Suspeitos de roubo e estelionato tem mandados de prisão cumpridos em Rondonópolis

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22/12/2017

Nesta quinta-feira (21), dois homens e uma mulher integrantes de um grupo criminoso, apontado como autores de, pelo menos três roubos cometidos em julho no município, tiveram os mandados de prisão preventiva cumpridos pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O trabalho está inserido na operação “Ano Novo Seguro”, deflagrada com objetivo de intensificar o combate a criminalidade e violência na região. Na ação além dos três mandados de prisão, um mandado de busca e apreensão domiciliar também foi cumprido. Conforme a assessoria da Polícia Civil, a mulher também foi autuada em flagrante pelos crimes de uso de documento falso e posse irregular de munição. Segundo as investigações, um dos suspeitos, na companhia de um menor de idade, agiam diretamente nos crimes, depois de receber informações privilegiadas repassadas pelo outro comparsa sobre os alvos. Já a mulher, dava apoio aos criminosos, e auxiliava nas vendas dos produtos roubados. O primeiro crime ocorreu em uma Casa Lotérica no bairro Conjunto São José II, o segundo foi praticado em uma empresa de metalúrgica localizada no bairro Distrito Industrial e, o terceiro roubo realizado em uma residência no bairro Lúcia Maggi. Durante as diligências os policiais civis realizam buscas na casa da mulher. No momento da abordagem ela apresentou um documento de identidade (RG) falso e, no local ainda foi apreendida uma munição de calibre 38. Já os outros dois suspeitos tiveram os mandados de prisão preventiva cumpridos nas unidades prisional, um em Dourados, no Mato Grosso do Sul, e o outro na Cadeia Pública da Mata Grande, em Rondonópolis. Mais um foragido da Justiça foi preso no município de Rondonópolis, ontem. Ele estava com o mandado de prisão preventiva decretado pelo crime de estelionato. Após trabalho de vigilância e monitoramento, o suspeito foi localizado pelos policiais civis do Grupo Armado de Resposta Rápida (Garra).

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Fonte: Só Notícias

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Polícia investiga homem suspeito de se passar por fiscal da Receita Federal para aplicar golpe de R$ 2 milhões

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20/12/2017

A Polícia Civil investiga um golpe aplicado no Paraná e em Santa Catarina que pode chegar a R$ 2 milhões. Segundo a Delegacia de Estelionato de Curitiba, um homem de 64 anos se passava por fiscal da Receita Federal e anunciava na internet a venda de produtos apreendidos. Ele recebia o dinheiro, mas não entregava nada. A delegada responsável afirmou nesta quarta-feira (20) que dez pessoas registraram boletim de ocorrência, relatando o golpe. Um inquérito contra o suspeito foi aberto e ele responde, em liberdade, por estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa. Segundo a delegada, a prisão do suspeito chegou a ser pedida, porém, foi negada pela Justiça. Dois mandados de busca a apreensão foram cumpridos. Um computador, dois veículos para averiguação, além de diversos documentos falsos da Receita Federal, contendo uma listagem de produtos para venda acabaram apreendidos.

Como funcionava o golpe

Conforme a polícia, o falso fiscal marcava encontro com as vítimas na sede da Receita Federal. Atraídas pelo preço praticado por ele na internet, elas iam até o local para obter mais detalhes sobre as tais mercadorias apreendidas. Depois, era marcado um segundo encontro, em outro local, em que era feito o pagamento antecipado pelos produtos. “A partir de então, eram conduzidas essas vítimas até o posto da Receita Federal no bairro CIC, onde eles pediam para aguardar um pouquinho, onde eles diziam que iriam falar com outro fiscal para abrir o depósito, para [o cliente] fazer a inspeção na mercadoria. E iam embora e deixavam a vítima sem conhecer a cidade na porta do depósito”, disse a delegada.

Denúncias

A delegada orientou que pessoas que foram vítimas do golpe procurem a Delegacia de Estelionato de Curitiba para fazer boletim de ocorrência e o reconhecimento do suspeito.

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Fonte: G1

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Fraude no INSS é alvo de operação da Polícia Federal no ES

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19/12/2017

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Federal no Espírito Santo para combater uma quadrilha que fraudava benefícios do INSS. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (19), na casa de uma dos investigados. De acordo com a PF, o grupo criminoso também tem braços no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. O prejuízo aos cofres do INSS atingiu quase R$ 500 mil. Os criminosos atuavam criando segurados fictícios com documentos falsos. Os membros do grupo recebiam os valores dos benefícios se passando por procuradores dos titulares. Além de saques, os bandidos ainda faziam empréstimos consignados em financeiras em nome dos falsos pensionistas. Os investigados vão responder por crime de estelionato qualificado e associação criminosa, podendo pegar mais penas e mais de oito anos e prisão. A Polícia Federal não divulgou mais informações sobre o caso para não atrapalhar as investigações.

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Fonte: Gazeta Online

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Quadrilha é presa suspeita de falsificar mais de mil documentos de identidade

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18/12/2017

No flagrante, as cinco pessoas foram presas no loteamento Jardim Progresso, Zona Norte de Natal, em uma casa que pertence a um ladrão de banco, investigado pela Deicor, são eles: M.E.P.Pessoa, de 38 anos, preso na Operação Jet Coca, em 2003, pelo crime de tráfico de drogas, E.M.Silva, 47 anos, que no momento da prisão apresentou aos agentes uma identidade falsa da Polícia Militar, M.F.Medeiros, 57 anos, M.E.A.Teixeira, 38, e R.S.Silva, de 52. Os policiais apreenderam com o grupo, cartões de crédito, cheques em branco, identidades em branco e outras já confeccionadas, notebooks, celulares, e dois veículos, um Ford KA preto e um Volkswagen Voyage vermelho. Os cinco foram autuados por falsificação de documento público, uso de documento falso e associação criminosa, sendo encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.

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Fonte: Tribuna do Norte

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Estelionatário de grupo paulista que interceptava contas bancárias é preso em AL

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15/12/2017

Nesta quinta-feira (14), um acusado de estelionato e que faz parte de um grupo paulista especializado em interceptar contas bancárias e realizar transferências de valores foi preso pela Polícia Civil (PC) no bairro da Ponta Verde, parte baixa de Maceió. Segundo as investigações, F.M., de 29 anos, faz parte de um grupo criminoso e, segundo informações policiais, o alagoano era responsável pelos saques bancários. A quadrilha escolhia uma conta bancária e transferia valores para outra conta, da qual o homem efetuava os saques. Ele rateava o montante e repassava parte do dinheiro para o grupo sediado em São Paulo. A ação policial do GIDG faz parte da operação nacional PC-27, que ocorre em diversas unidades federativas.

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Fonte: Cada Minuto

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Polícia desarticula pirâmide financeira que gerou prejuízo de R$ 5 milhões a 500 vítimas no Ceará

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08/12/2017

Foi desarticulado nesta quinta-feira (07) pela Polícia Civil, um esquema de pirâmide financeira que movimentou cerca de R$ 5 milhões de mais de 500 vítimas no município de Iguatu, na região Sul do Ceará. As vítimas investiam, no mínimo, R$ 6.750 com a promessa de lucrar 30% ao mês e mais de 300% ao ano, conforme a secretaria da Segurança Pública. No entanto, os investidores pararam de receber o dinheiro de volta e procuraram a polícia. Segundo a Secretaria, seis pessoas responsáveis pelo esquema são investigadas pelos crimes de associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro. Durante uma operação, nomeada “Pirâmide”, a Polícia Civil apreendeu sete veículos, quatro carros, duas motos e um reboque. A Delegacia Regional de Iguatu recebeu várias denúncias de pessoas que foram atraídas a investir na empresa. O pagamento do valor e o recebimento dos lucros eram feitos por meio de dinheiro em espécie, diretamente com os responsáveis pela pirâmide. Durante as investigações, que duraram três meses, a polícia constatou que os lucros não eram verdadeiros. “Estima-se que mais de 500 pessoas tenham participado desse negócio e que mais de cinco milhões de reais tenham sido movimentados pelos líderes do esquema”, informou a Secretaria da Segurança.

Bloqueio de bens

Diante das provas, a polícia solicitou junto ao Poder Judiciário as medidas cautelares para que as vítimas sejam ressarcidas e os investigados respondam criminalmente. A Justiça decretou o bloqueio dos bens móveis e imóveis e a hipoteca legal de duas casas, além de outras medidas cautelares, com a finalidade de assegurar que os investigados possam ressarcir todo o prejuízo causado às vítimas. Os veículos apreendidos foram encaminhados para um depósito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e ficarão à disposição da Justiça para um possível leilão. Os imóveis hipotecados também servirão para garantir o ressarcimento das vítimas. Se condenados, os investigados pegar até 20 anos de prisão, conforme a Secretaria. A identificação dos suspeitos não foi divulgada.

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Fonte: G1

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Três pessoas são presas suspeitas de fraudar benefícios sociais, em Goiânia

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06/12/2017

Três homens foram presos suspeitos de fraudar benefícios sociais do governo federal. A prisão aconteceu na tarde desta terça-feira (05) após um deles ser abordado por policiais militares. F.P.Silva estava em porte de dez cartões do cidadão. De acordo com a PM, o suspeito estava em um Honda Civic, quando foi abordado no Centro de Goiânia. Ao ser questionado sobre a procedência dos cartões, ele relatou que participava de uma equipe que lesava um banco. F.P. também confessou que em sua casa teria mais cartões de benefícios e outros dos indivíduos que integravam a associação criminosa. O suspeito morava no Jardim Imperial em Aparecida de Goiânia. No local, os agentes prenderam J.F.Silva e J.B.Silva. J.F., no momento da abordagem, ainda apresentou um documento falso para os policiais. Foram apreendidos aproximadamente 89 cartões, cédulas de identidades falsas, notebook, uma pistola Taurus Cal. 380 e mais de R$ 3,5 mil em dinheiro. Eles relataram aos agentes que tinham acesso a informação de beneficiários do seguro-desemprego, solicitavam o cartão cidadão e remetiam para a cidade de Uruaçu. O gerente da agência dos correios desviava os cartões e, depois, o grupo se dirigia a uma casa lotérica, em porte de documentos falsos, e registravam uma senha para o cartão e sacavam o benefício. Os três foram encaminhados para a Polícia Federal, que busca a identificação do gerente dos correios.

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Fonte: Mais Goiás

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