Cinco suspeitos de aplicar golpes em agências bancárias de Curitiba são presos em flagrante

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20/11/2017

Cinco pessoas foram presas suspeitas de integrarem uma quadrilha especializada em aplicar golpes em agências bancárias de Curitiba. Entre os suspeitos, há dois irmãos. Segundo a Polícia Civil, as vítimas costumam ser idosos. As prisões ocorreram no domingo (19). Policiais estavam observando a movimentação em uma agência bancária na Rua Padre Anchieta, e prenderam os cinco em flagrante. Procurado, o banco não havia comentado o assunto, até a última atualização desta reportagem. Nesta segunda-feira (20), o delegado responsável falou sobre o caso, cuja investigação começou há um mês. Conforme a Polícia Civil, cinco vítimas já foram identificadas. Os criminosos, geralmente, abordavam os idosos no setor de caixas eletrônicos e furtavam os cartões, trocando-os sem que as vítimas percebessem. Depois, induziam para que colocassem os cartões nos caixas e digitassem a senha para, então, memorizá-las. Os suspeitos são de São Paulo (SP) e iam a Curitiba nos fins de semana para agir. As agências bancárias escolhidas para que os golpes fossem aplicados ficam em bairros de classe alta ou classe média alta, conforme explicou o delegado. Os cinco foram autuados em flagrante por associação criminosa, um furto qualificado pela fraude e uma tentativa de furto qualificado pela fraude.

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Fonte: G1

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Polícia prende dupla suspeita de usar ‘Corel Draw’ para fraudes na PB, PE e AL

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13/11/2017

A Polícia Civil prendeu dois homens, de 38 e 42 anos, suspeitos de estelionato. A ação ocorreu no interior de uma loja de material de construção, localizada na Av. Assis Chateaubriand, enquanto a dupla tentava comprar, de forma fraudulenta, mais de R$ 50 mil em produtos. De acordo com a polícia, os dois homens são integrantes de uma associação criminosa que utiliza o Corel Draw, software de designer gráfico, para falsificar documentos pessoais e ainda comprovantes de residência. Os dois homens presos são de Pernambuco, mas eles já teriam agido em outros estados. Com os suspeitos foram apreendidos comprovantes e notas fiscais, que demonstram golpes aplicados em Alagoas, Pernambuco, e ainda, possíveis atuações no Sudeste do país. Também foram encontrados dezenas de cartões de crédito, carteiras de habilitação, computadores, um HD e um veículo com suspeitas de adulteração.

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Fonte: G1

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Mulher é presa suspeita de ‘vender’ vagas de emprego por até R$ 1,5 mil no DF

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25/10/2017

A Polícia Civil prendeu uma golpista que fez mais de cem vítimas em Brasília “vendendo” vagas de emprego, inclusive no governo federal. Os interessados deveriam fazer um depósito que variava entre R$ 200 e R$ 1,5 mil antes da “contratação”. As investigações apontam que a suspeita, de 49 anos, lucrou R$ 100 mil em dez meses e que pretendia fugir. A mulher se apresentava às vítimas como funcionária da Câmara dos Deputados e oferecia vagas em vários órgãos federais, sempre em cargos que tivessem a ver com o perfil da vítima. Tudo era combinado por meio de conversas de áudio no WhatsApp. “Vocês vão começar a trabalhar sem ser essa segunda na outra. O que que ia acontecer hoje? Ia passar os tíquetes e o vale-transporte pra quando todo mundo começar não precisar pegar dinheiro emprestado”, diz a golpista a uma vítima. De acordo com a polícia, há pelo menos 60 boletins de ocorrência – em sete delegacias – denunciando a suspeita. Cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão na casa dela, equipes encontraram um computador, dezenas de comprovantes de depósitos, agendas com os nomes das vítimas e recibos, além de um passaporte e uma carta escrita à mão, destinada à mãe dela, com pedidos de desculpas e em tom de despedida. “Os nossos policiais começaram a verificar se havia ocorrências semelhantes registradas em outras delegacias aqui do DF, ocasião em que nós encontramos uma grande soma de ocorrências como de vítimas”, disse o delegado responsável. A história foi descoberta depois que uma mulher de 30 anos formada em recursos humanos caiu no golpe. “Eu faço bico de vez em quando de segurança e de brigadista. E é porque com essa crise, né, é meio complicado. Então a gente tem que se virar como pode”, disse, desempregada há dois anos. A estelionatária ofereceu à vítima uma vaga de recepcionista, com início imediato. O acordo era que ela depositasse R$ 200 e, depois de “contratada”, repassasse mais R$ 200. A vaga de emprego, porém, ficou só na promessa. “Eu achei que era um golpe porque eu comecei a marcar encontro com ela e todo encontro que eu marcava com ela, em cima da hora, ela mandava mensagem dizendo que não podia, que a mãe dela estava doente, que os filhos dela estavam doentes. Ela nunca apareceu. Eu marquei quatro encontros com ela e em nenhum dos quatro ela compareceu.”

“Como teve esse problema da minha mãe que botaram ela em coma induzido, [não pude ir]. Eu não tenho culpa, eu não sou Deus, eu não sou responsável por isso”, justifica a estelionatária, que afirma que a oferta de emprego não é golpe. “Não é golpe, não, e, quem quiser o dinheiro de volta, eu devolvo o dinheiro, o dinheiro e os documentos. Eu saio daqui do hospital, vou na casa de cada um e devolvo o dinheiro e os documentos, tá? Eu não sou moleca, não, eu tenho minhas responsabilidades. Eu não posso fazer nada se aconteceu isso com minha mãe, não.” Um marceneiro também foi vítima da estelionatária. “[Ela] ofereceu uma vaga de emprego de motorista no ministério. Eu falei ‘não, eu tenho que arrumar uma coisa que seja mais certa’. Então foi isso, né? Eu pago aluguel, tenho filhos. É uma sensação de desespero. É muito triste.” Segundo a Polícia Civil, a mulher tem também duas passagens por Lei Maria da Penha, por já ter agredido a companheira. A corporação informou que, além de por estelionato, ela pode responder por associação criminosa caso fique comprovada a participação de outras duas pessoas que também estão sendo investigadas.

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Fonte: G1

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Nove são presos em operação contra fraudes na emissão de CNHs em SC

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24/10/2017

Foi deflagrada pela Polícia Civil, nesta terça-feira (24), uma operação contra fraudes na emissão de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. Nove suspeitos foram presos temporariamente, entre elas os donos e funcionários de duas autoescolas de Tijucas e Itapema. Além dos mandados de prisão, 65 policiais cumpriram 21 mandados de condução coercitiva, quando uma pessoa é levada para depor, e 32 de busca e apreensão em 12 cidades de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Candidatos reprovadas em outros estados conseguiam aprovação em Balneário Camboriú por meio de fraude e corrupção, conforme a Polícia Civil, que investiga o caso há cerca de um ano. Servidores públicos do Detran estariam envolvidos. “A gente busca identificar onde seria essa facilitação. Não teria porque pessoas vir, se deslocarem de uma cidade do Rio Grande do Sul para fazer a carteira de habilitação aqui. Então, há indicativos de que haveria uma facilitação, podendo até envolver servidores públicos”, afirma o delegado responsável pelo caso. As medidas cautelares foram expedidas pela 1ª Vara Criminal de Balneário Camboriú. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pela polícia para não atrapalhar nas investigações. Entre as pessoas conduzidas estão os beneficiados com a habilitação irregular. Eles podem responder por falsidade ideológica. Já os responsáveis pela falsificação podem responder por associação criminosa e uso de documento falso.

Investigação

De acordo a Polícia Civil, as investigações apontaram que um grupo criminoso envolvendo integrantes de centros de formação de condutores (CFCs) da região de Balneário Camboriú, entre 2012 e 2016, procurava residentes do Rio Grande do Sul e do Paraná para realizarem exames na cidade catarinense. “Os condutores captados para realização dos exames de habilitação do RS e PR apresentaram declarações de residências ideologicamente falsas, formalizadas por pessoas ligadas diretamente aos CFCs, a fim de realizarem os exames e, por sua vez, obterem a CNH. Há casos, inclusive, que foram constatadas a apresentação de faturas de empresas de telefonia falsificadas, exclusivamente com o fim de transferir o procedimento para SC”, informou a polícia.

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Fonte: G1

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Polícia prende dupla suspeita de fraudar documentos para financiar veículos

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23/10/2017

Foi presa em flagrante dentro de um cartório, no bairro Campo Comprido, em Curitiba, uma dupla, de 29 e 35 anos, suspeita de utilizar documentos falsos para comprar veículos financiados. A ação aconteceu na manhã da sexta-feira (20), e foi realizada pela equipe de investigação da Delegacia de Estelionato. Dez quilos de maconha, porções de crack e cocaína foram encontrados. No momento da prisão, os dois homens estavam tentando reconhecer firma no cartório para financiar um veículo utilizando um nome falso. Diante do fato, funcionários do cartório notaram estranheza na documentação do suspeito e preferiu acionar a Delegacia de Estelionato para verificar a situação. Uma equipe da unidade se deslocou até o cartório e deu voz de abordagem à dupla. “Os homens identificaram-se com um nome falso, porém, em consulta no sistema foi possível constatar que estavam em posse de documentação fria”, conta a delegada-adjunta da especializada. No decorrer das diligências, a equipe descobriu que os homens utilizavam documentos falsos para comprar veículos e levar até o Paraguai, com o intuito de transportar drogas. “Trata-se de uma associação criminosa, pelo que apuramos até o momento, um dos suspeitos é quem ficava responsável pela fraude em financiamentos de automóveis”, informa a delegada. Na delegacia, ambos confessaram o crime. A dupla alegou que recebia dinheiro para aplicar golpes, entretanto não informaram quanto. Os suspeitos, que já possuíam antecedentes criminais, foram autuados em flagrante por estelionato, tráfico de drogas, associação criminosa, uso de documento falso e falsidade ideológica.

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Fonte: Tribuna PR

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Polícia do DF prende 6 em ação contra roubo de carros e falsificação de documentos

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19/10/2017

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu seis pessoas preventivamente (por tempo indeterminado) e cumpriu dez mandados de busca e apreensão em uma operação que apura a existência de um grupo especializado em roubar veículos a mão armada, adulterá-los e ainda falsificar documentos. A operação ocorreu em Sobradinho, em Santa Maria e em Valparaíso de Goiás, no Entorno. “Trata-se de um grupo armado de extrema periculosidade, que praticava assaltos a veículos com o objetivo de comercializá-los junto a receptadores após serem clonados”, afirmou o delegado da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DRFV). A investigação aponta que após adulterar os carros e forjarem os documentos, os suspeitos ainda revendiam os veículos. Também costumavam usar para praticar outros crimes. Segundo a polícia, o líder do grupo tem 28 anos e é foragido do presídio de Cristalina desde 2015, com histórico de participação em facções criminosas. Há dois mandados de prisão contra ele em aberto. Para chegar até eles, os investigadores fizeram diligências e “campana” em frente aos locais onde o grupo agia para esconder e adulterar os veículos. No dia 15 de agosto, por exemplo, um suspeito é fotografado buscando um documento falso com o líder do esquema. Segundo o delegado, os suspeitos fizeram pelo menos oito vítimas. Ao todo, três carros foram recuperados. A operação é chamada de “Circuitus” porque em latim quer dizer Entorno, em referência à atuação do líder, que morava na cidade de Valparaíso. São investigados os crimes de associação criminosa armada, roubo circunstanciado, receptação, falsificação de documento público e adulteração de sinais identificadores.

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Fonte: G1

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Trio é preso por megafraude bancária em Praia Grande

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18/10/2017

O sistema de câmeras da Prefeitura de Praia Grande flagrou o comportamento estranho de dois homens na frente de uma agência bancária. Porém, a suspeita de eventual roubo na modalidade conhecida por saidinha de banco logo foi descartada. Os policiais militares acionados para checar o episódio se depararam com uma megafraude de âmbito nacional. Tudo começou no início da tarde da segunda-feira (16), quando câmeras captaram as imagens de K.S.Oliveira, de 25 anos, e W.R.Almeida, de 32. Eles estavam na frente de uma agência na Avenida Presidente Kennedy, e chamaram a atenção porque se encontravam ao lado de uma moto e vestiam blusas de moletom com capuz. Os PMs abordaram a dupla, que ficou bastante nervosa. Perto dela estava uma Honda CG 150 Titan preta, pertencente a W. K. alegou que esperavam a “prima” dele, que entrou no banco para realizar um saque. Encostada à moto havia uma bicicleta branca, que seria da suposta prima.

Megafraude

Enquanto um policial ficou com os dois suspeitos na rua, outro ingressou no banco e lá abordou T.C.Silva, de 30 anos. Ela admitiu ser a dona da bicicleta branca e portava a quantia de R$ 7 mil, que havia acabado de sacar de sua conta-corrente. A averiguada não soube explicar a origem do dinheiro e se referiu a K. como sendo um “conhecido”, sem chamá-lo de primo. A partir daí, os policiais desconfiaram de que os suspeitos estariam envolvidos em um crime diverso de uma saidinha de banco. A certeza dos PMs veio quando eles consultaram a gerência do banco. Esta apurou que, duas horas antes, R$ 15 mil foram transferidos da conta de um cliente de Pernambuco para a de T. A mulher retirou apenas R$ 7 mil, porque é o limite de saque diário permitido pela agência. Por meio de telefonema, a gerência da instituição de Praia Grande entrou em contato com o cliente pernambucano. Morador em Jaboatão dos Guararapes, município da Região Metropolitana de Recife, ele demonstrou surpresa com a transferência, afirmando que não a autorizou. Uma checagem mais apurada verificou que, na manhã de segunda-feira, a vítima teve transferidos R$ 375 mil para diversas contas, e uma delas era de T. Devido à fraude, o cliente de Pernambuco ficou com saldo negativo de R$ 3 mil.

Conta emprestada

Os três acusados foram ouvidos em separado, sendo descoberto parcialmente o esquema criminoso. T. informou que, há cerca de uma semana, foi apresentada a K. por um homem que soube identificar apenas por E. Esses dois homens pediram para ela “emprestar” a sua conta-corrente, para que nela fossem transferidos valores. A mulher disse que ficou combinado de ela ganhar 10% das quantias repassadas, tendo aceito a proposta por passar por dificuldades econômicas. W. não participaria diretamente da fraude bancária, mas daria apoio logístico aos demais acusados com a sua moto, que foi apreendida. O titular da Delegacia de Praia Grande, autuou o trio em flagrante por estelionato e associação criminosa. As investigações prosseguem para identificar E. e outros envolvidos no golpe.

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Fonte: A Tribuna

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