Fraudes no Telegram usam dados de milhões de brasileiros para vender dados de cartões de crédito

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16/08/2019

Comunidades brasileiras no Telegram ligadas a fraudes chegam a reunir mais de 20 mil pessoas, numa espécie de “feira do rolo” gigante, quase uma dark web acessível a qualquer um. Um ambiente onde vendedores e compradores se escondem sob o anonimato oferecido pelo aplicativo de troca de mensagens e, sem a necessidade de conhecimento técnico avançado, negociam informações pessoais, como nome da mãe, endereço e data de nascimento (além do CPF), cadastros falsos e cartões de crédito de milhões de brasileiros, que geralmente não sabem que são vítimas de fraudes. Especialistas em cibersegurança, acadêmicos e até mesmo policiais experientes afirmam que, embora não exista anonimato absoluto na internet, há uma série de barreiras técnicas, jurídicas e logísticas que tornam quase inviável identificar e prender tantas pessoas envolvidas com crimes nesse tipo de aplicativo de mensagens. Eles ainda ressaltam que mesmo quem não acessa a internet ou faz compras virtuais está vulnerável a essas fraudes. Um exemplo disso é que uma das bases de dados vendidas pelos hackers são as informações contidas no CadSUS, onde estão informações como endereço, data de nascimento e telefone de todas as pessoas cadastradas no Serviço Único de Saúde nacional. Essas informações depois são usadas, por exemplo, na falsificação de cadastros em lojas virtuais e de cartões de crédito. Por causa de suas características, o Telegram acaba por facilitar ilegalidades que normalmente eram cometidas por meio de outras plataformas de comunicação, como IRC, ICQ, fóruns fechados, Orkut, Facebook e WhatsApp.

Como são esses grupos?

Qualquer pessoa munida de um chip de celular pode registrar uma conta no Telegram. Mas, diferentemente do que exige o WhatsApp, o uso desse aplicativo em um computador não depende de que, ao mesmo tempo, o chip esteja instalado em um celular conectado à internet. Isso, segundo especialistas, dificulta ainda mais a identificação do usuário.

O que é negociado nesses grupos?

“Alguém puxa o nome da mãe desse cara aqui e o RG dele pra mim na humildade”, pede um usuário em um dos grupos – em seguida ele oferece em troca cartões de crédito. “Pago 2 reais pra quem puxa CPF”, afirma outro. “Alguém salva consultando um CPF preciso apenas da data de nascimento”, pergunta um terceiro. Essas negociações e informações trocadas ou vendidas funcionam como se fossem peças de quebra-cabeças de fraudes em produção. Um cadastro falso, por exemplo, pode se valer de dados pessoais de terceiros coletados de alguma base de dados, como nome completo, nome da mãe, data de nascimento, endereços, números de telefone, números de documentos como RG e CPF. Fraudadores também fazem uma análise de crédito da vítima – se a vítima tem uma alta pontuação de bom pagador nas empresas de avaliação, o nome tende a chamar menos atenção ao golpe em curso.

Como minimizar os danos causados por esses ataques?

O especialista em segurança de dados e diretor de operações da Mandic Cloud Solutions, diz que o usuário pode tomar alguns cuidados para ao menos diminuir os danos no caso de ser atacado por hackers. “O primeiro ponto é o usuário não usar senhas fracas. O ideal são senhas com mais de 10 caracteres, com números, letras maiúsculas e caracteres especiais”, afirmou. Ele afirma que, além de uma senha mais complexa dar mais trabalho ao hacker, combinações diferentes para contas distintas evita acesso a outras caso uma delas se torne conhecida. Se a senha cadastrada num site de compras for a mesma do e-mail pessoal do usuário, por exemplo, o hacker poderá ter acesso a ambas – e, por consequência, a dados muito mais sensíveis e provavelmente a outras contas.

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Fonte: BBC

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Preso suspeito de integrar grupo que aplicou golpe de R$ 30 mil em idosos, em Fortaleza

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08/08/2019

Nesta quarta-feira (7), um homem foi preso suspeito de integrar um grupo criminoso que aplicava golpes por telefone em idosos, em Fortaleza. O prejuízo após a aplicação dos golpes em pelo menos três vítimas é estimado em cerca de R$ 30 mil. F.R.M.T., de 23 anos foi detido no Bairro Mondubim. Dois carros foram apreendidos e outros suspeitos são alvo de investigação pelo crime. O golpe era aplicado quando um dos homens entrava em contato com a vítima informando sobre compras de alto valor que teriam sido realizadas por meio de cartões de crédito. No momento em que a mulher falava que não reconhecia a compra, o suspeito solicitava que ela ligasse em outro telefone para efetuar o cancelamento do cartão. Quando a vítima fazia a ligação para o número fornecido pelo suposto atendente, ele pedia para que a senha do cartão fosse digitada. Logo após o procedimento, ele solicitava que o cartão fosse quebrado e informava que um funcionário do banco iria passar na casa da cliente para recolher o objeto. Horas depois de entregar os documentos, a mulher passava a receber mensagens de compras feitas com os cartões levados. Com as informações repassadas pela mulher, a Polícia Civil identificou o veículo usado pelo homem para ir até a casa da mulher e descobriu o endereço dele, onde foi detido. Ele foi autuado em flagrante por estelionato e associação criminosa.

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Fonte: Diário do Nordeste

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Trio suspeito de aplicar golpes em empresas de festas de BH é investigado pela polícia; duas pessoas estão presas

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07/08/2019

Um grupo suspeito de aplicar golpes contra empresas de aluguel de material para festas está sendo investigado pela Polícia Civil. Duas pessoas foram presas no início da semana, no bairro Nova Esperança, em Belo Horizonte. Um terceiro suspeito e os receptadores dos produtos são procurados. Durante a operação para prender os envolvidos nos golpes, um outro homem foi detido por tráfico de drogas. Conforme a delegada que investiga o caso os suspeitos M.C.F.V., de 44 anos, e L.P.F.D., de 38 e C.S.F.F., de 80, iam até imobiliárias com pretexto de alugar imóveis. Após apresentarem documentos falsos, pegavam as chaves, tiravam cópias e devolviam-nas para as corretoras. Logo em seguida, o trio buscava lojas de aluguel de material para festas, como mesas e cadeiras, e, também com documentos falsificados, davam endereços dos imóveis que tinham cópia das chaves para a entrega. Logo que recebiam a mercadoria os suspeitos fugiam com os produtos. No momento da prisão, M.C.F.V. também foi autuada em flagrante por uso de documento falso. Foram apreendidos um carro que era usado para transporte dos produtos, documentos, celulares e cartões bancários. O trio irá responder por associação criminosa e estelionato. As investigações prosseguem com objetivo de buscar os receptadores.

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Fonte: G1

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Grupo é preso por aplicar o ‘golpe da falsa recompensa’ no Sul do ES

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06/08/2019

Nessa segunda-feira (5), dois homens e uma mulher foram presos em flagrante, suspeitos de aplicarem golpes em pessoas idosas e deficientes físicos em saídas de casas lotéricas e agências bancárias no litoral Sul do Espírito Santo. A fraude é conhecida como “golpe da falsa recompensa”. O delegado responsável explicou que os homens ficavam dentro da agência bancária e, ao perceberem que uma pessoa idosa ou deficiente fazia um grande saque no caixa eletrônico, passavam a informação para as mulheres. “Elas iniciavam toda a encenação para enganar essas pessoas. Durante este ato que subtraem dinheiro, joias, cartões e documentos das vítimas”, explicou. Este tipo de crime era registrado desde 2017 em várias cidades do Espírito Santo. Durante investigações realizadas na 10ª Delegacia Regional de Anchieta com apoio do serviço reservado da 10º Companhia Independente da Polícia Militar, a polícia identificou três suspeitos. “Quando estávamos prestes a representar pela prisão deles, descobrimos novas vítimas em Vila Velha. Era um casal de idosos, que teve subtraída a quantia de R$1.450, referente ao valor da aposentadoria do mês. Imediatamente, iniciamos as buscas”, explicou o delegado. R.P.S.B.B., de 23 anos; H.C.S.Z., de 33; e M.A.S., 43, foram presos em flagrante.

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Fonte: G1

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Preso trio que aplicava o golpe da “saidinha de banco”; Idosos foram vítimas em Alfredo Chaves e Anchieta

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06/08/2019

Nesta terça-feira (6), foram presas três pessoas responsáveis por aplicar golpes em saídas de agências bancárias e lotéricas pela equipe da 10ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Anchieta (ES). O trio era integrante de uma associação criminosa e vitimava pessoas idosas ou com algum tipo de deficiência, aplicando golpes como o da falsa recompensa. Dois são moradores de Vila Velha (ES), enquanto o outro mora em Vitória (ES). O trio foi preso por conta de uma investigação, iniciada após o registro de um Boletim de Ocorrência (B.O.) em Alfredo Chaves (ES), em que o grupo aplicou uma fraude em uma idosa. De acordo com a Polícia Civil, com base nas imagens obtidas e no relato das vítimas, foi possível perceber a ação de dois homens e de duas mulheres.

O trabalho era feito em conjunto. A vítima realizava o saque bancário e, após o sinal de um dos integrantes, os demais iniciavam uma série de encenações para ludibriar a pessoa e facilitar o furto. Os homens ficavam no interior da agência e, ao perceberem que uma pessoa idosa ou deficiente realizava um saque de valor elevado no caixa eletrônico, passavam a informação para as mulheres que iniciam toda a fraude.

Os envolvidos foram autuados por estelionato contra idosos e associação criminosa e um dos suspeitos ainda foi autuado por falsidade ideológica. Isso porque no momento da abordagem, os policiais constataram que ele conseguiu registrar duas identidades no sistema de identificação.

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Fonte: FolhaOnline.es

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Três homens são presos após golpe quase dar prejuízo de R$ 18 mil em banco

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01/08/2019

Nesta quarta-feira (31), a Polícia Civil em Augustinópolis (TO) prendeu três pessoas suspeitas de aplicar um gole em uma agência bancária. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), o golpe estava dando um prejuízo de de quase R$ 18 mil. A Polícia Civil informou que os suspeitos tinham contratado um cartão de crédito com valor aproximado de R$ 18 mil e logo depois retiraram todo o saldo. Eles foram presos momento que tentavam sair do banco. Os suspeitos foram presos em flagrante pela Polícia Civil, com auxílio da Polícia Militar e vão responder por estelionato, uso de documentos falsos e associação criminosa.

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Fonte: G1

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Suspeitos de golpes em bancos usavam máquina para falsificar assinaturas em cheques, diz Polícia

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01/08/2019

Nesta quarta-feira (31), foram presas três pessoas pela Polícia Militar (PM) dentro de uma agência bancária em Teresina (PI), pois possuíam uma máquina utilizada para falsificar assinaturas em cheques, para então sacar o dinheiro no caixa, de acordo com a investigação do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (GRECO).

De acordo com o delegado responsável, dentro da agência os suspeitos conseguiam dados bancários de correntistas de Teresina. Depois, iam até um veículo estacionado ao lado do banco, onde estava a máquina que falsificava assinaturas. Com o cheque falso devidamente preenchido, voltavam para a agência, para sacar o dinheiro.  Os três suspeitos foram autuados por associação criminosa, uso de documento falso e estelionato.

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Fonte: G1

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