Homem é preso ao comprar Smartphones com documento falso e cartão clonado

Sem Comentários

30/10/2019

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, em flagrante, um homem que usou documento falso e cartão de crédito clonado para comprar smartphones em uma loja do ParkShopping, no Guará. O valor das fraudes chegou a quase R$ 16 mil. A ação, deflagrada a partir de uma denúncia, foi realizada por policiais da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, à Ordem Tributária e a Fraudes (Corf/Difraudes). Os policiais aguardaram a concretização da compra para efetivar o flagrante. Segundo a Polícia Civil, na tarde de quarta-feira (10/8), o acusado foi preso logo após comprar quatro celulares, no valor de R$ 3,8 mil cada, e uma caixa de som, de R$ 700. Durante a abordagem policial, David apresentou uma carteira de identidade falsa em nome de uma pessoa chamada Thiago. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de estelionato e uso de documento falso. Os celulares e a caixa de som foram apreendidos e restituídos à loja. Ainda de acordo com o funcionário, o criminoso agiu de forma semelhante em todas as lojas. Passava o cartão com o chip. A máquina acusava um erro. Então, o suspeito solicitava para o vendedor usar a tarja magnética. O aparelho pede um código, o qual é informado pelo suspeito. Só após esse procedimento a transação é aceita.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Metrópoles

Saiba como evitar esse e outros tipos de fraude acessando a página do BrSafe, um sistema moderno e eficaz no combate a fraude em documentos.

Quatro são presos pela Polícia Civil por comprar veículos com documento falsificado em Goiás

Sem Comentários

25/09/2019

A Polícia Civil do Estado de Goiás, desencadeou, na última sexta-feira (20), uma operação que possibilitou a recuperação de um veículo automotor e outros objetos adquiridos com uso de documento falso. Além disso, a Polícia Civil impediu que outros dois veículos todos zero quilômetro, adquiridos da mesma forma, fossem entregues aos estelionatários e receptadores. As investigações começaram quando uma mulher do Distrito Federal entrou em contato com os policiais e informou que uma pessoa estaria se passando por ela na cidade de Goiânia e usando seus dados pessoais para comprar uma motocicleta. Os golpistas já tinham comprado um carro, veículo que estava em circulação no seu nome. Com esses dados, as equipes foram a campo e conseguiram prender em flagrante quatro pessoas, sendo dois por crime de estelionato e outros dois por receptação. Um homem e uma mulher foram autuados em flagrante, recolhidos e colocados à disposição da Justiça e responderão por estelionatos consumados e tentados e uso de documento falso. Já outros dois homens foram autuados em flagrante pelo crime de receptação. Após pagamento de fiança foram soltos e responderão em liberdade.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: PCGO

O BrSafe é a ferramenta ideal para evitar esse tipo de fraude. Clique e conheça:

PCDF deflagra Operação Alicantina e prende sete Estelionatários

Sem Comentários

25/09/2019

A Polícia Civil do DF, deflagrou, na manhã dessa terça-feira (24), a Operação Alicantina. A ação teve o objetivo de desmantelar uma organização criminosa especializada em praticar crimes de invasão de dispositivo informático, falsidade ideológica, falsificação de documentos, uso de documento falso, receptação e estelionato. Sete pessoas foram presas em cumprimento a mandados de prisões temporárias. Os alvos principais do grupo são servidores públicos que não têm restrições no CPF e recebem um bom salário. Foram cerca de 50 vítimas que trabalham em vários órgãos. “O bando fabricava documentos em nomes das vítimas (RG, contraqueches, comprovantes de residência), obtinha CNHs materialmente verdadeiras, mas com conteúdo falso (fotografia do fraudador) e com os papéis adulterados”, explica o coordenador. O grupo invadia contas de e-mail e de outros sistemas informáticos, celebrava contrato de locação de imóvel, contratava planos de telefonia móvel, abria conta corrente em bancos e solicitava cartões de crédito, contraía empréstimos pessoais, além de realizar outras transações financeiras. As investigações sobre a atuação do bando foram iniciadas em janeiro de 2019. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 1 milhão.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: PCDF

O BrSafe é a ferramenta ideal para evitar esse tipo de fraude. Clique e conheça:

Mulher cai no golpe do bilhete premiado e perde mais de R$ 37 mil

Sem Comentários

12/07/2019

Nesta quinta-feira (11), uma senhora de 58 anos caiu no golpe do bilhete premiado, em Patrocínio (MG). Segundo informações da Polícia Militar (PM), a vítima relatou que retornava a pé para sua residência momento em que foi abordada por uma mulher.

A estelionatária tinha aproximadamente 50 anos e, em seguida, relatou que possuía uma rifa premiada e que não sabia onde receber a premiação e solicitou a ajuda da vítima para encontrar. Neste instante um homem, de aproximadamente 40 anos, se aproximou das duas e participou da conversa. Logo em seguida, pediu para examinar a rifa e informou que o valor do prêmio era de oito milhões de reais. O homem também disse que, para provar a veracidade do bilhete premiado, era necessário mostrar uma grande quantidade de dinheiro ao gerente do local em que receberia o prêmio.

A mulher, dona do bilhete, prometeu que pela ajuda daria 10% do prêmio para a vítima. A vítima então deslocou em seu veículo levando os dois indivíduos até a agência bancária e sacou R$ 2 mil, porém o homem disse à vítima que essa quantia não era suficiente. Então os golpistas a convenceram a vítima deslocar-se até sua própria residência para pegar sua caixa de joias avaliada em R$ 30 mil e entregou aos indivíduos, além de seus dois anéis avaliados em R$ 5 mil e €$ 60 euros em dinheiro, também entregues à suposta dona do bilhete premiado. Após isso, os criminosos fugiram, deixando a vítima com um prejuízo de mais de R$ 37 mil.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Triângulo Notícias (TN)

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Alunos que receberam diploma falso gastaram mais de R$ 10 mil em 3 anos de ‘faculdade fake’

Sem Comentários

02/10/2018

Diplomas falsos apreendidos pela polícia do DF durante a Operação Sofista

Segundo a Polícia Civil, os alunos que receberam diploma falso do instituto Axioma, no Distrito Federal, fizeram de três a quatro anos de aulas regulares e presenciais aos sábados. Durante esse período, eles pagaram de R$ 300 a R$ 400 por mensalidade – o prejuízo total de cada um passa dos R$ 10 mil. Até a publicação desta reportagem, pelo menos quatro pessoas haviam sido identificadas como vítimas – todas de baixa renda, de acordo com a polícia. Elas concluíram um curso falso de educação física. Três homens apontados como donos da empresa são investigados por falsificação de documentos, estelionato e associação criminosa. Os empresários foram alvos de mandados de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (02) em Taguatinga e Samambaia. Eles não foram detidos e vão responder em liberdade, pois a Justiça negou os pedidos de prisão preventiva. As unidades do instituto, que ficam em Brazlândia e Taguatinga, no Distrito Federal, e em Águas Lindas e Valparaíso, em Goiás, também foram alvos dos mandados da Operação Sofista. Nos locais, a polícia apreendeu R$ 12 mil em espécie, cheques e diplomas sem assinatura. A quantidade de documentos não havia sido estimada até as 11h.

Em apuração desde 2017

As investigações começaram no ano passado, quando o Conselho Regional de Educação Física (Cref-DF) encaminhou um diploma “aparentemente falso” à Polícia Civil. A suspeita era de que o aluno tivesse forjado o documento. “Isso é relativamente comum, mas, em casos anteriores, os alunos não tinham frequentado a faculdade e comprado os diplomas. Neste caso, os alunos são vítimas”, explicou um delegado, que é coordenador da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor e a Fraudes (Corf). Segundo ele, o aluno chegou a questionar o instituto irregular. Depois, recebeu uma nova emissão do diploma – mas este também foi barrado pelo conselho. As investigações apontaram que o instituto irregular usava o nome de pelo menos duas faculdades credenciadas pelo Ministério da Educação para forjar os diplomas. No documento, elas apareciam como “instituições parceiras” e, segundo o delegado que coordena o caso, também foram vítimas. O delegado recomenda a quem estiver pesquisando um curso acadêmico ou profissionalizante que se certifique do credenciamento da instituição junto ao MEC. “E desconfiar de preços muito abaixo do que é praticado pelo mercado”, disse. A suspeita é de que outros cursos ofertados pelo Axioma também não tenham validade. O instituto oferecia pedagogia, matemática, alfabetização em Libras, docência do ensino superior, recursos humanos e curso técnico de segurança no trabalho.

Senado aprova lei de proteção de dados pessoais

Sem Comentários

10/07/2018

O Senado aprovou ontem o Projeto de Lei Complementar 53/2018, que cria a Lei Geral de Proteção de Dados, uma regulamentação que protege dados pessoais coletados na internet. As novas regras valem tanto para o poder público quanto para a iniciativa privada e aguardam a sanção presidencial.  A Lei Geral de Proteção de Dados cria um marco legal para a proteção de informações pessoais na internet, como nome, endereço, e-mail, idade, estado civil e situação patrimonial. O projeto foi aprovado e encaminhado pela Câmara dos Deputados em maio deste ano. O relator do projeto no Senado, optou por preservar o texto inicial, o que deu agilidade à aprovação da lei que circulava no Congresso há seis anos. O projeto dos dados estabelece que o tratamento de informações precisa de consentimento das pessoas. A lei torna obrigatória a exclusão dessas informações após encerrada a relação com a empresa ou com o órgão público. A proposta permite ainda que brasileiros tenham acesso aos dados pessoais que estejam em posse de uma empresa e estabelece que dados pessoais de crianças e adolescentes só poderão ser usados caso haja consentimento dos pais ou do responsável legal. Outra mudança é sobre a transferência de informações de brasileiros para outros países. De acordo com o texto, a transferência de dados pessoais só poderá ser feita a países com “nível adequado” de proteção de dados ou se a empresa responsável pela transferência garantir os princípios da lei brasileira. A proposta estabelece uma série de regras para o setor público e empresas privadas recolherem e processarem dados pessoais no Brasil e prevê multa de até 4% do faturamento no último exercício (excluídos tributos) da empresa, grupo ou conglomerado responsável – o valor é limitado a R$ 50 milhões. Para o pesquisador do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, as vantagens vão para além da internet. “Agora, o brasileiro saberá exatamente quando e como seus dados são coletados e usados pelas empresas.”

Censura

Na semana passada, quando o projeto foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o relator negou que o projeto possa gerar censura na internet e explicou que a proteção de dados pessoais e mesmo os metadados tem impactos econômicos. Países da União Europeia e os Estados Unidos já adotaram legislação de proteção a dados pessoais. O projeto aprovado no Congresso tem o apoio de organizações e entidades ligadas ao comércio, comunicação e defesa dos consumidores. Entre outras medidas, o projeto também cria uma Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), uma autarquia especial que será vinculada ao Ministério da Justiça, para fiscalizar e aplicar sanções. Além da aplicação de multas, está prevista a suspensão de funcionamento como punição a quem desrespeitar as regras. A agência era um dos pleitos de entidades de defesa do consumidor e tinha apoio no meio acadêmico. Um pesquisador da Rede Latino-americana de Estudos em Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits), defende que a ANPD será fundamental para o funcionamento da lei. “A criação de um órgão regulador é indispensável para a proteção de dados porque será quem vai investigar as empresas e o próprio governo”. O texto também trata do compartilhamento de dados entre órgãos públicos, além da transferência autorizada de dados de bancos públicos a entidades privadas. Ele cria a necessidade de a coleta de dados ser autorizada pelo usuário e indica quando os dados armazenados podem ser usados para outras finalidades. Empresas e órgãos públicos terão um ano e meio de prazo para se adaptar às regras, se a lei for sancionada.

Cadastro positivo

Havia uma preocupação da área econômica com a possibilidade de esse projeto prejudicar a implementação do cadastro positivo, pois prevê a necessidade de consentimento do usuário para o compartilhamento de dados. O cadastro positivo, por sua vez, prevê a inclusão automática dos consumidores no cadastro de bons pagadores, com o objetivo de reduzir o custo do crédito no País. O relator disse ter um entendimento de que não haverá impedimentos à implementação do cadastro positivo e manteve a redação do projeto.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: ESTADÃO

Fique ligado.

Com documentos falsos, homem tenta abrir conta para sacar R$ 106 mil

Sem Comentários

21/05/2018

Em Brusque (SC), no último dia (15), o gerente de uma agência bancária registrou uma tentativa de fraude. Um homem teria tentado abrir uma conta utilizando documento e telefones de referência falsos. A tentativa foi encaminhada à polícia nesta segunda-feira (21). O suspeito tentava abrir a conta para sacar pouco mais de R$ 106,2 mil, de um suposto alvará judicial de INSS. A tentativa de fraude foi descoberta quando funcionários da instituição desconfiaram dos materiais apresentados. O comprovante de residência era falso e a data de expedição do documento caía em um domingo. Um dos números de telefone de referência teve a indicação de estar inválido e, no outro, uma mulher atendeu, dizendo que a pessoa indicada não estava no momento. Como no momento da tentativa de abrir conta, o gerente não estava na agência, foi indicado que o homem precisaria voltar no outro dia. No dia seguinte, o suspeito procurou outra agência do mesmo banco para tentar fazer o procedimento.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: O Município

O BrSafe é a ferramenta ideal para evitar esse tipo de fraude. Clique e conheça.

Anterior