Mais de 10 mil pessoas foram vítimas de estelionato este ano

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09/07/2017

Nos primeiros cinco meses deste ano, o crime de estelionato já possui 10.115 registros na Polícia Civil. O número é quase o total dos casos de 2003 — estatística mais antiga disponível no site do Instituto de Segurança Pública. Naquele ano houve 10.715 casos. Os golpes, embora conhecidos, continuam lesando a população: pagamento por falso sequestro, roubo de senha de cartões, comprovante de depósito de banco com envelope vazio são a maioria dos casos. Em Bonsucesso, por exemplo, há um inquérito que já identificou um homem que pediu dinheiro a quatro pessoas em troca de antecipação na senha em programas habitacional. “Ele pede uma quantia em dinheiro para a pessoa passar na frente de outras no recebimento de casas. Após receber o dinheiro, some”, disse um delegado. “Não acredite em facilidades, vantagens desmentidas. Você está prestes a cair em um golpe”, aconselha. O aumento do número de crimes de estelionato pela internet aumentou tanto que fez a DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática) criar uma resolução para redirecionar as vítimas a outras delegacias. “Estamos concentrando só os crimes mais complexos”, afirma a delegada da DRCI. Foi o caso de uma fã que pediu para não ser identificada. No último dia 29 ela comprou dois ingressos falsos para o show da Ariana Grande, realizado na HSBC Arena. “Uma menina avisou no Facebook que tinha duas meias. Continuamos a conversa através de WhatsApp. Ela disse que o namorado iria me entregar os dois ingressos no Centro do Rio. Encontrei com ele na Uruguaiana e dei R$ 670 pelos tickets”, contou. Ao chegar no dia do show, a cliente não conseguiu passar pela roleta. “Um funcionário me disse que cerca de outras 20 pessoas estavam com o mesmo ingresso que tinha o mesmo nome ‘Tainá’ e CPF digitados. Depois, eu acabei sabendo que o CPF era falso. A mesma pessoa vendeu para várias”, disse. Ao procurar a DRCI, a vítima foi orientada a ir para uma delegacia de bairro. “Quando o depósito exigido é online, percebemos que as contas são de outros estados, o que nos impossibilita de continuar o inquérito”, diz a delegada. Segundo ela, na DRCI o crime de estelionato representa, junto com os crimes contra a honra, 70% dos registros. “Temos cerca de 4 mil inquéritos em andamento. A cada dez pessoas que procuram a DRCI, quatro foram vítimas de golpes”, afirma.

PRINCIPAIS GOLPES ATUALMENTE

1. Golpe ‘Bênção tia ou vó’

Se passando por sobrinho ou parente, o criminoso liga e diz que o carro está quebrado, necessitando de dinheiro para o guincho. A vítima realiza o depósito e perde o dinheiro.

2. Envelope Vazio

O criminoso faz o depósito em um envelope vazio no banco e envia para a pessoa o comprovante como se fosse um pagamento. Sem conferir, a vítima entrega a encomenda.

3. Créditos celular

É também comum a prática de presidiários: o criminoso envia uma mensagem de texto dizendo que a pessoa acabou de ganhar um prêmio. Porém, deve fazer antes uma recarga de celular para ter acesso ao que acaba de ganhar. A tática do falso sequestro também é usada para recarga de créditos de telefone. Constantemente há vítimas.

4. Falso sequestro

Golpe antigo, mas tratado como extorsão e não estelionato. O autor do golpe liga aleatoriamente para telefones de vítimas e diz que está com o filho(a) e exige dinheiro para o resgate.

5. Facilitador de programas de casa habitacionais do governo

Golpista pede uma quantia em dinheiro para a pessoa passar a frente de outras no recebimento de casas de programas habitacionais.

6. Compra e venda

Objetos são vendidos em sites de anúncios. Após o dinheiro ser depositado, não há a entrega.

7. Pecúlio

A vítima recebe uma carta de uma vara cível com a notícia que tem um valor alto a receber como pecúlio. No entanto, deve pagar antes as custa do processo.

8. Bilhete premiado

Golpe antigo, mas ainda realizado. O criminoso faz um jogo na lotérica com números de uma sequência já sorteada. O estelionatário, então, aborda uma pessoa e diz que está com a ficha suja, o que o impede de sacar o dinheiro. Ele propõe, então, que a pessoa lhe entregue uma quantia em troca do bilhete vencedor.

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Fonte: Midia News

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Polícia distribui panfleto para alertar sobre golpes mais comuns aplicados no RJ

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16/05/2017

Devido aos vários casos de golpes terem sido registrados na 13ª DP (Ipanema), na Zona Sul do Rio de Janeiro, a equipe da delegada da unidade listou os principais casos com maior incidência, para alertar a população sobre os golpes. Segundo ela, os golpes mais comuns são chamados de ‘Golpe do Motoboy’, ‘Bilhete Premiado’, ‘Golpes do Título Valorizado’ e ‘Troca do Cartão do Banco 24 horas’. Na maior parte dos casos, a ingenuidade e a ambição das vítimas são as principais causas dos golpes. No entanto, crescem os crimes em que a pessoa sequer imagina que foi vítima de um estelionatário. A delegada explica que a principal arma para um estelionato é o poder de convencimento. “Crime de estelionato é um crime sem violência, sem grave ameaça, de pena branda e de ganho expressivos. A arma do estelionato é o poder do convencimento. É você convencer a vítima a entregar o bem. É assim que eles agem”, diz a delegada. Um panfleto informativo, divulgado pela polícia, mostra quais são os principais golpes e como eles são aplicados na região.

 O Golpe do Bilhete Premiado é considerado um antigo golpe mas que ainda é muito usado. Normalmente ele é praticado por dois indivíduos. O primeiro aborda a vítima fingindo ser uma pessoa humilde e com dificuldades para ler. Ele pede informações sobre banco ou endereço e possui um bilhete de loteria. Durante a conversa, o comparsa chega, bem vestido e com boa comunicação. Ele oferece ajuda e descobre que o bilhete está premiado e vale muito dinheiro. O comparsa (pessoa humilde), conta que não sabe como resgatar este dinheiro e propõe dividir o prêmio caso receba ajuda. O comparsa ” bem vestido” aceita o trato, apresenta uma quantia em dinheiro e convence a vítima de que é um bom negócio para que ela também coloque sua parte. Após receber, os criminosos fogem.

Golpe do Motoboy é considerado o mais atual. O criminoso induz a vítima a entregar seu cartão para um motoboy, dizendo ser do banco. O estelionatário fala sobre uma compra ou saque efetuado com o cartão dizendo o valor e a loja. Diante da negativa pede para confirmar se não perdeu o cartão e afirma que ele foi clonado. Ele solicita digitar a senha do cartão para iniciar o procedimento de bloqueio e diz que vai mandar um motoboy pegar o cartão. Para dar mais credibilidade, o criminoso diz que deve cortar ou quebrar o cartão e entregar junto com uma carta de próprio punho afirmando não ter feito a compra. De posse do cartão e da senha o criminoso faz compras até acabar o limite.

Golpe do Título Valorizado os estelionatários usam nomes de empresas conhecidas do ramo. Eles ligam oferecendo grande lucro sobre títulos de empresas extintas. Alegam ser funcionários de instituições públicas ou privadas interessados em comprar ou vender títulos antigos. Eles informam que a pessoa tem direito a algum valor e fornecem números de telefone para entrar em contato. Em alguns casos, alugam salas para receber as vítimas e explicam que é necessário quitar débitos de impostos para ter direito ao pagamento. Fazem depósitos na conta da vítima com cheques sem fundos ou com envelopes vazios no caixa eletrônico para ganhar tempo e conseguir mais dinheiro. O valor depositado por eles é estornado pelo banco e a vítima fica sem nada.

No ‘Golpe da Troca do Cartão no Banco 24 horas’ o estelionatário cria um obstáculo para depois oferecer ajuda. Em muitos casos esse obstáculo é fictício. Os criminosos tentam fazê-lo pensar que prendeu o cartão, o dinheiro ou que a máquina tem problema, enquanto um mostra-se solícito e lhe pede para repetir a transação, o comparsa fica do lado e decora sua senha. Ele ajuda a retirar o seu cartão, troca por outro e lhe devolve. De posse da senha fazem saques e empréstimos na conta da vítima.

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Fonte: G1

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Detran alerta sobre informação referente a boletos falsos do DUA

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05/02/2017

Um alerta foi emitido pelo Detran Sergipe a proprietários de veículos sobre uma mensagem que está circulando nas mídias sociais que informa que o Documento Único de Arrecadação (DUA), que está chegando às residências é falso por não possuir o código 047, referente a um banco. Segundo o Detran, a mensagem está equivocada. No caso de DUA, que é pago somente neste banco, não é necessário ter o código que corresponde ao mesmo. O Detran informou também que somente quando a pessoa imprime a ficha de compensação através do site do órgão, que pode ser paga em outros bancos, é que se torna necessário estar especificado o código 047 para que o pagamento seja direcionado ao banco responsável. Em caso de dúvidas sobre o Documento Único de Arrecadação – DUA – que está sendo enviado para as residências, os proprietários de veículos podem acessar o site do Detran/SE (www.detran.se.gov.br) para conferir os dados do boleto na opção “SERVIÇOS DE VEÍCULOS” > “CONSULTAS DO DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO DE LICENCIAMENTO ENVIADO PARA AS RESIDÊNCIAS”.

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Fonte: G1

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Cresce número de idosos com alto risco de sofrer fraude no país, revela estudo

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26/01/2017

O percentual de idosos com chance de ser vítima de fraudes no país cresceu de 36,5%, no primeiro semestre de 2014, para 43,6%, no mesmo período de 2016. Dentro dessa faixa etária, o sexo masculino representa a maioria (71,6%) de vítimas em potencial, e o principal golpe cometido é o roubo de identidade para firmar negócios ou obter crédito. Um grupo de pessoas com alta propensão a ser vítima de fraude foi usado como base, conforme o banco de dados da instituição. Os dados mostram que o público entre 25 e 59 anos é o principal alvo (49,9%), à frente, inclusive, dos idosos (43,3%). No entanto, foi entre as pessoas acima de 60 anos que a prática desse tipo de crime mais cresceu. Em terceiro lugar como vítima de fraudadores está o grupo que reúne jovens de até 24 anos (4,9%). Para um especialista em prevenção a fraudes, o aumento dos crimes contra idosos se explica pelo fato de que esse é um público que tem mais dificuldade em realizar operações bancárias e se adaptar ao uso da tecnologia empregada em caixas eletrônicos. Para evitar cair em fraudes, o especialista alerta que é importante nunca perder de vista documentos, cartão de crédito e folhas de cheque e recomenda que, ao sair na rua, a pessoa leve apenas documentos necessários. Outro cuidado importante é não repassar informações sobre documentos e dados pessoas por telefone, mesmo que o atendente tenha alguns dados reais da pessoa. Em casos envolvendo chamadas por telefone, a recomendação é buscar um telefone oficial da empresa e retornar a ligação.

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Fonte: Agência Brasil

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Detran faz alerta sobre e-mails falsos com aviso de multas de trânsito

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01/11/2016

Uma nota foi divulgada esta semana pelo Detran-RJ, alertando que não envia por e-mail informação alguma sobre multas. O aviso foi publicado depois de motoristas terem recebido grande quantidade de mensagens eletrônicas falsas sobre supostas pontuações em infrações de trânsito. Muitas delas têm sido mandadas inclusive com boletos, utilizando o logotipo do Detran de maneira mal intencionada, mas que em hipótese alguma devem ser pagos, adverte o órgão. Conforme o departamento, informações sobre multas, defesa de processos de infrações ou suspensão e cassação da carteira de motoristas são comunicados exclusivamente em publicações no Diário Oficial do Estado e por meio de correspondências mandadas pelos Correios. Os usuários do órgão só recebem por e-mail notificações do serviço “Detran e Você”, pelo qual o cliente é informado sobre prazos para vistoria de veículo, data de vencimento da Carteira Nacional de Habilitação e da identidade (RG), além de alertas para a entrega de ambos os documentos. Mesmo assim, essas mensagens só são enviadas para quem se cadastrar no sistema e solicitar o envio dos dados. Para reforçar a segurança em relação a notificações enviadas pelos Correios, o Detran alertou ainda que é recomendável que os usuários verifiquem o número do processo informado no site do departamento (www.detran.rj.gov.br).

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Fonte: O Globo

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Conheça as cinco fraudes mais populares aplicadas em canais digitais

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15/09/2016

O aumento no uso de canais digitais, além de atrair mais usuários, atraiu também cibercriminosos interessados em usar esses meios para aplicar ataques. “Aplicações, redes sociais e anúncios em motores de busca são canais favoritos dos  estelionatários”, afirma o líder de uma empresa de segurança de dados. O especialista afirma que, para cibercriminosos, é mais fácil induzir vítimas a divulgar informação sensível do que hackear nomes de usuários e senhas. “Essa é a razão principal porque fraudes por meio das redes sociais, aplicações móveis e anúncios em sites de busca estão aumentando”, observa. Nesta era de transformação digital, cada instituição pode se converter facilmente em alvo da engenharia social, conduzindo a uma perigosa propagação viral da desinformação. Confira abaixo as cinco fraudes mais populares as quais têm surgido em diversos canais on-line e recomendações para evitá-las da melhor maneira possível.

1. Contas substituídas no Facebook

Esta fraude consiste em disponibilizar tickets aéreos a um custo muito baixo. Um estelionatário oferece tickets na primeira classe e dinheiro, usando um perfil do Facebook. Cibercriminosos também imitam perfis nas redes sociais de conhecidas linhas aéreas.

2. Falsas promoções nas redes sociais

Falsas promoções convidam usuários das redes sociais a aproveitar ofertas e descontos. As imagens e informação são muito similares ao perfil original, induzindo usuários a entregar dados sensíveis. Inclusive, há atualizações motivando pessoas a comprar a um preço especial, mas depois de clicar no link são dirigidos imediatamente a um site de phishing. 

3. Sequestro de contas do Twitter

O Facebook não é a única rede social em que empresas devem se atentar. O Twitter é uma importante fonte de informação para muitos consumidores. Já que a plataforma é especializada em oferecer informação rápida, organizações devem agir na mesma velocidade, a fim de combater abuso e evitar que a desinformação sobre uma empresa não se propague.

4. Ataques por meio de anúncios de motores de busca

Cibercriminosos também estão usando Google AdWords para enganar pessoas. Ao clicar em um link de phishing que aparece no início dos resultados de busca do Google, usuários são enganados e levados a um site falso, o qual solicita informações sensíveis. Como o Google não pede que compradores de anúncios demonstrem que pertencem à empresa, qualquer pessoa pode criar uma propaganda usando qualquer marca. Essa prática também se aplica ao Bing, AOL e Yahoo. As organizações que são vítimas desses ataques podem perder lucro, tráfego no site e a lealdade de clientes.

5. Aumento de aplicações falsas

Mais de 1,8 milhão de aplicações falsas do Android são baixadas a cada ano. As lojas App Store e Google Play implementam restritos protocolos de segurança a fim de garantir que só aplicações legítimas estejam disponíveis para usuários. Lojas terceiras ou não autorizadas, porém, não seguem as mesmas políticas de segurança – isso significa que as aplicações disponíveis nesses locais apresentam maior risco e podem expor usuários à fraudes.

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Fonte: IT FORUM 365

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Detran alerta sobre golpes da carteira de habilitação falsa no PR

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18/08/2016

Um alerta foi dado pelo Detran do Paraná aos candidatos à primeira habilitação, que buscam supostos facilitadores para obter a CNH. Os anúncios de venda de documentos, encontrados em sites e redes sociais, escondem golpes praticados por estelionatários, que exigem pagamentos antecipados para a emissão da carteira sem autenticidade e que, na maioria das vezes, sequer é entregue. Os golpistas oferecem um caminho mais curto a a habilitação, sem passar pelos exames obrigatórios. Para isso, usam o nome do Detran e até de parceiros para aplicar a fraude. Em troca, exigem pagamentos por depósito bancário ou boleto, antes de entregar o suposto documento, e nunca marcam encontros presenciais. Além do dinheiro, os estelionatários pedem o envio de números de documentos, assinaturas e até as digitais do candidato. Ao fornecer essas informações, ele fica sujeito a outros tipos de golpes, principalmente relacionados à aprovação de crédito e financiamentos. “O Detran investe continuamente em tecnologia e em segurança. Existe um rigoroso controle de verificação biométrica e de fotos para evitar qualquer tipo de fraude”, lembra o diretor-geral do Detran. “Além disso, não há inclusão desse candidato no sistema de habilitação. Nos casos em que ele recebe um documento falso, ele tem um papel sem validade alguma e ao ser parado em uma blitz, por exemplo, responderá criminalmente pela fraude.” Para evitar o problema, o diretor pede que os candidatos denunciem os golpistas. “Para fazer a denúncia, o cidadão não precisa se identificar, basta procurar pelos canais de atendimento e anexar as provas. Além disso, quando o condutor perde a CNH original é importante que ele registre um boletim de ocorrência para que a delegacia tenha conhecimento do extravio do documento”, explica. “Outro pedido é a para as empresas de concessão de crédito, que podem analisar de forma mais rigorosa os documentos e ajudar a identificar aqueles que são contraditórios e falsificados”, completa ele.

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Fonte: Ilustrado

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