Golpe usa falso depósito em conta para enganar vítimas

Sem Comentários

18/04/2018

Clientes de diversos bancos voltaram a virar alvo de um golpe bancário que funciona da seguinte forma: o consumidor percebe um depósito inesperado em sua conta-corrente e recebe uma ligação de uma pessoa que pede que o valor transferido por engano seja devolvido. No extrato bancário, a quantia aparece na conta, porém, na prática, os criminosos realizam depósitos em caixas eletrônicos com envelopes vazios e pedem o estorno às vítimas enquanto os valores ainda não foram conferidos pelas instituições financeiras. É comum que esse contato aconteça após o fim do expediente bancário, dificultando que o cliente fale com o banco. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) esclarece que os depósitos realizados em caixas eletrônicos são compensados no dia útil seguinte, após conferência dos envelopes. Por isso, para ter certeza da autenticidade da operação, é imprescindível conferir o extrato bancário depois desse prazo. O mesmo tipo de golpe também pode utilizar transferências entre contas. Neste caso, quem efetua o golpe programa a transação, porém, depois de entrar em contato com a vítima, suspende a operação, já que é possível cancelar agendamentos de DOC, TED e transferências entre contas de um mesmo banco até as 23h59 do dia útil anterior à data programada para a transferência. Segundo a Febraban, se no extrato bancário, a transferência estiver marcada como “saldo a liberar”, o crédito ainda não está na conta do favorecido. A orientação para o consumidor é sempre desconfiar e, em casos de problemas, registrar queixas no Serviço de Atendimento do Cliente de seu banco no Banco Central. No ano passado, as queixas sobre golpes bancários pela internet ou aplicativo cresceram 297% em relação a 2016. Entre outros truques usados por criminosos com frequência, estão promessas de vantagens financeiras ou dramas familiares apresentados por desconhecidos. Segundo a federação que representa os bancos, o cliente deve desconfiar especialmente de propostas de utilização de sua conta para transferência de valores.

Outra recomendação da Febraban é que o cliente não aceite receber créditos de pessoas desconhecidas em sua conta, pois propostas desse tipo são feitas por golpistas. Já o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) acrescenta que quadrilhas usam mensagens de texto e e-mails como isca para enganarem clientes. Nessas mensagens, os grupos se passam por funcionários da instituição financeira e compartilham links maliciosos, que tentam roubar os dados das vítimas. Os bancos e operadoras de crédito não ligam, nem enviam mensagens, pedindo a atualização de informações e, muito menos, que o consumidor forneça senhas. Outra prática comum entre os golpistas é ligar com a falsa informação de que o cartão do usuário foi clonado. Se passando por representantes do banco, os consumidores são induzidos a fornecer dados para supostamente bloquear o cartão. O Idec recomenda que, caso receba uma chamada desse tipo, o cliente encerre a ligação e ligue para o número que está no verso do seu cartão, utilizando outro aparelho de telefone. Isso é essencial porque há casos em que os fraudadores conseguem “prender” a linha do consumidor, que pensa que está em contato com o banco, porém, continua na ligação com os bandidos.

Cuidado com as Armadilhas

- Foco na segurança: cadastre seu celular para receber mensagens de texto (SMS) sobre movimentação em sua conta.

- Confira sempre as transações em seu extrato e, em caso de suspeita de irregularidades, procure sua agência e troque suas senhas.

- Alterações dos dados de boleto bancário podem acontecer de diversas formas, como alteração no número do banco ou nos valores. Por isso, sempre verifique as informações que estão no seu boleto, tanto na tela do computador quanto no documento impresso, como: valor, nome do beneficiário, marca e código do banco e numeração do boleto. As informações devem ser iguais em todo o documento.

- Nos caixas eletrônicos, em hipótese alguma, aceite auxílio de estranhos. Caso precise de ajuda, procure um empregado identificado com o crachá. Lembre-se que o funcionário de um banco jamais pedirá suas senhas ou códigos de segurança.

- Ainda nas agências, não permita que ninguém manuseie seu cartão e lembre-se de retirá-lo do equipamento depois de finalizada a operação. Se o seu cartão cair por algum motivo e alguém se apressar em recolhê-lo, verifique se o cartão devolvido é o seu.

- Memorize a sua senha, evite escrevê-la em papéis ou no próprio cartão.

- Na escolha de senha, evite escolher combinações que podem ser facilmente deduzidas, como datas de nascimento, placas de carros, números de documentos, nomes de familiares e números sequenciais como 1234, 1122, 1571, 1233.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: O Globo

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Mais uma vítima do boleto falso é registrada em Nova Odessa

Sem Comentários

19/04/2018

Após ser vítima do golpe do “boleto falso”, uma empresária de 36 anos procurou a Delegacia de Nova Odessa para registrar o crime. A mulher relatou que recebeu o documento por e-mail e efetuou o pagamento no valor de R$ 3.175,00. De acordo com o boletim de ocorrência, a empresa da vítima recebe mensalmente um boleto de um posto de combustível no qual utiliza os serviços. Neste mês, o boleto recebido estava com o valor de R$ 3.303,97. Mas no dia do vencimento do documento, um segundo boleto foi enviado com uma retificação e o valor que deveria ser pago era de R$ 3.175,00. Após imprimir o documento, uma funcionária da empresa efetuou o pagamento. Foi quando o próprio posto de gasolina entrou em contato com ela para informar que se tratava de um boleto falso que havia sido enviado por um golpista. Logo em seguida a empresária entrou em contato com a agência bancária para pedir que o boleto não fosse compensado. Ainda segundo as informações, o banco irá realizar um procedimento administrativo para apurar o ocorrido. A empresária contou que no boleto enviado pelo golpista constavam dados da empresa. A conta beneficiada pelo boleto falso é de uma agência de Minas Gerais.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Jornal de Nova Odessa

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Dupla é presa comprando 10 aparelhos celulares com cartão clonado em São José

Sem Comentários

19/04/2018

Dois homens foram presos na quarta-feira (18) logo após comprarem, com um cartão clonado, dez celulares do tipo iPhone 8S em uma loja de São José. Os aparelhos são avaliados em R$ 40 mil. O flagrante foi feito por policiais da DIC (Divisão de Investigação Criminal) de São José. Os detidos, E.C.B. e J.J.S., deverão responder por estelionato e uso de documento falso. Eles utilizavam um cartão de crédito clonado e documentos falsos no momento em que faziam a compra. De acordo com a Polícia Civil, o esquema contava com a participação de um dos vendedores da loja. Em depoimento, os detidos disseram que o crime era praticado em diversos estados e que, depois, as mercadorias eram levadas para um receptador em São Paulo, onde moravam.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Notícias do Dia

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Aposentada de Mogi das Cruzes cai em golpe e perde R$ 1,5 mil

Sem Comentários

19/04/2018

Em Mogi das Cruzes (SP), uma aposentada, de 63 anos, perdeu R$ 1,5 mil, ao tentar ajudar o sobrinho. Ela recebeu um telefonema de um homem que se identificou como o parente, pedindo dinheiro para consertar um carro. No final da quarta-feira (18), ela descobriu que não foi o sobrinho que pediu o dinheiro. O caso foi registrado como estelionato no 2º Distrito Policial. Segundo o boletim, a aposentada disse que estava em casa durante a manhã e atendeu o telefone. Um homem se identificou como um sobrinho da vítima. Ela contou que ele disse que tinha ido abastecer o carro e uma moto bateu nele e ele bateu em um carro. O suposto sobrinho pediu dinheiro a ela para pagar a franquia do seguro do carro porque teria um desconto.Ele pediu que ela depositasse o dinheiro em uma conta e à tarde ele iria até a casa dela para pagar o empréstimo. A aposentada foi a uma lotérica e fez o depósito na conta informada pelo suposto sobrinho. Quando chegou em casa atendeu um novo telefonema. O homem pediu mais R$ 500. Ela disse que só percebeu que caiu em um golpe quando conversou com a irmã. Nesta ocasião, ela soube que o sobrinho estava bem e não tinha se envolvido em acidente.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Falsificadores de cheques agiam em Mato Grosso do Sul e mais oito estados

Sem Comentários

19/04/2018

Materiais utilizados pelos criminosos na falsificação.

Na terça-feira (17), foi presa  durante operação desencadeada pela Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba (PR), uma quadrilha envolvida na clonagem de cheques que agiu em Mato Grosso do Sul, Paraná e mais sete estados. Um homem, de 47 anos, é apontado como líder do bando e foi detido em casa, na cidade de Guarapuava (PR). Estima-se que em pelo menos seis meses a associação criminosa, por meio da fraude, obteve a quantia superior a R$ 1 milhão. Além do líder, outras quatro pessoas suspeitas de integrar o bando também foram detidas ao longo da operação. As investigações iniciaram há cerca de seis meses, depois que a especializada realizou a prisão de uma mulher suspeita de aplicar um golpe bancário, descontando cheques clonados. A partir desta prisão, com base nas informações, foi possível identificar o envolvimento de outras pessoas. Segundo as investigações, o bando conseguia os cheques originais de diversas formas, uma delas era a compra com pessoas (normalmente idosas) que estavam em filas nos caixas eletrônicos.  Os cheques originais eram enviados para o líder da quadrilha, preso em Guarapuava, que por ser publicitário e desenhista, refazia os cheques com perfeição, adulterando os valores, código de barras e número de série. “Em seguida, os cheques eram enviados para outros membros do bando que tem a função de apresentá-los nos caixas para o desconto”, explicou a delegada-adjunta da DE. Os crimes iniciaram em Curitiba, mas o bando também atuou nos Estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso,  Rondônia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, além de Mato Grosso do Sul e em várias cidades do Paraná. “Somente nesses seis meses de investigações, estima-se que a quadrilha obteve a quantia de R$ 1 milhão”, lembra a delegada.  Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão domiciliar. Foram apreendidos diversos documentos falsos, cheques clonados (em processo de confecção), apetrechos para a falsificação, bem como computadores, impressoras de alta resolução, um automóvel BMW e uma caminhonete Hilux. Os suspeitos responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, associação criminosa e falsidade ideológica. Todos permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Correio do Estado

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Homem é preso suspeito de estelionato e extorsão em Teotônio Vilela, AL

Sem Comentários

18/04/2018

Nesta quarta-feira (18), em Alagoas, um homem suspeito de estelionato e extorsão foi preso pela Polícia Civil. Ele aplicava golpes em pessoas que possuíam dívidas de financiamento habitacional no município de Teotônio Vilela. A prisão do suspeito, de 43 anos, aconteceu na terça-feira (17), após um mandado de prisão. Segundo o delegado do 79ª Distrito Policial (DP) do município, o sujeito se apresentava como “Servo de Deus”, conquistava a confiança dos devedores e emprestava dinheiro para que eles quitassem a dívida. “Todavia, depois disso, ele exigia que o devedor passasse o imóvel para o nome dele, como forma de pagar o dinheiro emprestado”, explicou o delegado. O suspeito fazia com que as vítimas conseguissem comprar a casa pelo menor valor possível, no Sistema de Venda Direta ao Possuidor, e depois ele a vendia para terceiros e o morador anterior tinha que sair da casa. A polícia afirma que quando algumas das vítimas se negavam a sair das casas, o estelionatário passava a agir de forma violenta, dando tiros nas portas das casas para intimidá-las. O número de vítimas que caíram no golpe não foi informado.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

A cada cinco lojas virtuais, uma não é segura no Brasil

Sem Comentários

18/04/2018

Um levantamento realizado pela Serasa Experian constatou que 30% dos sites de e-commerce no Brasil não estão seguros. O universo de sites pesquisados pelo estudo, ao longo do mês de janeiro, foi de 4,3 milhões. A falta de garantia de segurança durante as transações tem feito proliferar a incidência de dados pessoais roubados que, ao serem coletados, são utilizados para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos. Segundo o indicador, o Brasil encerrou 2017 com 1,964 milhão de tentativas, representando alta de 8,2% em relação a 2016 e o maior resultado desde 2015. O estudo também apurou que só no primeiro bimestre do ano já foram registradas 305.480 tentativas, ou seja, a cada 17 segundos um criminoso tentou roubar dados para efetivar uma fraude. O gerente de certificação digital da Serasa Experian orienta aos consumidores que verifiquem a existência do certificado SSL no site onde pretendem efetuar a compra. Esse recurso promove uma conexão segura utilizando a criptografia entre o servidor e os dados trafegados. Na pesquisa, um em cada cinco sites (19%) não possuíam o certificado SSL, percentual que é ainda maior quando analisados somente sites corporativos (76%) e blogs (28%). O certificado SSL é verificável pela presença de um cadeado na barra de status, ou se há um “s” após o http (https). Em alguns casos, a barra de endereço do navegador fica verde. Atualmente alguns navegadores incluem para todos os sites a indicação de “Seguro” e “Não Seguro” também na barra de endereço. Normalmente também há um selo de segurança, atribuído pelo fornecedor do certificado, que pode ser encontrado no próprio site. Por fim, o gerente de certificação lembra que itens como imagens em baixa resolução, links com redirecionamento para outras páginas e domínios diferentes do acessado também são sinal de que há possibilidade de fraude e que, por isso, a compra deve ser evitada.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: E-Commerce News

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Anterior