Suspeito de chefiar esquema de estelionato é preso em Manaus

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20/02/2017

Um homem de 37 anos, foi preso nesta quinta-feira (17), suspeito de chefiar um esquema de estelionato, em Manaus. O suspeito foi preso após seis meses de investigação da Polícia Civil. Durante o período, duas mulheres foram presas suspeitas de se passarem por pensionistas para receber benefícios de uma empresa particular. O suspeito estava sendo investigado desde setembro de 2016, após a prisão de uma mulher de 43 anos. Ele foi preso em cumprimento de mandado de prisão preventiva por estelionato, falsificação de documento público e particular, falsidade ideológica e associação criminosa. A prisão ocorreu na casa do suspeito. O delegado do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), explicou o caso. “Ano passado descobrimos que durante muitos anos a mulher recebia pensão de R$ 4.727,19. Após o fato continuamos investigando outras vertentes do caso e na quarta-feira (15) prendemos outra mulher, de 40 anos”, disse. Segundo o delegado, a mulher também se passou por pensionista da mesma empresa para obter empréstimos, que totalizam mais de R$ 100 mil junto a bancos na capital. “Em posse dela encontramos material probatório, como cartão bancário, Registro Geral (RG) e contracheques em nome da vítima”, completou o delegado. A mulher presa na quarta (15) confessou, em depoimento, que foi recrutada em um site de compras e vendas por dois homens. Ela contou que a dupla deu a ela uma certidão de nascimento, contracheque e dados da pensionista. A partir das informações, ela teria conseguindo um RG falso para poder abrir conta em bancos e fazer a lavagem do dinheiro obtido de forma ilícita. A partir do depoimento da mulher os policiais civis chegaram até o suspeito, que já responde na Justiça Federal e Estadual por estelionato. O suspeito possui, ainda, dois RGs e dois Cadastros de Pessoas Físicas (CPFs). Após os procedimentos cabíveis realizados no 24º DIP, o homem será encaminhado ao Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), onde irá permanecer à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

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