PF faz operação contra falsários que se passavam por delegados para aplicar golpes

Sem Comentários

03/10/2017

Foi realizada, na manhã desta terça-feira (03), pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF), a segunda fase da Operação “Impostura”, que investiga a aplicação de golpes por falsários que se apresentavam como delegados da Polícia Federal. Foram cumpridos um mandado de condução coercitiva e um de busca e apreensão. H.Bitencourt, H.Lacerda, A.Cury e G.A.Hoffmann são alguns dos pseudônimos usados pelos criminosos que também se passavam por auditores fiscais e procuradores da República. Segundo a PF, a fraude rendeu ao grupo mais de R$ 1 milhão em contribuições para falsas revistas. A investigação iniciada em 2015, já havia comprovado o “recebimento de vantagens indevidas por pessoas que se passavam por auditores da Receita Federal, a fim de obterem patrocínios de empresários para suposta publicação de revista ligada ao órgão”. O principal articulador do esquema, à época, foi preso, processado e condenado a 8 anos de prisão. Apesar da prisão, o grupo criminoso se reestruturou e permaneceu aplicando o mesmo tipo de golpe: solicitação de valores para publicação de revistas vinculadas à Receita Federal, MPF e Polícia Federal. Ainda segundo a PF, alguns empresários, vítimas do golpe, confirmaram ter recebido diversas e insistentes ligações telefônicas de um suposto delegado federal para que contribuíssem com a revista denominada “O Federal em Atividade”. Além das ligações telefônicas, os criminosos encaminhavam e-mail com pedidos de contribuições diretamente aos empresários para participação em projetos e patrocínio em anúncios. Os investigados tiveram todos os bens bloqueados e responderão pelos crimes de estelionato, falsa identidade e uso indevido de sinal público.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Comentários

*