PF desarticula quadrilha envolvida em fraude de R$ 2,9 milhões do INSS

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19/09/2018

Nesta quarta-feira (19), a Polícia Federal (PF) prendeu integrantes de um grupo envolvido em uma fraude com prejuízo estimado de R$ 2,9 milhões aos cofres públicos. As fraudes ocorreram em cidades de Minas Gerais e da Bahia e envolviam benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Vinte e oito policiais e dois integrantes da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP) participam da Operação Alhures. Eles cumpriram dois mandados de prisão temporária em Contagem, na Grande BH, e em Almenara, no Vale do Jequitinhonha. Outros cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas mesmas cidades, um em Contagem e quatro em Almenara. “As investigações realizadas pela Polícia Federal tiveram o auxílio da COINP e revelaram um esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários a partir de certidões de nascimento falsas. O grupo de estelionatários teria forjado o nascimento de menores e dado entrada no INSS com processos de obtenção de Pensões por Morte. Também teria utilizado documentos falsos por pessoas angariadas pela quadrilha para se passarem pelas representantes legais dessas crianças fictícias”, detalhou a Polícia Federal em Minas, por meio de nota. Os investigados vão responder na Justiça por formação de quadrilha e estelionato qualificado, cuja pena pode ser de até seis anos e meio de prisão por cada golpe contra o INSS, além de três anos por associação criminosa.

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Fonte: EM

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Estelionatários presos na Capital já fizeram mais de 100 vítimas em SP

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18/09/2018

A quadrilha de estelionatários presa na segunda-feira (17) em Campo Grande, já fez mais de 100 vítimas em Franca (SP). Conforme o delegado responsável, os golpistas são profissionais, artistas, dissimulados e com desvio de personalidades. “Eles tentam enganar até a polícia”, diz. Oito vítimas de Sidrolândia (MS) foram identificadas. O bando lucrou mais de R$ 100 mil com vendas de cartas de crédito falsas no município. Os quatro suspeitos foram autuados por estelionato, associação criminosa e falsidade ideológica. Eles foram levados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro. O quinto integrante da quadrilha ainda não foi localizado, mas o delegado já pediu a prisão dele. O caso será investigado pela Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Defraudações, Falsificações).

Como agiam

Além de usar uma pessoa para fazer propagandas, a quadrilha oferecia cartas de crédito pelas redes sociais. Eles pediam um terço do contrato, ou seja, valores de entrada que iam de R$ 7 mil a R$ 40 mil. A primeira vítima da quadrilha em Sidrolândia foi um homem que fazia propaganda do grupo. Após descobrir sobre o golpe, ele passou a avisar os conhecidos que tinham feito contrato com os estelionatários. Até que ontem, as vítimas que vieram de Sidrolândia para assinar o contrato com o grupo, acionou a Polícia Militar e relatou sobre a situação. Dois dos suspeitos foram presos em flagrante. Os outros dois foram localizados em um hotel. Lá, a polícia encontrou vários documentos, contratos e máquinas de cartão de crédito. Eles admitiram a forma de agir. Mas insistem, segundo a polícia, em dizer que a empresa vai pagar os contratos. Eles são profissionais. Se forem soltos, vão migrar para outra cidade.

Três mulheres são presas em Campinas suspeitas do golpe do ‘bilhete premiado’

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13/09/2018

Em Campinas (SP), nesta quinta-feira (13), três mulheres foram presas suspeitas de integrar uma quadrilha especializada em golpes do “bilhete premiado”. O trio estava em um Honda Civic de cor preta e no interior do veículo foram apreendidos resultados e volantes de aposta na Quina. Segundo a Polícia Civil, a ação da quadrilha vinha sendo investigada por uma equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas. Uma denúncia apontou o veículo utilizado pelos criminosos. A abordagem foi feita por guardas municipais. As mulheres possuem antecedentes criminais e foram reconhecidas por uma vítima de estelionato ocorrido na cidade de Amparo (SP). Outras vítimas serão chamadas para possíveis reconhecimentos. As três foram presas em flagrante pelo crime de associação criminosa e serão indiciadas pelo crime de estelionato.

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Fonte: G1

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PF prende suspeita de fraude de R$ 1 milhão no INSS

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14/09/2018

Desde a tarde dessa quinta-feira (13), a Polícia Federal realiza a Operação Catena, para cumprir cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva e ordem judicial de afastamento de uma servidora pública por fraudes estimadas em R$ 1 milhão no INSS.  Todos os benefícios previdenciários foram suspensos. Cerca de 50 policiais federais fazem diligências para cumprimento das Ordens Judiciais expedidas pela 16ª Vara da Justiça Federal de João pessoa. Durante a investigação, iniciada em março de 2017  no âmbito da Força Tarefa Previdenciária, verificou-se a concessão de 23 benefícios previdenciários, especificamente auxílio-reclusão, concedidos irregularmente por servidora do INSS, na Capital, desde o ano de 2015. Os investigados obtiveram a concessão de benefícios irregulares para familiares de indivíduos que nunca tinham sido presos e também em razão de filhos de presidiários que nunca existiram.

A operação interrompeu a fraude que ocorria desde 2015.  Os envolvidos foram indiciados pela prática dos crimes de estelionato previdenciário, associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informações, cujas penas, somadas, podem superar 20 anos de prisão. O nome da Operação Catena advém de termo italiano que significa cadeia, em referência ao tipo de benefício fraudado (auxílio-reclusão). O preso e os objetos arrecadados nas buscas foram levados para a Superintendência Regional da Polícia Federal na Paraíba.

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Fonte: Mais PB

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Filho de juiz é preso em Alagoas por fraude e associação criminosa

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04/09/2018

Na madrugada desta terça-feira (04), três pessoas foram presas em Penedo, região do Baixo São Francisco, em uma operação que investiga fraudes em Alagoas. Entre os presos, estão o filho de um juiz e um advogado. Este é o desdobramento da operação policial realizada em Alagoas e no Rio Grande do Sul que acabou com a prisão de outras três pessoas no mês passado. Os presos desta terça foram identificados como o advogado J.P.D.P., o taxista F.F.S. e o filho de um juiz alagoano J.X.C.J. Eles são investigados por associação criminosa, falsidade ideológica e furto mediante fraude. Um outro suspeito, que trabalhava para o advogado, está foragido. Os mandados de prisão foram expedidos por um juiz da 4ª Vara Criminal da Comarca de Penedo. Além das prisões, os agentes da 7ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Penedo apreenderam notebooks, celulares e documentos que passarão por perícia. Após as análises, novos mandados de prisão podem ser expedidos. De acordo com as investigações, a quadrilha fraudava documentos de pessoas que tinham crédito em instituições financeiras e faziam a retirada dos valores. O golpe só foi descoberto depois que familiares de pessoas que já teriam morrido perceberam os saques nas contas.

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Fonte: G1

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Força-tarefa prende dois por suspeita de fraudes contra INSS em Campinas

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28/08/2018

Nesta terça-feira (28) em Campinas (SP), a Força-Tarefa Previdenciária cumpriu dois mandados de prisão temporária e oito de busca e apreensão , durante a “Operação Custo Previdenciário” contra fraudes no INSS. A ação contou com a participação da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Coordenação Geral da Inteligência Previdenciária (Coinf) da Secretaria de Previdência Social. A Guarda Municipal participou como apoio.

O esquema

Segundo a Polícia Federal, as investigações tiveram início em fevereiro deste ano, a partir de denúncia que noticiava irregularidades em uma agência do INSS na cidade. A fraude identificou benefícios irregulares de R$ 256 mil, mas a descoberta da fraude deve proporcionar uma economia de R$ 4,2 milhões em valores futuros. O esquema usava a condição privilegiada de um servidor público dos quadros do INSS para agendar, reagendar, habilitar e conceder benefícios previdenciários em favor de terceiros, principalmente aposentadoria por tempo de contribuição e por idade. A força-tarefa identificou irregularidades em simulações de presença dos segurados nos atendimentos, inserção e ou alteração de vínculos laborais e contribuições, cálculos indevidos e majoração de valores. Os investigados vão responder, na medida da culpabilidade, pelos crimes de estelionato previdenciário, associação criminosa, corrupção. A Força-Tarefa Previdenciária, que atua contra os crimes contra o sistema previdenciário, conseguiu em quatro anos a economia aos cofres públicos de ao menos R$ 1,2 bilhão.

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Fonte: G1

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Imobiliária é investigada por estelionato em inquérito policial

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27/08/2018

Uma imobiliária situada no centro de Araucária (PR), que teve as atividades encerradas no início deste ano, após, em tese, falir, está sendo investigada pela Delegacia de Polícia Civil por estelionato. Segundo o delegado responsável, foi instaurado inquérito após cerca de 15 denúncias semelhantes em relação ao mesmo estabelecimento. “As investigações foram iniciadas no primeiro semestre deste ano depois de averiguarmos diversas ocorrências de um possível estelionato por parte desta imobiliária. Em todas as denúncias, duas mulheres são apontadas como as que praticavam o golpe, sendo uma delas a proprietária da empresa e outra uma suposta corretora de imóveis, visto que a mesma não possuía registro profissional, o Creci”, disse.

O suposto golpe acontecia da seguinte forma: interessados em imóveis para venda em Araucária deviam depositar, em uma das contas da proprietária da imobiliária, determinado valor como sinal de negócio. Isto porque as duas mulheres afirmavam que havia outras pessoas também interessadas e a forma de garantir a venda era a partir do sinal depositado. Dias depois, conforme relatou o delegado com base nas denúncias feitas, a proprietária e a corretora diziam ter tido problemas no negócio e pediam novamente um segundo depósito. Depois disso, as duas despistavam os clientes por algum tempo e “sumiam” sem devolver o dinheiro, muito menos entregar o imóvel. As vítimas perderam quantias entre 10 a 20 mil reais, totalizando um valor de cerca de 250 mil reais às supostas estelionatárias. As envolvidas já foram ouvidas na delegacia e negaram o crime, justificando a falência da empresa. “Elas emitiam recibos dos depósitos que eram feitos em três contas diferentes da dona da imobiliária. Mas este dinheiro nunca foi ressarcido aos clientes”, contou o delegado. Estes clientes, inclusive, são de renda média a baixa. A equipe de investigação da Polícia Civil de Araucária pede que se houver mais vítimas desta imobiliária, para que entrem em contato com a DP local e registrem a ocorrência.

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Fonte: O Popular

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