Mulher quase cai no mesmo golpe 2 vezes e homem é preso

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09/03/2018

Por pouco, uma idosa de 72 anos, não cai pela segunda vez no mesmo golpe. A irmã da vítima percebeu a reincidência do “golpe do cartão” e chamou a Polícia Militar (PM), na última quarta-feira (07) à tarde, em Bauru (SP). A irmã da mulher, uma comerciante de 59 anos, notou que a idosa caiu em golpe idêntico do ano anterior, quando perdeu aproximadamente R$ 9 mil, ao entregar o cartão bancário e a senha a um homem que se passava por funcionário do banco no qual possuía conta. Porém, desta vez, o caso não teve um desfecho tão negativo para a idosa. Ao serem chamados, os policiais ficaram escondidos nas imediações da casa da vítima, até a chegada do suspeito, posteriormente identificado como H.V.T.S., de 22 anos. O estelionatário vinha na garupa de uma moto, com placa de Bauru, cujo condutor alegou desconhecer que participava de um golpe e que apenas prestava o serviço de mototáxi. O motociclista disse, ainda, que limpava a chácara na qual o suspeito e outras pessoas estavam hospedados. Questionado pela polícia, H.V.T.S. confessou que aplicava o golpe e recebia R$ 150 por dia para buscar os cartões das vítimas. Inclusive, ele admitiu que, momentos antes do flagrante, conseguiu obter o documento bancário de outra idosa, de 65 anos, moradora da Vila Seabra.

Outra vítima

Então, a PM se dirigiu até a residência da aposentada e confirmou a história. Orientada a conferir o extrato bancário, a idosa constatou que tinham sacado R$ 1,6 mil de sua conta, além do fato do cartão de crédito também ter sido utilizado. Em seguida, a polícia foi até a chácara locada pelo grupo, porém, não encontrou mais ninguém. Procurado, o proprietário do imóvel apresentou o contrato de locação, no nome de N.A.S., de 24 anos, e informou que esta era a segunda vez que concedia o espaço a essas pessoas. Pelas redes sociais, tanto o mototaxista quanto o dono da chácara reconheceram as fotos dos outros dois integrantes do bando. H.V.T.S. foi preso em flagrante acusado de estelionato e associação criminosa. De acordo com o delegado responsável pelo caso, há pelo menos 20 BOs registrados com a mesma maneira de agir da quadrilha.

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Fonte: JCNET

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