alvos funcionários das escolas, que assinaram e atestaram serem legítimos os documentos fraudados.

Ao todo, estão sendo investigadas 11 escolas particulares, que participam de um grande esquema de fornecimento de históricos escolares e certificados fraudulentos de conclusão do Ensino Médio em cursos à distância, principalmente no sistema de educação de jovens e adultos. Uma delas deu 20% a mais de diplomas do que toda a rede de ensino a distância do Rio de Janeiro.

Ingresso em universidades e concursos públicos

Os documentos falsos são usados em tentativas de ingressos nas universidades, concursos públicos e empregos em várias partes do país. A denúncia, que desencadeou a operação, partiu da Diretoria de Inspeção Escolar, Certificação e Acervo da Secretaria Estadual de Educação. Segundo a polícia, os indícios apontam que algumas dessas unidades escolares sequer funcionam de fato; são escolas de fachada, montadas com o único objetivo de obter vantagem financeira. Muitas não possuem professores nem salas de aula. Uma delas tem capacidade para 100 alunos, mas possui mais de cinco mil matriculados.

R$ 140 milhões em prejuízos

A delegada titular da Delegacia de Defraudações afirmou que tudo indica que a maioria dos alunos que procuraram essas unidades de ensino e pagaram por matrícula, mensalidade, publicação do nome em Diário Oficial e emissão de diploma não sabia que se tratava de escolas com práticas ilegais, cujos diplomas não teriam validade. Há casos ainda dos que pagaram, mas nunca receberam os documentos. São calculados R$ 140 milhões em prejuízos com a emissão de diplomas falsos, sem contar o prejuízo no currículo de milhares de pessoas.

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