Golpes virtuais são os que mais preocupam no fim de ano em Curitiba

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16/12/2018

Atualmente, os golpes mais comuns são os virtuais, como o do aluguel falso de temporada, e aqueles aplicados em compras feitas em sites como OLX e Mercado Livre. Segundo o delegado-ajunto da Delegacia de Estelionato de Curitiba, desde o início de dezembro, os boletins de ocorrência sobre esses crimes já aumentaram. Somente na semana passada foram quatro registros de vítimas de aluguel falso de temporada. No golpe do aluguel, após ver fotos do imóvel, geralmente nas praias do Paraná e Santa Catarina, o locatário deposita o dinheiro combinado na conta indicada e só depois percebe que não há imóvel e que as fotos são falsificadas. Para não cair nessa cilada, alerta o delegado, o locatário precisa verificar de que localidade é a conta bancária para depósito. “Pode conseguir isso no Google, se a conta não for da mesma cidade onde a casa está sendo alugada já desconfie”, diz. Ele lembra que os casos registrados em Curitiba são todos sobre sites de venda em geral, não há queixas de sites especializados.

 No caso das compras online, há vítimas de todos os lados da negociação. Há quem venda o produto e envie, mas não recebe o dinheiro; e há quem compre, pague e não receba o produto. “Eles usam muito os falsos cheques que demoram para compensar e geram um comprovante de depósito que não é seguro. O ideal é sempre verificar se o dinheiro realmente caiu na conta”, diz o delegado. A regra básica para não ser vítima de crime de estelionato é desconfiar sempre quando a proposta ou o preço são muito convidativos. “Quando é tudo muito fácil, já dá para desconfiar”, alerta ele.

 Cibercriminosos se escondem em e-mails e no WhatsApp

Os cibercriminosos também aproveitam a correria de fim de ano para tentar capturar dados pessoais e financeiros dos incautos. “É o chamado phishing, golpe online cuja principal ferramenta de propagação é o e-mail, mas que encontrou campo vasto para procriar no WhatsApp e, mais recentemente, nas redes sociais. Ele consiste em fazer o consumidor acreditar em uma oferta super atrativa ou em uma mensagem importante de um conhecido player de mercado (geralmente um grande varejista ou instituição bancária). Basta ao destinatário clicar em um dos falsos links para que seus dados fiquem expostos”, explica o diretor de Riscos Corporativos e Compliance do PayPal Brasil.

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Fonte: Bem Paraná

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

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