Mulher é suspeita de aplicar golpes com falsos consórcios em Bragança Paulista

Sem Comentários

05/04/2018

Ao menos dezesseis moradores de Bragança Paulista (SP) foram vítimas de golpes financeiros aplicados por uma mesma mulher de 28 anos. De acordo com as vítimas, ela vende falsos consórcios e desaparece após receber o pagamento dos interessados. O prejuízo das vítimas chega a quase R$ 1 milhão. Uma analista recebeu uma oferta de consórcio e, após depositar R$ 40 mil, notou que havia caído em algum golpe. “Quando eu caí na real que eu tinha levado o golpe, pesquisei sobre ele, e ela já era uma velha conhecida da justiça”, disse. Além de Bragança, há boletins de ocorrência contra a mulher em São Bernardo do Campo, Santo André e Campo Limpo Paulista. Os estados da Bahia e Minas Gerais também registraram casos. Na justiça, ela tem processos em andamento e condenações por estelionato e apropriação indébita (quando alguém deixa de entregar ou devolver algum bem ao dono). Um homem aceitou o convite para entrar em um grupo de consórcio de imóveis. Porém, quando percebeu a farsa, estava com um prejuízo de R$ 18 mil. “Brinca com o sonho da gente. Queira ou não era uma vontade de trocar de carro, você tenta fazer tudo certo dentro da lei, e vem pessoas da índole dela e se aproveita disso”, lamentou o autônomo. Segundo a Polícia Civil, ela foi vista pela última vez na semana passada em Belo Horizonte (MG). Após prestar depoimento na delegacia, a mulher denunciada por estelionato foi liberada. “Na hora em que a vítima tem conhecimento do golpe, a suspeita já não se encontra mais na cidade, ela já vai para outras cidades praticar o mesmo golpe. Não está previsto nas leis de prisões temporárias esse crime, o que torna dificultoso nosso trabalho de investigação”, declarou o delegado responsável pelo caso.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Presa em Olinda mulher que se passava por delegada para aplicar golpes

Sem Comentários

23/03/2018

Uma mulher, de 33 anos, foi presa em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, por se passar por delegada e por aplicar golpes de estelionato. De acordo com a polícia, ela fazia pedidos nas lojas de grifes e não pagava os boletos e ainda convidava pessoas para que elas deixassem os bens para que ela os revendesse e não reavia o valor do produto. O caso foi denunciado por mais de 50 pessoas de todo o estado, motivando vários processos, queixas e inquéritos policiais na Região Metropolitana do Recife e em cidades do Agreste, como Caruaru. Com ela foram apreendidos cerca de R$ 200 mil em produtos, como óculos Dior, bolsa Givenchy, relógio Technos e lingerie. Conforme o delegado responsável, que apresentou o caso nesta sexta-feira, as vítimas também fizeram empréstimos, perderam bens e muitas estão até com problemas de saúde após ficarem endividadas.  Uma delas somou um prejuízo de R$ 4 mil. A suspeita  foi encaminhada para a Colônia Penal Feminina e vai responder pelos crimes de estelionato, furto e apropriação indébita.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Diário de Pernambuco

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Estelionatários são presos no DF por vender imóveis que não eram deles

Sem Comentários

27/09/2017

Após seis meses de investigações, a Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta terça-feira (26), dois homens acusados de estelionato, associação criminosa e apropriação indébita. Um dos principais golpes aplicados pela dupla era a venda de imóveis que não pertenciam a eles. As fraudes causaram prejuízo estimado em R$ 4 milhões. Com um contrato de cessão de direitos ou procuração, os criminosos vendiam os bens e, somente após a finalização das negociações, é que os compradores descobriam tratar-se de um golpe. “Dezenas de pessoas foram vítimas desses criminosos”, destaca o delegado-chefe da 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina). As detenções ocorreram em cumprimento a mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Durante a operação, batizada de Gárano (nome dado ao ladrão dos bois de Hércules), os agentes apreenderam vários documentos, além de uma pistola, calibre .380. Os autores, que já respondem a 20 ações cíveis, estão presos à disposição da Justiça.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Metrópoles

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Mais de 15 pessoas denunciam corretores de veículos por estelionato em Teresina

Sem Comentários

03/05/2017

Pelo menos 16 pessoas registraram um boletim de ocorrência no 7º Distrito Policial em Teresina, contra uma quadrilha suspeita de estelionato e apropriação indébita de carros. As vítimas relataram que repassaram seus veículos para pessoas que supostamente trabalhavam como corretores, no entanto, após receberam os bens, os membros da quadrilha se apropriavam dos carros, e depois diziam que não iriam devolvê-los e ainda ameaçavam as vítimas. O caso está sendo investigado e conforme o delegado responsável, um inquérito será aberto para a investigação. “Na maior parte dos casos se caracteriza por apropriação indébita. Em outros, foi praticado estelionato. O código penal prevê a pena de 1 a 4 anos para o crime de apropriação indébita”, disse. Uma mulher apontada como suspeita de participar da quadrilha compareceu ao 7° distrito, porém, ao ver a imprensa no local, retirou-se. O delegado vai intimá-la novamente para que seja ouvida. Uma doméstica contou que seu marido fez negócio com os suspeitos em maio do ano passado. Ela afirmou que o marido vendeu o carro por R$ 5 mil, o acordo foi feito, mas os estelionatários não cumpriram. Ela já registrou boletim no 7° DP e hoje foi depor juntamente com as outras vítimas. “Foi paga uma parte de forma parcelada, mas ainda restam mais de mil reais”, revelou. Outra vítima contou que fazia regularmente negócios com o suposto corretor, mas na última negociação, em dezembro, segundo ela, eles pegaram seu carro para revender, porém, passou a não atender mais as ligações, fecham o estabelecimento cedo e o horário de trabalho é constantemente mudado. “Eles têm um local de atendimento na Avenida Centenário mas está sempre fechado. Eu confiei porque não tive problemas anteriormente, mas agora eles levaram meu carro e não tenho como reaver”, disse um representante comercial.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Empresário de Portugal é preso em João Pessoa suspeito de fraude de R$ 80 mil

Sem Comentários

18/04/2017

Nesta terça-feira (18) em João Pessoa (PB), um empresário de Portugal foi preso por fraude de R$ 80 mil em um contrato de aluguel. O português alugou um imóvel de um construtor – também português – por R$ 120 mil, o pagamento foi combinado, sendo uma parte em cheques e a outra em dinheiro. Pagou durante os oito primeiros meses o total de R$ 40 mil, depois sustou todos os cheques e não avisou ao locatário. O proprietário tentou negociar mas não teve sucesso. Quando o construtor foi ao seu imóvel percebeu que ele estava aberto e tinha um caminhão na frente. O português estava saindo com todos os equipamentos do imóvel alugado, onde funcionava um restaurante na rua Maria Loureiro França, no bairro Cabo Branco, quando o proprietário chamou a polícia. Segundo o delegado da Delegacia de Falsificações e Defraudações, o homem foi preso e será autuado por apropriação indébita e estelionato.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Após denúncia, passageira é detida em abordagem da PRF em Leopoldina

Sem Comentários

20/01/2017

Na manhã desta sexta-feira (20), uma idosa de 71 anos foi detida após abordagem no Posto da Polícia Rodoviária Federal de Leopoldina, na BR-116, km 768. Segundo as primeiras informações, há um mandado de prisão por apropriação indébita e documento falso contra a advogada que seria de Juiz de Fora. A PRF recebeu informações de que a idosa estaria em um ônibus de turismo que saiu de Vassouras (RJ) com destino a Porto Seguro (BA) e realizou a abordagem. A mulher e o acompanhante desembarcaram e tiveram as bagagens retiradas do ônibus, que foi liberado para seguir viagem. Após depoimento no posto da PRF, todos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil em Leopoldina.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

População faz fila em delegacia para denunciar suposta fraude bancária

Sem Comentários

23/09/2016

Desde a segunda-feira (19), a Delegacia de Ponte dos Carvalhos, no Grande Recife, registra longas filas de pessoas interessadas em denunciar uma possível fraude praticada por uma agência de correspondência bancária. Só nesta sexta-feira (23), foram mais de 30 reclamações. Conforme o delegado, a suspeita é de que o posto tenha desviado os pagamentos. O primeiro relato ocorreu no dia 12 deste mês. Os valores dos boletos variam de R$ 1 mil a R$ 10 mil. Uma pensionista notou algo errado quando realizava um pagamento no dia 20 de setembro. “Eu paguei o cartão no dia 16 e tentei fazer uma compra no dia 20, mas não liberaram, estava bloqueado. Eu e meu filho pensamos que não era nada. Achamos que podia ser por causa do atraso de alguns dias. A verdade é que a gente pagou e o dinheiro foi desviado”, lamentou. Visitada pela polícia, a agência está de portas fechadas. Na porta, há uma placa com a palavra ‘greve’. O proprietário não foi localizado. O delegado disse que não faz ideia de quantas pessoas já passaram pela delegacia nos últimos dias. Ao contrário do que foi repassado pelo titular de Ponte dos Carvalhos, o delegado de repressão ao estelionato negou que o caso tenha sido encaminhado para o Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri). Porém, informou que assumirá as investigações, caso haja alguma dificuldade por parte do outro delegado. “Só pegarei esse caso se houver alguma dificuldade para investigar. Se for por causa da grande quantidade de vítimas ou dos valores altos. É atribuição dele ouvir, juntar os boletos e tentar localizar o dono do posto de correspondente bancário”. Mesmo não estando por dentro da queixa, ele comentou, com base em sua experiência, o que deverá ser feito nos próximos dias. “Tudo vai depender de como esse dinheiro foi desviado. Se foi o dono ou um funcionário”. Caso seja comprovado que foi o dono o responsável pelo crime, ele responderá por estelionato. Já se for o funcionário, será aberto inquérito por apropriação indevida. Caso tenham sido entregue falsos comprovantes de pagamento, eles ainda responderão por falsidade material.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Anterior