Empresário de Viçosa quase perde mais de R$ 43 mil em golpe

Sem Comentários

08/08/2017

Por pouco um empresário de Viçosa (MG) não se tornou uma vítima do golpe conhecido como ‘golpe de estorno de depósito’. Se tivesse caído na conversa do estelionatário, o empresário teria perdido mais de R$ 43 mil. Na última quinta-feira (03) um homem telefonou para a empresa onde a quase vítima é proprietário e pediu que uma das funcionárias informasse a conta bancária. A conta seria usada para realizar um pagamento de um dos serviços da companhia prestado a uma cliente. Com as informações da conta em mãos, o estelionatário realizou um depósito no valor de R$ 43.762,00 no dia seguinte, sexta-feira (04). O empresário informou que quando o golpista fez o contato não informou o valor que seria depositado. Horas depois de ter feito o depósito, o estelionatário entrou novamente em contato com a empresa e disse que havia feito o depósito incorretamente. Ele também enviou um comprovante de depósito fraudulento para tentar mostrar que se tratava de um caso verdadeiro. O golpista pediu, então, o estorno do valor depositado. Desconfiado da conversa do golpista, o empresário pesquisou na internet casos semelhantes e percebeu que estaria diante do golpe do estorno de depósito. Dessa forma, a “quase vítima” ligou para a Polícia Federal (PF), que informou se tratar possivelmente de um golpe. Como o caso envolvia um banco que não era federal, a PF orientou o empresário a procurar a Polícia Militar (PM) ou a Polícia Civil regional. O empresário tentou ligar diversas vezes para o 190 da PM ao longo da sexta-feira, mas não obteve êxito. Diante da situação, decidiu entrar em contato com o gerente do banco. Por sua vez, o gerente disse ao cliente que a situação se assemelhava a uma fraude e orientou não realizar o estorno. O gerente explicou ainda que o golpe de estorno acontece da seguinte forma: o estelionatário informa para a vítima a realização do depósito. Entretanto, esse depósito é feito com um envelope vazio ou com um cheque inválido, ou seja, a quantia depositada, na verdade, é inexistente. Quando o estelionatário consegue convencer a vítima a fazer o estorno do valor depositado, o sucesso para o golpista é certeiro. A vítima perde o valor, uma vez que ela não será reembolsada após as 24 horas do depósito, e o criminoso leva a quantia. Ciente das orientações, o empresário aguardou as 24 horas da realização do depósito para ter certeza que o valor até então bloqueado na conta da empresa seria de fato excluído. O proprietário da empresa não chegou a fazer registro de ocorrência na polícia. A Assessoria de Comunicação da Polícia Civil de Minas Gerais informou que em 2016 e 2017 não houve registro em Viçosa de ocorrências semelhantes ao caso apresentado neste texto.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Opção News

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Comentários

*